“Isso denuncia que esta obra está absolutamente fora da moda, de sua época, e é por isso desprovida de atrativos e bom senso. Que obra desprezível, anacrônica, perversa. De fato, e a verdade precisa ser dita: que obra maldita, mal falada, malfadada,mal escrita […]”
“[…] Este livro de mau gosto, de mau agouro porque diz verdades, talvez não deva mesmo, enfim, sendo proscrito ser prescrito a ninguém […]”
“[…] tais indivíduos podem passar mal ao ler este livro detestável e tóxico […]”
“Aliás, é um livro miserável, deprimente, revoltante (da primeira à última página)”
“Mas uma obra indigesta assim não pode ser louvada […] E este é, de fato, um livro perigoso […]”
“Aliás, esta obra é como um fruto proibido: um pecado. Falo e falo a verdade. Sobretudo às mulheres: Afastem-se deste mal!!! […] Porém, eu repito a um improvável leitor: não leia, não se atreva, não se fira, não ceda à tentação, não abra a obra[…]”
“Mas, se alguém por curiosidade não consentir em me obedecer e ceder à tentação – em vez de deixar este livro fechado, censurado, pendurado para sempre, calado, intocado na árvore do esquecimento, saiba; ouça!!! (não se atreva). Antes de ser picado por esta obra […]”
Trechos extraídos do antiprefácio

