• Penso que é muito difícil estarmos preparados para envelhecer, já a nossa mente pouco acompanha o processo de envelhecimento. Ressignificar, abrir a mente, ampliar a nossa visão e a nossa consciência sobre a vida como um processo contínuo, dinâmico e amoroso é a minha busca constante. Considero crucial falar da velhice por várias razões, e uma delas é nos preparar para o futuro. Mesmo já no ciclo da velhice, temos futuro. Até porque, envelhecer é uma parte natural da vida, e é importante que as pessoas se preparem para essa fase. Ler, comentar, refletir e discutir sobre envelhecimento, tudo isso permite que as pessoas entendam e se conscientizem sobre as mudanças físicas, emocionais, sociais e financeiras que podem ocorrer, além de ajudá-las a tomar medidas proativas para lidar com essas mudanças. Alguns aspectos que considero importantes para dialogar: a) Desconstrução dos estigmas e preconceitos - Muitas vezes, a sociedade associa o envelhecimento apenas com aspectos negativos, como perda de vitalidade, declínio cognitivo e isolamento social. Dialogar sobre o envelhecimento pode ajudar a desconstruir esses estigmas e preconceitos, pro movendo uma visão mais positiva e realista do processo de envelhecimento, e até nos estimulando a prevenir as situações de declínio e isolamento. b) Promoção de uma cultura do respeito e da empatia - Ao dialogar sobre o envelhecimento, podemos promover a cultura do respeito e empatia em relação aos idosos, em toda a sociedade, assim como oferecer apoio e recursos para garantir que nós, idosos, possamos viver com dignidade e qualidade de vida. c) Identificação de necessidades e desafios - Identificar as necessidades e desafios específicos enfrentados pelos idosos, em diferentes áreas, em cuidados de longo prazo, pode nos ajudar a desenvolver políticas, programas e serviços relacionados às necessidades dos idosos, de maneira mais eficaz, eficiente e efetiva. d) Fomento de mudanças sociais e políticas - Ampliar esse diálogo sobre o envelhecimento possibilita a inspiração para promover a inclusão, a acessibilidade e o bem-estar dos idosos, incluindo a melhoria dos sistemas de saúde para atender às necessidades dos idosos e a criação de ambientes amigáveis para todas as idades, trazendo o esclarecimento sobre a necessidade premente de políticas de envelhecimento ativo e saudável. Ao trazer o tema para dialogar, vem à tona a importância de promover uma visão mais positiva e inclusiva do processo de envelhecimento, além de garantir que, ao envelhecer, possamos receber o apoio e os recursos necessários para viver com dignidade, saúde e bem-estar.
  • Essa é a reunião de textos que escrevi durante anos, por diversos motivos. Coisas que internalizei e canalizei em palavras. Talvez você se identifique com algo. Talvez uma frase defina o que você sente. Esse livro é uma forma de expressão livre de julgamentos ou comparações. O entendimento é único para cada indivíduo. Você pode achar que nada disso faz sentido e tudo bem. Você pode achar que eu estou apenas delirando e tudo bem. Essas palavras são formas de expressão. São sentimentos em palavras. São sentimentos em forma de arte. É a arte que eu acreditei e tive a coragem para colocar no mundo. Espero que te faça feliz e que te dê coragem de fazer a mudança que você tanto quer na sua vida, seja ela qual for.
