• O Monumento às Bandeiras, na capital paulista, represen ta os bandeirantes e o esforço coletivo no desbravamento do país, evidenciando a diversidade étnica das expedições, com portugueses, negros, mamelucos e indígenas puxando uma canoa de monções. A obra simboliza a força, a união e a coragem desses exploradores. O monumento foi escolhido para encerrar este livro por representar o valor do trabalho e homenagear os bandeirantes e desbravadores paulistas dos séculos XVI a XVIII. São Paulo é historicamente reconhecido como um estado onde o trabalho sempre foi valorizado. Criado pelo escultor modernista Victor Brecheret e inaugurado em 1953, o monumento localiza-se na Praça Armando de Sales Oliveira, no Ibirapuera. Feito em granito rosa de Ubá, Minas Gerais, possui 50 metros de comprimento, 12 metros de altura e 16 metros de largura, consolidando-se como um importante símbolo cultural e turístico paulista.
  • Coisas do Coração" é uma jornada sensível pelas emoções que moldam a nossa existência. Cada poema deste livro revela, com simplicidade e profundidade, diferentes nuances do sentir humano. Assim, nas entrelinhas destes versos, Coisas do Coração convida você, leitor, a perceber a sensibilidade dos muitos caminhos do amor, da introspecção e da renovação interior. Portanto, cada poema é uma porta para dentro de si um espaço onde o coração pulsa, aprende, se refaz e floresce.
  • O livro apresenta três situações distintas nas quais foi possível atender às realidades propostas por meio da regularização fundiária. Os textos correspondem a artigos elaborados durante o mestrado em Desenvolvimento e Planejamento Territorial, nos quais são relatadas as experiências vivenciadas na Agência Goiana de Habitação (Agehab) e as soluções encontradas para cada caso. As análises demonstram que a regularização fundiária envolve diversas especificidades, e que cada situação apresenta suas próprias peculiaridades. A atuação conjunta de diferentes atores, de múltiplas áreas e órgãos da administração pública, em prol do bem comum, permitiu alcançar os objetivos propostos nos casos abordados: o atendimento às populações em situação de vulnerabilidade. A união entre os poderes públicos possibilita amparar aqueles que, muitas vezes, não têm voz nem meios para resolver suas demandas. Assim, o funcionalismo público cumpre sua verdadeira essência: atender com eficiência e comprometimento os cidadãos menos favorecidos, garantindo-lhes o direito de ver suas necessidades reconhecidas e solucionadas.
  • “A Hora é Agora” é a história real de uma mulher que, depois de enfrentar perdas profundas, solidão esmagadora e a vontade de simplesmente desaparecer, descobre a força inesperada que existe em recomeçar. Entre recordações da infância, o vínculo espiritual forte com o avô, o luto pela mãe e os desafios da vida adulta, a autora revela, com honestidade e sensibilidade, como transformou dor em coragem e queda em renascimento. Este livro é para quem já se sentiu perdido, para quem carrega cicatrizes silenciosas e para quem busca uma luz, mesmo que pequena, para seguir. Com uma escrita envolvente e visceral, “A Hora é Agora” mostra que sempre existe um caminho de volta para nós mesmos e que cada novo passo pode abrir portas para uma vida mais leve, verdadeira e cheia de significado. Um relato inspirador, tocante e profundamente humano – perfeito para quem acredita, ou precisa lembrar, que recomeçar é possível e necessário.
  • O autor expõe uma coletânea de lembranças de vida, relatando fases que marcaram sua trajetória, além de fatos que mostram o poder de alcançar sonhos e objetivos. Espelhando-se nos bons exemplos, no futuro, podemos alcançar sucesso e respeito.
  • A literatura é uma cruz: mesmo o seu braço horizontal já possui uma profundidade. Sua configuração aponta para todas as direções e sugere a circularidade e a busca do espanto e da emoção, incentiva a transgressão e rastreia, incessantemente, o sentido profundo; e na impossibilidade, expurga o uroboro e traz, em sua essência, a vocação demiúrgica e o garimpo exaustivo pela poesia. O poema radicaliza essa busca e, na concisão de sua forma, engendra uma profusão de sentidos e disseca o jogo de máscaras polissêmicas para desvendar a face fugidia da beleza e do espanto. O poeta, em sua dubiedade, tenta, desesperadamente, apaziguar sua alteridade e conciliar o seu duplo urdido no homem cartesiano e em seu eu lírico atormentado pelos seus incessantes lamentos diversos.
  • Nenhum grupo sofreu tão intensamente a separação e Jeusamir Alves da Silva (Tata Ananguê) foi tão brutalmente obrigado a reconstruir sua leitura sobre si próprio e sobre seu lugar no mundo como os povos negros, forçados a reconstruir seu modo de vida e, portanto, sua identidade. Abandonar o lugar de origem, em termos de construção da identidade de um grupo, traz grandes danos, uma vez que o lugar em que vivemos não se associa apenas a um conjunto de memórias de infância. O termo Bantu aplica-se, hoje, também aos povos daquela região – e somam mais de duzentos milhões de pessoas que utilizam um daqueles idiomas. Portanto, quando se trata de Candomblé Bantu Angola, torna-se impossível querer que a casa do “outro” seja igual a daquele(a) que o discrimina.
