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“Você pode quase tudo, desde que tenha vontade e perseverança, Se você continuar dizendo que está ocupado, então você nunca estará livre; Se você continuar dizendo que não tem tempo, realmente você nunca o terá; Se você continuar dizendo que fará isso amanhã, então o amanhã nunca chagará.” -
A fada do contrário”, primeiro livro da professora Rosi Flor, encantou os leitores com seu texto lúdico e repleto de sentimentos, sendo recebido com aplausos pela crítica e pelo público. Em seu novo livro, “Era uma vez, Berenice”, Rosi Flor se consolida como um dos grandes nomes da literatura infantil paraibana, ofertando um texto poético, suave e fluído, que encanta na primeira leitura e leva a repetidas, constantes e prazerosas releituras. Berenice, a lagarta, exala simpatia e deixa impregnado na alma do ledor lições imperecíveis, como a força da amizade, a solidariedade da união e, finalmente, a vitória do belo – Dostoiévski lembrava que “a beleza salvará o mundo”. Se o poeta norte-americano Pound falava que o vento é o paraíso, Berenice leva a uma leitura deliciosa e apaixonante, e prova que, na verdade, o vento é o caminho, o verdadeiro paraíso é a amizade, nesta obra que é um assombro do prodígio de sua autora. Destaco também as ilustrações de Edilza Florêncio e Juliana Aline, que findam por transformar o livro “Era uma vez, Berenice” num deslumbrante objeto de arte. Thélio Queiroz Farias (advogado e escritor, Thélio Farias é Presidente da Academia de Letras de Campina Grande e membro da Academia Paraibana de Letras) -
Eis que a Musa Claudia Cristina Ferrari Henriques faz a Alexandre Chiconelli Henriques outra revelação ao seu Poeta Alexandre Chiconelli Henriques. Cursando o Doutorado em Brasília, mas morando no ABC Paulista, ir à Faculdade se tornou uma questão logística. Quatorze horas de ônibus ou duas horas de avião? Os dois! Fomos à Brasília de ônibus e voltamos a São Paulo de avião. Muitas são as razões deste livro que serão elencadas jamais em ordem de importância, mas numa mera sequência lógica: declarar eterno amor; manifestar infinita gratidão; registrar nosso testemunho e repensar a vida. O lugar comum é que o céu seja abençoado e que o chão seja pisado. Sem entrar no mérito de que a bomba atômica foi lançada do céu e de que os alimentos vêm do chão, o fato é que lá de cima no céu, é um abismo de incertezas, é um firmamento sem firmezas; só Claudia soube ser um chão de estrelas. Este também é um livro para todo aquele e toda aquela que se acham, respectivamente, o tal e a tal, pois medem a todos de cima abaixo, mas dificilmente suportariam ver o mundo do ângulo celestial. Principalmente porque ali no alto, não tem sudra ou marajá, não tem ignorante ou doutor, não tem barganha nem coalizão; lá estamos literalmente na palma da mão daquilo que faz cada qual, ao seu modo, prostrar-se em oração e rogar compaixão. No que me concerne, eu estive na palma da sua mão, Claudinha Amada, pois só você lá no céu das incertezas é meu chão de estrelas. Yuri Gagarin disse: “fui ao céu e não vi Deus.” da perspectiva espacial. Impressionante termos ido tão além num simples voo nacional. -
Este livro é indispensável para aqueles que se preparam para a prova de redação do Enem. É igualmente imprescindível para todos que buscam uma vaga nas melhores universidades do país e nos mais disputados concursos públicos. "Escreva Bem – As cinco competências do texto nota 1.000" é um livro completo que apresenta o conteúdo de forma clara e concisa, permitindo que o leitor domine as competências exigidas na produção de texto. O esquema prático disponível neste livro facilita a redação de cada uma das estruturas do texto dissertativo-argumentativo. A introdução, o desenvolvimento e a conclusão são explicados passo a passo, tornando o processo de escrita muito mais fácil. Além da redação, o livro também inclui uma seção com os principais pontos da gramática aplicada à escrita de excelência. Ao final do livro, o leitor encontrará tudo o que é necessário para responder com sucesso às questões discursivas. Por todas essas razões, estudantes, concursandos, professores, assessores de comunicação e todos que trabalham com a escrita têm em mãos uma referência prática decisiva para escrever um texto irreparável. Este é um livro que será útil durante toda a vida acadêmica. -
“Isso denuncia que esta obra está absolutamente fora da moda, de sua época, e é por isso desprovida de atrativos e bom senso. Que obra desprezível, anacrônica, perversa. De fato, e a verdade precisa ser dita: que obra maldita, mal falada, malfadada,mal escrita [...]”
