A obra em questão busca romper com a visão tradicionalmente reducionista que categoriza as coisas como “certas ou erradas” e “a favor ou contra”. A intenção é ir além dessas simplificações e trazer à luz a ideia de que nada acontece sem o consentimento do Criador, ilustrado pela frase “não cai uma folha da árvore sem o consentimento do Criador”.
Além disso, o livro também se concentra no entendimento de que a realidade existe independentemente do observador. Isso significa que os fenômenos e as circunstâncias do mundo não dependem da percepção ou do julgamento humano para existir, mas são, em si mesmos, fatos concretos e inalteráveis.
Consequentemente, a obra propõe que a homossexualidade deve ser entendida como uma Criação Divina. Isso significa que ela existe e é válida, independentemente de ser ou não compreendida pelas pessoas. A homossexualidade, portanto, não deve ser julgada ou categorizada, mas sim reconhecida e aceita como parte da diversidade da criação divina.