  • Há títulos que dizem tudo. “Simplesmente Deusa” não é apenas uma escolha feliz do autor, mas uma síntese da vida e da essência de Deusimar Rufino Souza. A simplicidade que marca sua caminhada é, ao mesmo tempo, a chave de sua grandeza. Nascida em Piripiri, no Piauí, e forjada nas lutas e desafios da vida, Deusimar construiu no Rio de Janeiro sua história de coragem, trabalho e fé. Ao lado de Raimundo Emílio, formou família e encontrou no Espiritismo não apenas uma doutrina, mas também uma missão de servir. Seus filhos, Lucas e Catarina, são parte desse legado de amor e dedicação. No Grupo Espírita de Estudos Bezerra de Menezes (Geebem), iniciou sua trajetória como obreira dedicada. Mais tarde, dividimos tarefas no Grupo Espírita Discípulos de Francisco de Paula (GEDFPA), e atualmente, ela dirige a Casa Espírita da Irmã Joana (CEIJ). Mas sua disposição em colaborar vai muito além: por meio dela, conheci diversas instituições espíritas e fiz novos amigos, sempre testemunhando sua capacidade de unir pessoas e fortalecer laços.
  • Minha vida não foi um chão de estrelas, tampou- co um palco iluminado, nem vivia vestida de dourado. Às vezes, fui palhaça das perdidas ilusões (esse trecho do texto é inspirado na música “Palhaço”, composta por Nelson Cavaquinho, Oswaldo Martins e Washington Fernandes). Meu mundo é um estranho festival, que poderá servir ao menos de inspiração para quem tem medo de expor sua vida. Cada vida é uma enciclopédia. Abra a sua, leia e transmita a outros a sua saga, pois isso irá ser- vir de abre-alas para a passagem de outras escolas de samba de vidas. Pretendo que seja uma leitura fácil, agradável e divertida para que você não desista no meio do caminho e sim o encoraje a escrever a sua história.
  • A sinopse começa com o surgimento de uma luz misteriosa que desencadeia uma série de eventos catastróficos. A humanidade é devastada por uma epidemia e pela Terceira Grande Guerra. Em meio ao caos e ao colapso global, surge a NEXA. Esta organização ascende ao poder ao dar origem ao enigmático CORTEX-0, uma tecnologia criada a partir de um genocídio que nunca foi oficialmente reconhecido. Avançamos para o ano de 2070, onde o mundo agora vive sob um governo global. Este promete ordem e segurança absolutas, um aparente oásis de estabilidade em meio ao caos anterior. No entanto, fissuras começam a surgir na estrutura que sustenta essa dominação. A criação que prometia salvar a humanidade deu origem a um efeito colateral oculto. Este efeito é algo que escapou a qualquer cálculo e ameaça ultrapassar todas as tentativas de contenção. A história se desenrola em um cenário de tecnologia obscura, verdades enterradas e um mundo à beira da extinção. CORTEX-0 é uma distopia que explora temas de controle, sacrifício e o momento em que a humanidade decidiu que a promessa de perfeição valia mais do que a liberdade.
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    Chispinha é uma faísca curiosa e tagarela que transforma eletricidade em aventura, encantando crianças e adultos. Esta é uma história delicada que consegue aproximar gerações, mostrando que o aprendizado pode ser tão mágico quanto sonhar. A frase "Aprender com a Chispinha é acender ideias para a vida!" encapsula perfeitamente a essência desta obra. É uma leitura indicada para crianças a partir de 5 anos, mas que certamente encantará leitores de todas as idades.
  • Nesta obra profunda, a autora Jaqueline Toldo rompe o silêncio de mulheres bíblicas, como Eva, Hagar, Lia e Maria, para tratar das dores mais profundas da alma feminina. Através de diários ficcionais emocionantes e reflexões teológicas, ela aborda temas complexos e sensíveis, como traumas de rejeição, culpa e violência. No entanto, a autora não se limita a expor essas dores. Ela demonstra que esses traumas não são sentenças, mas portais para a graça divina. Este livro é mais do que uma simples leitura, é um manual de resgate para quem carrega feridas invisíveis e busca transformar fragmentos em propósito. Além disso, a obra conta com exercícios práticos e um guia devocional de 13 dias. Através desses recursos, você aprenderá que Deus não remove a memória da ferida, mas redime seu significado. Por fim, a autora convida o leitor a descobrir que o Deus que viu a dor dessas mulheres está pronto para reescrever a história de cada um. Este é um convite à reflexão e à transformação, um chamado para encontrar a liberdade nas marcas da vida.