  • A fada do contrário”, primeiro livro da professora Rosi Flor, encantou os leitores com seu texto lúdico e repleto de sentimentos, sendo recebido com aplausos pela crítica e pelo público. Em seu novo livro, “Era uma vez, Berenice”, Rosi Flor se consolida como um dos grandes nomes da literatura infantil paraibana, ofertando um texto poético, suave e fluído, que encanta na primeira leitura e leva a repetidas, constantes e prazerosas releituras. Berenice, a lagarta, exala simpatia e deixa impregnado na alma do ledor lições imperecíveis, como a força da amizade, a solidariedade da união e, finalmente, a vitória do belo – Dostoiévski lembrava que “a beleza salvará o mundo”. Se o poeta norte-americano Pound falava que o vento é o paraíso, Berenice leva a uma leitura deliciosa e apaixonante, e prova que, na verdade, o vento é o caminho, o verdadeiro paraíso é a amizade, nesta obra que é um assombro do prodígio de sua autora. Destaco também as ilustrações de Edilza Florêncio e Juliana Aline, que findam por transformar o livro “Era uma vez, Berenice” num deslumbrante objeto de arte. Thélio Queiroz Farias (advogado e escritor, Thélio Farias é Presidente da Academia de Letras de Campina Grande e membro da Academia Paraibana de Letras)
  • A Gestalt-terapia foi criada por Frederick Perls e um pequeno grupo de psicoterapeutas, na década de 1950. Perls fazia críticas ao método freudiano, muito volta do para o passado e muito interpretativo, e propunha uma terapia centrada no aqui-agora e na experiência concreta do sujeito englobando a sua totalidade: corpo, sensações, emoções, sentimentos, pensamentos, fantasias, sonhos, enfim, tudo que está presente naquele momento, tudo que constitui o campo de experiência único daquela pessoa, com todos os seus valores e significados. A formação de um Gestalt-terapeuta envolve estudo teórico, instrumentação fenomenológica, vivência e prática, além de um longo caminho de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Este livro contém artigos de diversos temas que envolvem a saúde e foi construído a partir de um referencial teórico da Abordagem Gestáltica. Alguns artigos são frutos do Trabalho de Conclusão do Curso de Formação em Gestalt-terapia, realizado por nossos alunos, bem como por alguns professores, pertencentes à Escola Paranaense de Gestalt-terapia, atual Instituto Gestalt Paraná, fundado e coordenado pela professora Helen Messias Guzman, na cidade de Maringá, no Estado do Paraná.
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    Querido leitor, Convido-o a embarcar numa jornada transformadora através das páginas de "O Poder da Oração". Este não é apenas um livro, mas um testemunho vivo das experiências profundas que o Pastor Zinga João David, de Angola, viveu, onde a fé e a oração se encontram de forma poderosa e inesquecível. Neste livro, o Pastor Zinga David partilha a sua experiência como o poder da oração, em nome de Jesus Cristo, destruiu as forças malignas que assolavam famílias angolanas e outras regiões de África. Com coragem e dedicação, ele viu as trevas recuarem diante da luz do Evangelho, trazendo libertação e paz onde antes havia desespero e opressão. As suas histórias são provas vivas de que, quando clamamos ao Senhor com fé, Ele responde com amor e poder. Ao longo destas páginas, encontrará relatos emocionantes de um processo de libertação que se estendeu de 2018 a dezembro de 2023. O Pastor Zinga, com paciência e dedicação, conduziu este processo, oferecendo um ensinamento autêntico aos servos de Deus sobre a importância de ter paciência com as ovelhas. O seu exemplo inspira todos nós a sermos pastores mais compassivos e dedicados. Será também testemunha de milagres realizados em nome de Jesus Cristo. Histórias de curas, libertações e transformações pessoais que desafiam a lógica e reafirmam o poder divino da oração. Cada testemunho é uma prova de que, quando clamamos ao Senhor, as forças do mal são derrotadas e o poder de Deus prevalece. As lutas e os ataques ainda fazem parte da vida de João, mas através deste tempo de crescimento e amadurecimento na fé, ele e a sua esposa aprenderam a lutar com determinação e fé. As suas histórias são testemunhos de coragem e perseverança, mostrando como a oração e a confiança em Deus podem transformar vidas e trazer a vitória sobre as adversidades. Para si que é mãe ou pai, este livro será uma ferramenta preciosa para criar os seus filhos no caminho da fé. Aprenda como o ensino da Palavra e uma vida de oração ativa podem moldar o futuro das suas crianças, tal como a mãe do Pastor Zinga fez, plantando sementes de oração e devoção que floresceram grandiosamente. Prepare-se para ser tocado, inspirado e renovado. "O Poder da Oração" é um convite a viver uma vida de fé intensa e verdadeira, onde cada oração se torna um passo mais perto de Deus e da Sua vontade para as nossas vidas. Este livro oferece um ensinamento autêntico aos servos de Deus, mostrando a importância da paciência, da compaixão e da perseverança na caminhada espiritual. Venha descobrir o poder transformador da oração e permita que estas páginas o guiem a uma intimidade mais profunda com o Espírito Santo. Que possa experimentar a mesma alegria e paz que vêm ao viver em constante comunhão com Deus.
