• Vivemos em uma sociedade cada vez mais mediada por telas, onde o Direito é constantemente desafiado a se adequar. O livro "O Direito e o Humano na Era Digital" apresenta uma análise cuidadosa e atualizada sobre como a tecnologia vem transformando identidades, relações familiares, transmissão de patrimônio, segurança, privacidade e o funcionamento das instituições jurídicas. A obra é escrita por mulheres juristas que atuam diretamente nos temas abordados, percorrendo desde a modernização dos serviços notariais e registrais até questões sensíveis do Direito das famílias, como proteção de vulneráveis e novas modalidades de violências que emergem na intimidade virtual. Diversos assuntos são tratados na obra para demonstrar como o sistema jurídico deve responder de maneira humana, eficiente e ética. Entre eles, a prática eletrônica de atos notariais, o instituto da adjudicação compulsória extrajudicial, a partilha de bens digitais em jogos on-line, a responsabilização parental frente aos riscos de crianças em jogos virtuais, o estelionato afetivo, o cyberstalking, a construção da futura Lei Brasileira de Inteligência Artificial e a mediação extrajudicial. Com linguagem clara e rigor técnico, este livro entrega ao leitor uma visão contemporânea, crítica e responsável sobre os desafios jurídicos e os benefícios práticos da era digital. A obra reafirma que, mesmo diante das inovações, a dignidade humana permanece como eixo central de toda evolução normativa.
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    Tendo em vista que os úteros artificiais são uma iminente forma de procriação humana e que o papel do Direito é regular as relações e os avanços da sociedade, o presente livro objetiva entender sob quais fundamentos deverá ser efetivada a necessária tutela legal dos filhos que por eles serão originados. Para tanto, foram estudados fatores histórico-sociais, biotecnológicos, jurídicos e psicológicos sobre a questão, para se verificar os possíveis impactos, tanto individuais quanto coletivos, dessa gestação artificial e, com isso, promover uma base para uma reflexão: serão essas máquinas procriativas sinônimas de liberdade de reprodução humana ou poderão, sob esse pretexto, encobertar finalidades não tão nobres? Por fim, este livro se propõe a conduzir o leitor, oferecer-lhe condições básicas de tirar suas conclusões e, simultaneamente, independentemente da conclusão alcançada, demonstrar a certeza de que esses filhos, em seus direitos mais fundamentais, precisam ser protegidos