Nesta obra, o autor compartilha sua jornada pessoal de conversão ao catolicismo. O processo é complexo e envolve uma série de personagens e eventos significativos: uma criança não batizada, um jurista, Mestre e Doutorando em seu saber, a mulher mais amada, o legado de Francisco e a chegada de Leão XIV. Todos esses elementos se unem para permitir que o estudioso se sente com sua amada à mais Santa Mesa.

Além de ser uma narrativa pessoal, o livro também serve como um alerta respeitoso. De acordo com um estudo da Faculdade Teológica Sul-Americana, apenas 10% dos Pastores possuem Bacharelado em Teologia. Em contraste, os Padres são obrigados a cumprir requisitos formais para serem ordenados, incluindo a conclusão do seminário e a Graduação em Filosofia e Teologia.

O autor também destaca a importância do legado católico na formação da sociedade como a conhecemos. O calendário que usamos hoje foi criado pelo Papa Gregório XIII em 1582. Além disso, devemos muito ao Padre Boécio, que traduziu muitos dos textos clássicos de Platão e Aristóteles no século VI. E, claro, a Bíblia, que alimenta os espíritos de tantos, foi traduzida para o latim por São Jerônimo no século IV.

O autor conclui com uma crítica aos credos que se rebelam contra esse legado filosófico-teológico-intelectual. Ele questiona se é justo desconsiderar a contribuição do catolicismo para a sociedade, incluindo o calendário, os clássicos e a própria Bíblia.