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    Em 1952, na zona rural do sul de Minas Gerais, Maria Celeste vive uma vida pacata e harmoniosa com seus pais, Antônio e Aurora. Cercada pela beleza da natureza e pela sabedoria materna, a jovem encontra alegria nos pequenos momentos do dia a dia. Mas uma tragédia inesperada tira a vida de Aurora, mergulhando Maria Celeste e seu pai em um profundo luto. Enquanto tenta encontrar forças para seguir em frente, Maria Celeste também precisa enfrentar o racismo presente na sociedade brasileira, que complica ainda mais sua jornada de superação. “Rosas de Luz” é uma história comovente de resiliência, amor e a luta por justiça, iluminando os desafios e as esperanças de uma jovem que busca um novo começo em meio às adversidades. Maria Celeste se torna uma pessoa muito determinada, inteligente e intuitiva. Sua vida é uma luta constante contra a miséria do nosso povo e o racismo, mas ela é cercada de muita proteção de divindades.
  • Fui secretário executivo no ministério Alvo da Mocidade durante os anos de 1970 até julho de 2023. O que sempre esteve em minha mente durante este período foi a metáfora usada pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 12:12-27. Entendi que deveria cuidar dos doadores do ministério como membros do corpo de Cristo. E assim, procurei escrever uma carta por mês para motivá-los e ajudá-los a permanecerem firmes na vida cristã. O apóstolo dá ênfase neste assunto quando repete, nesse pequeno trecho bíblico, 12 vezes a palavra “membro” e 16 vezes a palavra “corpo”. Todos nós temos as nossas necessidades e tendências que são inerentes à nossa formação e temperamento. Dentro da metáfora do apóstolo, somos como a mão que dá ajuda e que constrói, ou como a orelha que escuta às necessidades, ou como o olho que tem a visão do trabalho, ou o olfato que sente o cheiro e se vive com os seus sentimentos, ou como a cabeça que sonha ou coloca as coisas de uma forma prática. Mas, para que tudo isso aconteça, o corpo precisa ser bem tratado, e assim, resolvi cuidar dos doadores de Alvo.
  • Ao iniciar este livro, comecei pelo embrião da Policia Federal, em 1907, com a organização da Polícia Civil da então capital federal, Rio de Janeiro, nomeando-se um inspetor e cinco subinspetores de Polícia Marítima no governo de Afonso Moreira Pena. Depois, na era Getúlio Vargas, a criação do DFSP (Departamento Federal de Segurança Pública). Durante a Segunda Guerra Mundial, com a participação do Brasil já no final, mas com grande sucesso da tropa expedicionária na tomada de Monte Castelo, passou-se a seguir pela atualização legal, estrutural e funcional, desde as listagens, fichas e microfichas, fitas cassetes, fichários e arquivos de papel, terminais de microcomputadores até a tecnologia de acesso em tempo real e cartões de proximidade.
  • O Brasil já sentiu que é tempo de mudar a imagem e a realidade da polícia. Doutrinadores reconhecem isso atribuindo “grande transcendência à ação policial em múltiplos campos da vida cidadã, desde a infância até a velhice, desde a segurança da cidadania até o respeito aos outsiders e marginalizados, desde a proteção ao inocente, até a repersonalização do delinquente” (NALINI, 2006, p. 72). Ocorre, entretanto, que a “necessidade de melhoria do nível de segurança pública pelo aumento do medo coletivo da violência também pode ser um fator de legitimação para o aumento da repressão do Estado” (SANTIN, 2004, p. 91), e isso pode ser perigoso se não forem nítidos os contornos legais da matéria. O eminente professor Álvaro Mayrink da Costa nos alerta, ao tratar das agências controladoras, que um “ponto importante no desenvolvimento de uma agência governamental é a codificação de seus procedimentos controladores” (2005, p. 112). Neste diapasão, este trabalho procura abordar os limites jurídicos e éticos da atividade policial, quer explícitos ou implícitos, constantes na legislação nacional e alienígena, quer na doutrina comparada, quer no direito pátrio.
