O espírito de Gusmão de Alencar nos conduz por três belas histórias de amores complementares. Estes amores, embora inconscientes de sua busca mútua, são o fio condutor de cada narrativa. Apesar de cada história apresentar vivências distintas, todas elas compartilham semelhanças em seus aprendizados.
A primeira história revela a capacidade de alguns indivíduos de dar e perceber o amor, removendo a máscara que a sociedade frequentemente nos força a usar e que nos cega. Esta máscara, muitas vezes, nos impede de ver e experimentar o amor em sua forma mais pura e sincera.
A segunda história nos transporta para a sociedade parisiense de dois séculos atrás, onde uma pergunta paira no ar: que tipo de amor você escolheria? Seria o amor que é belo e mascarado para a sociedade? Ou seria aquele que realmente ressoa com o que você busca para sua essência?
Na terceira e última história, somos confrontados com um dilema: até que ponto você iria para ver um filho feliz? Você renunciaria a um amor? Você abdicaria do seu tempo por amor para ajudá-lo, mesmo que isso signifique renunciá-lo a outro?
Cada história narrada aqui oferece um aprendizado diferente. A questão que permanece é: qual seria o seu aprendizado? Cada leitor é convidado a refletir sobre estas questões e a encontrar suas próprias respostas.

