• Devemos ler este livro para sermos despertados e recordarmos que o ponto de partida de uma pessoa não define o seu ponto de chegada. Lemos para nos emocionar, para nos indignar, mas, acima de tudo, para sair da leitura com a certeza de que é possível comandar a nossa própria vida com honra, retidão e muito coração, independentemente das tempestades que ficaram para trás. É o tipo de obra que terminamos e fechamos a capa, mas cuja história continua a ecoar dentro de nós por muito tempo. Nelly Michaelis Carmo Lopes Assistente social e leitora beta desta obra * * * “De Favelado ao Coronelato” é um testemunho de superação, resiliência, disciplina e compromisso com o serviço público. Com autenticidade e sensibilidade, Geraldo Ramos Ribeiro demonstra que a origem não determina o destino e inspira o leitor a acreditar no poder transformador da educação, da fé, do trabalho e da perseverança. José Luiz Santos Silva Coronel, ouvidor-geral da PMBA e leitor beta desta obra
  • Eu e meu

    R$39,90
    A vida passa, e em um piscar de olhos, a menina vira mulher, e a mulher se transforma em uma velha senhora. Fui uma criança e adolescente extremamente sonhadora e romântica, a ponto de, às vezes, estar desconectada com a realidade. Porém, com o passar dos anos, aprendia a ser uma "pessoa funcional". Tentei parar um pouco de escrever minhas poesias e minhas reflexões sobre tudo. Mas, após os 45 anos, senti a necessidade de escrever novamente. Este livro é sobre uma busca solitária em meio a histórias, poemas e orações sobre minha infância, minha gestação, a importância de Deus na minha vida e uma visão sobre como eu vejo as doenças reumatológicas e como me sentiria com essas doenças.
  • O acesso à Justiça somente se concretiza quando as pessoas conseguem compreender o processo, exercer seus direitos e participar, de forma efetiva, da construção da decisão judicial. Embora o ordenamento jurídico brasileiro tenha avançado significativamente na proteção dos direitos das pessoas com deficiência, ainda persistem barreiras comunicacionais, cognitivas, sensoriais, procedimentais e organizacionais que comprometem a efetividade da prestação jurisdicional, especialmente para pessoas neurodivergentes. Nesta obra, Larissa Camargo Pinho apresenta os fundamentos da Justiça Neuroinclusiva, propondo uma nova perspectiva para a atuação do Poder Judiciário: reconhecer que o direito de compreender e de ser compreendido constitui expressão da dignidade da pessoa humana e condição indispensável para o acesso efetivo à Justiça. Com sólida fundamentação constitucional, análise da legislação nacional e internacional, referências científicas e diretrizes práticas, o livro apresenta o Protocolo Brasileiro de Justiça Neuroinclusiva, metodologia inédita desenvolvida para auxiliar magistrados, servidores e demais profissionais do sistema de Justiça na identificação de barreiras e na implementação de adaptações razoáveis, sem alterar a estrutura do processo ou criar novos direitos. Mais do que um estudo sobre acessibilidade, esta obra propõe uma transformação na forma de compreender a prestação jurisdicional: uma Justiça que preserva a segurança jurídica, fortaleça a igualdade material e coloque a pessoa no centro da atuação institucional. Porque uma Justiça verdadeiramente democrática não é apenas aquela que decide. É aquela que pode ser compreendida por todos.
  • Há obras que se limitam a registrar o seu tempo, e há aquelas que, ao fazê-lo, acabam nos ajudando a interpretá-lo, situando os acontecimentos no interior de processos históricos mais amplos e desvendando as forças políticas, ideológicas e sociais que lhes dão sentido. Escritos contra os autoritários e a revolta antidemocrática, de Charles Gentil, que ganha agora nova edição, insere-se nessa segunda tradição. Hoje, felizmente, já existe uma razoável prateleira de obras publicadas que deram conta do período sombrio de emergência, força e efeitos nefastos do bolsonarismo no Brasil desde a ascensão de Jair Bolsonaro, fruto, em grande medida, dos longos e difíceis anos em que o Poder Judiciário, a República da Lava Jato no Paraná, setores da mídia e o conservadorismo brasileiro emparedaram a esquerda, o PT e seus governos progressistas. Muitos desses livros são fruto de pesquisas acadêmicas ou jornalísticas; outros, ensaísticos. Há ainda aqueles que buscam explicar faces específicas do bolsonarismo, entre as quais a vigência do discurso antipetista, a tragédia da pandemia de Covid-19, o ódio à esquerda, à ciência e ao pluralismo, a violenta política de criminalização da sociedade civil ou a liberalização desmedida de armas e munições, além dos ataques sistemáticos à democracia e da providencial resistência de nossas instituições. Todos eles compõem uma já razoável historiografia, quase em tempo real, sobre a ascensão do fenômeno bolsonarista.
  • Abi não sabia por onde pegar o violino, tinha receio com suas unhas salientes de arranhá-lo, que pudesse machucá-lo, como ele próprio que estava machucado. Então pegou o violino como se pega um recém-nascido, da forma mais delicada possível, e tentou encaixá-lo entre o ombro e o queixo. Tentou várias vezes, mas Abi quase que não tinha mais ombro nem queixo. Novamente tentou, que era uma questão de vida para ele que não sabia se conseguiria pegar um outro violino em sua vida, que estava se exaurindo a passos largos. Enfim, o encaixou, mesmo com dor, e com o arco, tentou uma estocada. Outra estocada, e o violino gemeu. Não queria liberar o som, como se estivesse engasgado. Por isso, se desesperou. Abi arrancou uma nota, e o violino começou a chorar. Ele, chorando junto, sem largar do violino, e uma sonata nascia sem autoria de ninguém, mas do desespero da vida, irrigada com as lágrimas de Abi. E a Riva, após muito tempo, também chorava copiosamente, até que Abi, vagarosamente, foi estacionando a sua alma no lugar, dando o último tom silencioso do violino, como se fosse um velório. Desencaixou a relíquia do altar de sua angústia e o depositou de volta no estojo, no seu baú fúnebre, como se despedisse de um ente santo que nunca mais ia ver.