  • Se alguém perguntar qual a mensagem central desta obra, a resposta deve ser curta e direta: o poder é você. Este livro nasce da minha indignação frente ao desrespeito ao poder delegado aos eleitos, que, após a apuração das eleições, frequentemente, esquecem de seu verdadeiro propósito. Assim, muitos se tornam influenciadores nas redes sociais, numa desenfreada busca por seguidores, publicando propagandas e enaltecendo feitos patrocinados com recursos públicos. As redes de viés público devem ser utilizadas para informar, educar, divulgar benefícios e prestar contas à população, e não para a promoção pessoal dos eleitos. Nesta obra, convido o leitor a refletir sobre o poder esquecido dentro das urnas e a reconhecer sua própria importância no processo democrático. Analisando o cotidiano das articulações políticas e compreendendo os objetivos dos detentores do comando da nação, você será capaz de identificar e combater essas práticas desrespeitosas. Lembre-se: o protagonista desta história é você. O poder está em suas mãos. O título do livro “Burro, eu? Burro é você” sugere um jogo de espelhos em que a acusação de ignorância ou estupidez é devolvida ao acusador. No entanto, quando o eleito ignora suas promessas e se desconecta das necessidades e desejos daqueles que o elegeram, ele, de maneira sutil ou até explícita, está desrespeitando e subestimando a inteligência e as expectativas de seus eleitores. Esse comportamento pode ser visto como uma forma de agressão, pois desvaloriza o papel ativo e consciente que o eleitor deveria desempenhar na democracia. Assim, o título reflete essa dinâmica de desrespeito e a inversão das expectativas, cujo verdadeiro “burro” não é o eleitor, mas o político que desdenha de sua responsabilidade e do poder dado a ele pelo povo. O desfecho do livro é coerente com o desenvolvimento da narrativa, induzindo a reflexões e propondo uma nova práxis ao leitor/eleitor como forma de tornar sua vida mais qualificada. O conteúdo é genuíno e original para um livro que se encaixa na prateleira de Ciência e Política, sem ser exaustivamente chato e pedante. Sandra Cappellano Barbosa – Jornalista
  • Nesta incrível história de resiliência, o autor propõe ao leitor uma viagem por lugares, momentos, sentimentos e emoções. Antônio Tavares Filho nasceu no interior de Minas Gerais, sendo o filho caçula em uma família de sete irmãos. Com um vocabulário acessível a todos, ele descreve sua autobiografia. Nesta viagem, como bom técnico de futebol que foi, Antônio Tavares faz as vezes de narrador e narra a sua própria história. Ao longo do livro, observa-se que ele não é o único protagonista, uma vez que em seus capítulos outros personagens fazem parte do enredo para ratificar que o homem nunca está só e que uma história só é bem contada quando é vivida. Ao longo desta autobiografia, o leitor passará por caminhos que levam a sentimentos e emoções tão caros ao ser humano como amor, perdão, misericórdia, alegria, superação, milagre, encontros e despedidas, idas e vindas que fazem com que haja crescimento, superação e realização de sonhos. Te proponho a ler esta obra e descobrir algo que vai para além da vida do nobre autor e que o fará refletir sobre sua própria vida e se despir de alguns preconceitos que o impedem de prosseguir na busca de seus sonhos.