“[...] Este livro de mau gosto, de mau agouro porque diz verdades, talvez não deva mesmo, enfim, sendo proscrito ser prescrito a ninguém [...]”
“[...] tais indivíduos podem passar mal ao ler este livro detestável e tóxico [...]”
“Aliás, é um livro miserável, deprimente, revoltante (da primeira à última página)”
“Mas uma obra indigesta assim não pode ser louvada [...] E este é, de fato, um livro perigoso [...]”
“Aliás, esta obra é como um fruto proibido: um pecado. Falo e falo a verdade. Sobretudo às mulheres: Afastem-se deste mal!!! [...] Porém, eu repito a um improvável leitor: não leia, não se atreva, não se fira, não ceda à tentação, não abra a obra[...]”
“Mas, se alguém por curiosidade não consentir em me obedecer e ceder à tentação – em vez de deixar este livro fechado, censurado, pendurado para sempre, calado, intocado na árvore do esquecimento, saiba; ouça!!! (não se atreva). Antes de ser picado por esta obra [...]”
Trechos extraídos do antiprefácio
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Há obras que se limitam a registrar o seu tempo, e há aquelas que, ao fazê-lo, acabam nos ajudando a interpretá-lo, situando os acontecimentos no interior de processos históricos mais amplos e desvendando as forças políticas, ideológicas e sociais que lhes dão sentido. Escritos contra os autoritários e a revolta antidemocrática, de Charles Gentil, que ganha agora nova edição, insere-se nessa segunda tradição. Hoje, felizmente, já existe uma razoável prateleira de obras publicadas que deram conta do período sombrio de emergência, força e efeitos nefastos do bolsonarismo no Brasil desde a ascensão de Jair Bolsonaro, fruto, em grande medida, dos longos e difíceis anos em que o Poder Judiciário, a República da Lava Jato no Paraná, setores da mídia e o conservadorismo brasileiro emparedaram a esquerda, o PT e seus governos progressistas. Muitos desses livros são fruto de pesquisas acadêmicas ou jornalísticas; outros, ensaísticos. Há ainda aqueles que buscam explicar faces específicas do bolsonarismo, entre as quais a vigência do discurso antipetista, a tragédia da pandemia de Covid-19, o ódio à esquerda, à ciência e ao pluralismo, a violenta política de criminalização da sociedade civil ou a liberalização desmedida de armas e munições, além dos ataques sistemáticos à democracia e da providencial resistência de nossas instituições. Todos eles compõem uma já razoável historiografia, quase em tempo real, sobre a ascensão do fenômeno bolsonarista. -
A travessia de Moisés nos parece verossímil? E a força de Sansão? Os milagres do Cristo? O canto de Iara, Mãe d’Água? Como tudo o quanto é milagroso, mágico e sublime pode até não ser verossímil, mas, aos olhos da fé, são verdades eternas. Da mesma forma, pode não ser verossímil um casal de coelhos enormes distribuir doces, ou de fantasminhas brincalhões arrancar sorrisos, ou ainda, um casal Noel encantador esparramar presentes. Mas, os puros de coração sabem que é um direito de todos crer ou descrer, ao mesmo tempo que ninguém tem o direito de desesperançar. A nossa obra tem um questionamento e propõe uma tese: integrar torcidas violentas, eleger políticos canalhas e idolatrar famosos infames é próprio dos grandes e dos adultos, mas, acreditar em coelha e coelho da Páscoa, Mamãe e Papai Noel, fantasminhas engraçados e demais mascotes que, inegavelmente, espalham amor e aliviam a dor é ser “sentimentaloide” ou “infantiloide”? Não! Não pode ser! Assim, que a felicidade de sermos um do outro, tanta que nem há quanta, espante o desespero e espalhe a esperança com verdades que superam a verossimilhança -
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O romance Espelho de Jesus: Oração e Ação desperta no leitor o sentir estar mais perto de Deus, que é o motivo de estar aqui na terra: preparando-se para a vinda do Senhor. Ele mostra a ação de Deus na história. Deus escolhe três jovens — Ruth, Isabel e Ester — para desenvolver seu projeto, e graças à sua disponibilidade e boa ação, conseguem realizar o plano de Deus mediado por Maria e o anjo Siloé. O livro traz algumas citações bíblicas que contrapõem alguns pecados corriqueiros, como a mentira, bem como algumas atitudes de pessoas de má índole que discriminam e oprimem. As jovens têm o papel de ajudar essas pessoas a fazerem um exame de consciência, mudarem de vida e seguirem os exemplos de Jesus Cristo. Por outro lado, amparam as pessoas ofendidas a terem mais autoestima e viverem os ensinamentos de Jesus Cristo, que é vida e luz. As jovens conseguem ganhar muitas almas, diminuir as desigualdades sociais e salvar muitas famílias desajustadas. -