  • Todos nós somos divididos, não acham? Perdemos alguma parte de nós através dos choques do dia a dia. Talvez já nasçamos partidos, mais do que imperfeitos. Um copo d'água pode estar incompleto, mais a água dentro dele é uma. Nós talvez não. Somos incompletos e talvez estilhaçados no que sobra desta incompletude. A dor nossa de cada dia. Não apenas o mel, mas o amargor. A idade se aproximando, o destino de cada um. Misto de fragmentos de ficção e pensamentos, este trabalho visa afrontar a visão normal dos eventos e situações do mundo, visto aqui como, em parte, absurdo. Um tema que comparece em um número significativo de vezes é a velhice, a decadência, não moral (seria muito), mas física do ser humano que declina a cada dia. Com dificuldade de cumprir tarefas simples como amarrar um sapato. A relação com o semelhante, com a moça que passa no condomínio, uma relação puramente visual e rechaçada, também recebe a lupa do escritor, que também transita heroicamente pelo mundo polarizado do Brasil atual e suas peculiaridades.
  • A Profunda Jornada de Si – Cura e Propósito é um convite para mergulhar no universo interior e descobrir caminhos de transformação. Inspirado pela missão do Inter. Ligados e pela luta constante em favor da saúde mental e emocional, este livro traz reflexões, histórias e mensagens que revelam como o acolhimento pode ser a chave para a cura e para a construção de um propósito de vida. Entre páginas que unem sensibilidade e força, o leitor encontrará um espaço de diálogo sobre dor, esperança e resiliência. A obra mostra que, embora a dor não escolha, nós podemos escolher acolher, transformar e seguir. Mais do que um relato, este livro é um movimento: uma ponte entre pessoas que acreditam que cada vida importa e que o silêncio pode ser quebrado pela palavra e pelo afeto.
  • Este livro é composto por frases que ajudarão o leitor no seu dia a dia a ter um pensamento mais positivo. São frases para sua caminhada: pode ser na empresa, na rua ou dentro de casa com familiares.
  • livro “A Teimosia da Fé” tem origem na pesquisa sobre Madre Crucifixa Caputo, realizada em Roma e também em Angri, sua terra natal. As leituras, visitas aos lugares de sua origem, entrevistas com familiares me mostraram uma mulher muito à frente do seu tempo. Conduzida por uma fé inabalável em Deus mas também em si mesma, ela tornou possível o que, para todos, parecia irrealizável: a sua consagração a Deus, para o cuidado e a proteção das crianças órfãs e abandonadas de sua cidade. Hoje, mais do que nunca, é urgente e necessário trabalhar para o reconhecimento e a valorização da mulher nos vários âmbitos da sociedade, além de divulgar exemplos de resiliência, coragem e força na superação do ódio, da violência e da discriminação, para construirmos juntos uma sociedade mais justa e eficiente, e um mundo melhor para todos, a começar pelas famílias. Creio que este livro possa contribuir para acordar sonhos e revitalizar a esperança, unindo esforços de homens e mulheres que, juntos, priorizem, preservem e defendam a vida em toda a criação.
  • Com uma linguagem simples e sensível, “Cuida de Mim – Contos, poesias e realidades” convida o leitor a refletir sobre o papel especial que cães e gatos exercem em nossas vidas. Entre toques poéticos e momentos de leveza, a obra revela, com delicadeza, histórias inspiradas em experiências reais da autora, vivências que evidenciam o poder transformador do afeto entre humanos e animais. Mais do que uma leitura encantadora, o livro é um chamado à consciência: cuidar, respeitar e assumir a responsabilidade por aqueles que dependem de nós. Ao longo das páginas, o leitor é conduzido a perceber que, ao oferecermos amor, também recebemos equilíbrio emocional, companhia e conexões profundas. É, acima de tudo, um convite ao amor consciente.
  • Neste romance, o leitor irá de deparar com um jovem de pele clara, carente, que vivia em uma zona rural, e uma moça negra, rica, porém muito humilde. Julito, o mais novo de sete filhos, sempre mantinha seu sonho de se tornar médico, e ao ir para a cidade cursar o Ensino Médio, conheceu Talita, e se tornaram grandes amigos. Ela o via como um bom homem para ser seu primeiro amor. Já ele, por sua vez, sempre a enxergava como amiga, pois temia envolver-se com ela e não dar conta dos seus estudos. Julito sempre teve uma vida dura devido à sua classe social. Construiu uma barraca para servir lanches e adoeceu em consequência da carga horária. Depois de muitos anos como amigos, Julito aceitou Talita como seu primeiro amor. Porém ele não admitia nada vindo dela como ajuda. Formaram-se, se casaram, tiveram dois filhos. Através do marido, Talita conheceu a vida dura no campo, que era seu sonho. Teve seu primeiro parto com parteira, e sua sogra se tornou uma supermãe de leite. Depois de seus filhos formados, Julito e Talita se dedicaram ao voluntariado, ensinando principalmente os jovens mais carentes.