  • É como se fizesse menção ao fato de que a claridade não é permanente, nem entra sempre pelos maiores espaços, e o que vemos é dimensionado pelo nosso olhar, pelas lentes passionais e não por uma unanimidade de visões. Talvez o maior dos mistérios seja não perceber que estar vivo não deixa de ser uma hipnose em alguns momentos. A obra desse paraense, como a apreciamos no admirável A janela por onde entrava o sol, é das mais enraizadas no conceito de narrativa pura que hoje se produz no país. É um presente do autor para todos nós, no entendimento de que seus contos, quando transpostos ao papel, não pertencem mais ao escritor, mas sim a todo aquele que deles precise. Jorge A. M. Maia Poeta, jornalista, membro da Academia Barcarenense de Letras
  • Quem Disse Que Eu Não Disse? É um romance mesclado com ficção e realidade. O objetivo principal é fazer com que o nobre leitor navegue na história sem perceber o que é e o que não é ficção. Às vezes, a ficção está evidente, o mesmo ocorre com os fatos reais. Renê e Betânia são os atores protagonistas deste romance hilariante, recheado de intrigas, intimidações, humilhações, exclusões e embates ferrenhos entre os personagens principais, tudo em nome do amor que não sucumbiu no primeiro momento. O pai de Betânia, Sr. Artur, é o antagonista que lutou bravamente até as últimas consequências para impedir a realização do casamento.Betânia foi uma estudiosa voraz e vitoriosa, e Renê, um estrategista que, através da criatividade, superou todos os obstáculos, alimentando-se da coragem, força e resiliência dos quais é possuidor. Renê foi exitoso no plano estratégico que elaborou para conseguir aprovação de 231 sócios da cooperativa, a fim de conseguir financiamento para aquisição de um caminhão seminovo, destinado ao transporte do fumo de corda para várias regiões do Nordeste. Boa leitura!
  • Iniciei meu trabalho de escritora no tempo do isolamento da Covid. “Nesse tempo de pandemia, encontre alegria na música e na poesia”. Antônio Lopez e Maria Machado Nesse Romance Chegada de um imigrante em terras brasileiras. Estabelecer nas Minas Gerais era seu sonho. Chegar no Triângulo Mineiro. Enriquecer nas Minas do Ouro, criar animais, fazer plantações, formar família, fartar-se de peixe, caça... Pelos caminhos, surpresas, acontecimentos... Chega. Deslumbra... Encanta! Seus olhos brilham... Tudo natural! Viver ele queria. Rita, a índia, já do seu lado. “Não Ficar Parado, Ir Fazendo”. Foi fazendo. Fez. O Trypanosoma Cruzi (Chagas) e a Maleita vai dizimando vidas, principalmente os sertanejos. Gerações guardam momentos e fazem história...
  • Explorar diversas vertentes de pensamentos e religiões, sem se prender a dogmas, é uma jornada fascinante. O autor destaca como diferentes tradições se conectam com divindades, anjos, mentores ou mestres ascensionados, oferecendo técnicas práticas para aproveitar ao máximo essas abordagens. O foco na simplicidade e na eficácia pessoal torna a obra envolvente, incentivando os leitores a atingirem resultados por meio de seu próprio esforço. A ênfase na aplicação prática dos ensinamentos é notável. A teoria é apresentada como um ponto de partida vital, mas a prática diária é valorizada dez vezes mais. Viver de acordo com esses princípios na rotina diária é celebrado como uma realização significativa. A escolha de mantras, orações ou a criação de decretos personalizados são destacadas como ferramentas poderosas para alcançar o sucesso em diversas áreas da vida. Essa abordagem flexível permite que cada indivíduo adapte os ensinamentos à sua própria jornada espiritual. No cerne, a obra celebra a autonomia e a eficácia prática na busca do crescimento espiritual.
  • O QUE É FELICIDADE? Para alguns, ela pode ser o reflexo de uma realização; para outros, o símbolo do prazer e do sucesso etc. Para mim, ser feliz é estar em paz com a minha consciência. Fiz tudo o que estava ao meu alcance para acertar, errei os meus próprios erros, e me arrependi de tudo o que poderia ter feito melhor e não fiz. Agora, sigo em frente, vivo a minha vida, na esperança de um dia melhor; para trás as marcas e as feridas. É sempre tempo de recomeçar. “Falida e frustrada, mas feliz!” Viaje nessa história, e descubra como consegui superar minhas frustrações e desilusões, e sacrificar o meu “eu” para dar vida a uma nova razão de viver!