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O presente livro aqui foi batizado e registrado com o nome ESTAS POESIAS SÃO PARA VOCÊ. É uma obra cujos poemas foram escritos em dez versos (décima), um feito ousado e de extrema dedicação ao propósito literário. Foram muitas horas de trabalho em pesquisa para se chegar a este objetivo poético. Aqui, o autor fez uma seleção de poemas com os mais diversos temas, tais como social, filosófico, lírico e humorístico -
Todos nós somos divididos, não acham? Perdemos alguma parte de nós através dos choques do dia a dia. Talvez já nasçamos partidos, mais do que imperfeitos. Um copo d'água pode estar incompleto, mais a água dentro dele é uma. Nós talvez não. Somos incompletos e talvez estilhaçados no que sobra desta incompletude. A dor nossa de cada dia. Não apenas o mel, mas o amargor. A idade se aproximando, o destino de cada um. Misto de fragmentos de ficção e pensamentos, este trabalho visa afrontar a visão normal dos eventos e situações do mundo, visto aqui como, em parte, absurdo. Um tema que comparece em um número significativo de vezes é a velhice, a decadência, não moral (seria muito), mas física do ser humano que declina a cada dia. Com dificuldade de cumprir tarefas simples como amarrar um sapato. A relação com o semelhante, com a moça que passa no condomínio, uma relação puramente visual e rechaçada, também recebe a lupa do escritor, que também transita heroicamente pelo mundo polarizado do Brasil atual e suas peculiaridades. -
O assunto principal deste livro é a abundância. A abundância é uma promessa do Senhor, e, além do mais, temos todo o direito, porque, a partir da hora em que recebemos Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador, somos coerdeiros com Ele. "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome." (João 1:12) A Bíblia afirma que Deus é o dono da prata e do ouro. Ao crer, nos tornamos filhos, e, na condição de filhos, somos agraciados com a bênção da abundância. Estamos rodeados de pessoas, algumas já há muito tempo na igreja, mas que ostentam ideias e pensamentos que formam uma espécie de escamas limitantes, impedindo-as de ver o lado bom e positivo das coisas. É como uma dieta em que tudo que é saboroso e apetitoso parece proibido. Deus fez o homem para ter comunhão e relacionamento com Ele. Ele valorizava muito o tempo de qualidade na companhia de Adão, todas as tardes. Olhando por essa ótica, tudo o que Deus fez foi para atender e satisfazer o homem. Mas este desprezou tudo, abraçou a mentira e se deleitou com o engano. Então, Deus se ausentou e não mais participou das reuniões dos finais dos dias. Mas Cristo veio trazer de volta a nossa participação na abundância. O grande perigo de tudo isso é o apego de grande parte dos chamados filhos de Deus em seguir o exemplo de Adão: valorizar mais o ter do que o ser. Não há problema algum em buscar o ter, mas, primeiro, é preciso ser: obediente, fiel, manso e bom. Aprender de Jesus e ser uma testemunha exemplar, procurando viver um estilo de vida em que Cristo é o centro. Permita que Ele conduza seu negócio, deixando Jesus sempre na frente para abrir os caminhos. -
Marte não será conquistado. Será ocupado, explorado e integrado a uma nova arquitetura de poder. Quando os recursos da Terra entram em colapso, a guerra muda de forma. A disputa deixa de ser por território e passa a ser mais por dados, minerais raros, algoritmos e corpos modificáveis. Marte surge mais como necessidade do que como esperança futura. Um mundo hostil a ser dominado. Este livro expõe a colonização do planeta vermelho como um projeto de poder. Uma operação fria, calculada, em que supercomputadores quânticos decidem destinos, robôs substituem soldados, e seres humanos são redesenhados para servir a uma missão maior. No centro dessa engrenagem, está Elon Musk. Um engenheiro da hegemonia. A SpaceX torna-se o vetor de um império tecnológico onde cada foguete lançado carrega não só carga útil, mas, principalmente, uma sentença ética para a humanidade. Para sobreviver em Marte, será preciso deixar de ser humano para se tornar super-humanos. Corpos reprogramados, mentes fundidas às máquinas. Super-humanos criados para obedecer, explorar e, se necessário, eliminar. A biotecnologia aqui é explorada a ponto de se tornar uma poderosa arma. Mas estas armas também pensam e racionalizam. Quando as criações despertam, nasce a pergunta que nenhuma civilização sobreviveu ilesa a responder: quem controla quem? Inspirada na sombra dos nefilins, seres que ultrapassaram os limites do humano, esta obra conduz o leitor a um futuro em que a evolução não é