  • Ecoa mundialmente, entre tantas manchetes, uma notícia impactante: a volta do carpinteiro de Nazaré. Aquele que um dia dividiu a história humana em a.C. e d.C. As pessoas comuns e de todas as idades pressentem e sonham; as religiões são unânimes quanto à proximidade da vinda do Messias; a natureza grita e se convulsiona de forma generalizada; e as páginas bíblicas ganham cada vez mais significado pelas profecias realizadas. O Filho do Homem já nos avisou, desde a sua primeira vinda, que chegaria no caos e que muitos não se aperceberiam. A realidade atual nos brada a prioridade de entendermos e nos prepararmos espiritualmente. À semelhança de sua primeira vinda, o retorno do Messias alcançará a todos de forma planetária. Ao questionamento: quem poderia nos reanimar nesta hora? A resposta infalível, apoiada nas Escrituras, é: Ele está chegando e o seu nome é Cristo!
  • Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo (Filipenses 3:7-8 ARA). Ah, meu amigo(a), sei bem o que é perder! Sei bem como é chorar amargamente por achar que jamais teria vitória. A perda se transforma em força quando aceitamos deixá-la ir, que perdendo é que se ganha. Se você já teve uma perda, seja ela física, emocional ou em qualquer situação que não conseguiu superar, embarque neste livro, no qual você encontrará belos motivos para aceitar que é perdendo que se ganha. O segredo da vitória está na perda. Tudo que abrimos mão, deixamos partir ou perdemos, ganhamos. Quando ganhamos experiência e passamos por provas, é um sinal de que amadurecemos o suficiente para ensinar às pessoas que estão passando exatamente por provas também. No momento em que perdemos algo ou alguém, ou vencemos as batalhas mais escondidas, conseguimos ensinar alguém a superar os mesmos desafios que superamos. O poder da perda vai além! Ele mostra que, em meio à dor, somos moldados e forjamos nosso caráter. E que o nosso caráter seja o mesmo de Cristo Jesus, como diz as Escrituras: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Filipenses 2:5-8 ARA). Precisamos estar dispostos a ajudar pessoas a desenterrar as cabeças da areia. Elas têm muito medo de perder, mas nem imaginam que irão ganhar. Há uma frase que fala que, se alguém ama uma pessoa, é preciso deixá-la livre. Perda! O mesmo com Jesus Cristo, que manda largar a rede e vir. Perda! O mesmo aconteceu com Abraão em Gênesis 12:1: “Abraão saia da tua terra e da tua parentela”. Perda! É tão forte que aquele que quiser perder, vai ganhar! (Mateus 16:25)
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    No crepúsculo do século XXI, a humanidade está à beira de uma transição sem precedentes, marcada pelo início de um novo capítulo na evolução tecnológica e industrial conhecido como a Quarta Revolução Industrial. Diferente de suas antecessoras, esta era se destaca pela fusão das fronteiras entre o físico, digital e biológico, criando realidades que antes habitavam apenas na ficção científica. O livro explora como a inteligência artificial, a robótica, a biotecnologia e a internet das coisas estão redefinindo as fundações de nossa sociedade. Além das transformações tecnológicas, esta revolução questiona a essência da identidade humana, ética e governança. À medida que máquinas começam a replicar e superar habilidades humanas, emergem debates profundos sobre o futuro do trabalho, privacidade e autonomia moral. O autor oferece uma análise detalhada destes desafios e oportunidades, apontando caminhos para indivíduos e sociedades se adaptarem e prosperarem neste novo contexto. Essencial para entender a influência abrangente da Quarta Revolução Industrial, este livro não apenas ilumina possíveis futuros, mas também convida à reflexão sobre o papel que cada um deseja desempenhar na modelagem desse futuro, combinando pesquisa rigorosa com insights provocativos. Uma leitura indispensável para todos que buscam compreender e navegar nas complexas transformações do século XXI.
  • Pedros e Anas em laços de família – Memórias sobre a importância da família para pacientes com dores crônicas Como neurocirurgião e especialista em dor, Franklin testemunhou de perto o impacto devastador que a dor crônica pode ter na vida de um indivíduo. Mais do que apenas uma questão física, a dor crônica transcende para todos os aspectos da existência, minando a qualidade de vida e afetando profundamente o bem-estar emocional. Neste livro inspirador e informativo, o autor compartilha sua motivação íntima para abordar um aspecto muitas vezes negligenciado no tratamento da dor crônica: o papel vital do apoio da família. Ao longo de sua carreira, ele testemunhou repetidamente como o amor, a compreensão e a estrutura fornecidos pela família podem ser uma fonte de força e conforto inestimável para aqueles que enfrentam a jornada da dor crônica. Através de histórias reais de pacientes e experiências pessoais, o autor explora como o apoio da família pode ser um fator determinante no curso do tratamento e na recuperação do paciente. Da simples presença nos momentos mais difíceis à participação ativa no processo de tratamento, cada gesto de apoio familiar pode desempenhar um papel significativo na jornada para aliviar a dor e restaurar a esperança. Com uma mistura única de conhecimento médico e compaixão humana, este livro oferece uma visão perspicaz sobre a importância vital do apoio da família para aqueles que enfrentam a batalha contra a dor crônica. É uma leitura essencial não apenas para pacientes e familiares, mas também para qualquer pessoa interessada em compreender a complexidade da dor crônica e o poder transformador do amor e do apoio familiar.
  • BEIJO ESCRITO Seu último suspiro disse "O mundo que eu sonho um dia vai existir. Adeus". Mas sejam bem-vindos.
  • Este livro aborda, a importância da inclusão social. Em seus capítulos, o leitor encontrará histórias fictícias, inspiradas em situações reais. Por se tratar de um livro inclusivo, os capítulos serão contados em português na maior parte, e bem no finalzinho, serão mescladas palavras em português, Libras e SignWriting. Nesta obra, o leitor encontrará um marcador de páginas que também é um glossário de Libras e SignWriting. Espero que gostem dessa viagem interativa, em que poderão conhecer um pouco desse universo e seus desafios.
  • No capítulo 17 do livro do apóstolo Mateus, nove discípulos de Jesus estiveram em um embate com forças malignas que não puderam vencer. Ao perguntar para o Mestre qual a razão do fracasso, receberam como resposta que a derrota se deu por causa da pequenez da fé que tinham. Como aqueles discípulos, nós também enfrentamos embates que não conseguimos vencer. Montanhas se apresentam impedindo de prosseguirmos vitoriosos no propósito de Deus para nós. Neste livro, você não só encontrará respostas, mas também saberá como desenvolver a semente de fé até chegar ao ponto em que “nada seja impossível para você”
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    “Conhecendo o Deus do Salmo 23 Passo a Passo”, quero apresentar sete títulos que representam a minha particularidade com o meu Bom Pastor. Jeová Rophi – o Senhor é meu pastor (v. 1); Jeová Shalom – o Senhor é minha paz (v. 2, com Juízes 6:24); Jeová Rafá – o Senhor é minha saúde (v. 3, com Êxodo 15:26); Jeová Tsidkenu – o Senhor é minha justiça (v. 3, com Jeremias 23:6); Jeová Shammah - o Senhor é meu companheiro (v. 4, com Ezequiel 48:35); Jeová Nissi – o Senhor é minha vitória (v. 5, com Êxodo 17:15); Jeová Jireh – o Senhor é minha provisão (v. 6, com Gênesis 22:24). O SENHOR É MEU PASTOR, a ovelha tem que conhecer a voz do seu bom pastor, para não seguir uma voz estranha. Como vivemos em uma época de tantas vozes que nos cercam, é necessário conhecer o Bom Pastor Jesus Cristo particularmente. Eu não sei se Ele é o seu pastor, mas tenho certeza de que é o meu.