Para muitos, Pedro Luíz foi o Pelé das transmissões esportivas. Coincidentemente, no Museu do Futebol, a passarela que leva seu nome está localizada bem na saída da Sala Pelé. Pedro Luíz foi uma das vozes mais importantes da Era de Ouro do Rádio no Brasil. Conhecido também como o Lord, não se sabe se por sua forma elegante de narrar ou pelo seu estilo de vida refinado. Essa dualidade é que faz deste livro muito mais do que um documento importante para a história do nosso rádio esportivo. Além de apresentar narrações antológicas não só de futebol, mas também de boxe, Fórmula 1 ou eventos curiosos como a Travessia de São Paulo a Nado, no rio Tietê ou a criativa cobertura do Grande Prêmio Getúlio Vargas, na década de 1940, que atravessava os estados do Rio, Minas, Goiás e São Paulo, este livro também mostra o lado do mito, que chegou até sugerir à Fifa mudanças na regra do futebol e que, narrado por seu filho, proporciona ao leitor viajar através do tempo numa trajetória emocionante de cumplicidade e carinho entre pai e filho. Um livro para quem ama o futebol, o rádio e o bom da vida.
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Machado de Assis nos deixou, entre tantas outras pérolas de sua insuperável produção literária, o impecável romance Dom Casmurro; e, com ele, o imortal enigma que permeou a separação dos dois personagens centrais da trama: de um lado, Bento Gonçalves, o Bentinho; do outro, Capitolina, filha do lar dos Páduas — a encantadora Capitu. Nesta novela que ora vem a lume, o autor lança um olhar investigativo sobre a convivência amorosa, nascida na adolescência de ambos, entre Bentinho e Capitu; e sobre o principal motivo da ruptura dos laços matrimoniais do casal que eles formaram ainda na mocidade: a infidelidade conjugal de Capitu, cujo filho, Ezequiel, seria, segundo Bentinho, fruto proibido da geleia seminal de outro varão, Escobar, seu melhor amigo. Ao lado dessa investigação, o autor relata diversos momentos de sua própria história e da história de Nuno Dias, um luso-brasileiro com quem ele conviveu por quase vinte anos. É dessa convivência, em cotejo com o enredo do romance Dom Casmurro que se alimenta o texto da presente ficção. -
Como reikiana, cromoterapeuta, psicoterapeuta e apômetra, desenvolvi esta obra em colaboração com a equipe espiritual. O processo de criação envolveu investigações profundas do inconsciente, regressões e canalizações. O principal objetivo deste trabalho é promover o despertar e a evolução do ser como um todo. Para isso, busco proporcionar entendimentos e compreensões, compartilhando joias de sabedoria repassadas pela espiritualidade de luz. A intenção é penetrar e tocar o seu interior, conduzindo-o em uma viagem de autoconhecimento. Convido você a embarcar nesta jornada, onde são contadas diversas histórias existenciais de pessoas desta época e de suas vidas passadas. Cada uma dessas narrativas apresenta personagens variados, proporcionando uma rica tapeçaria de experiências e lições. -
Nesta obra profunda, a autora Jaqueline Toldo rompe o silêncio de mulheres bíblicas, como Eva, Hagar, Lia e Maria, para tratar das dores mais profundas da alma feminina. Através de diários ficcionais emocionantes e reflexões teológicas, ela aborda temas complexos e sensíveis, como traumas de rejeição, culpa e violência. No entanto, a autora não se limita a expor essas dores. Ela demonstra que esses traumas não são sentenças, mas portais para a graça divina. Este livro é mais do que uma simples leitura, é um manual de resgate para quem carrega feridas invisíveis e busca transformar fragmentos em propósito. Além disso, a obra conta com exercícios práticos e um guia devocional de 13 dias. Através desses recursos, você aprenderá que Deus não remove a memória da ferida, mas redime seu significado. Por fim, a autora convida o leitor a descobrir que o Deus que viu a dor dessas mulheres está pronto para reescrever a história de cada um. Este é um convite à reflexão e à transformação, um chamado para encontrar a liberdade nas marcas da vida. -
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Felício não estava perdido. Ele apenas havia se cansado de correr. Ao chegar à cidade de ALÉM, percebe que algo ali desafia tudo o que conhece sobre o tempo. As horas parecem respirar, os encontros acontecem no instante exato em que precisam acontecer, e ninguém está ali por acaso. Cada pessoa carrega sua própria história, seus conflitos silenciosos e uma relação íntima com aquilo que tentou apressar demais na vida. Enquanto tenta entender por que não consegue ir embora, Felício cruza caminhos com figuras enigmáticas: Angelo, sempre presente quando alguém precisa enxergar além do óbvio, e Matilda, uma gata que surge nos momentos em que o tempo pede silêncio, pausa e atenção. Aos poucos, ele começa a com preender que o tempo não é um inimigo — é um espelho. ALÉM não prende. Ela ensina. Ensina que existe um tempo certo para partir, para ficar, para esperar e, principalmente, para se entender. “ALÉM: Onde o Tempo Não Tem Pressa” é uma história sobre desacelerar em um mundo apressado, sobre ouvir o que a vida tenta dizer quando paramos de correr, e sobre descobrir que algumas transformações só acontecem quando aceitamos viver no ritmo do agora. Talvez você também não tenha chegado aqui por acaso. -
Na primeira infância, o cérebro aprende por meio das percepções sensoriais, pois elas são as “portas de entrada” das informações que chegam ao sistema nervoso. Desde a gestação até os primeiros anos de vida, a criança recebe constantes estímulos sensoriais, e é por meio deles que começa a compreender o mundo ao seu redor. Cada cheiro, som, textura, sabor e imagem percebidos contribui para a formação de conexões neurais, promovendo a integração da consciência, o desenvolvimento cognitivo e a construção das primeiras aprendizagens. Para a educação infantil, a proposta de leitura deve ser curta, objetiva, envolvente e acompanhada de ilustrações grandes, capazes de prender a atenção das crianças e favorecer o seu pleno desenvolvimento de habilidades. Compreender o mundo por meio da percepção é uma grande aventura. Nesta obra, a criança descobrirá, de forma divertida, a importância dos órgãos dos sentidos e como contribuem para ela conhecer o ambiente ao seu redor e interagir com ele. Atento a esses requisitos, este livro foi pensado para pais e educadores que desejam elaborar atividades a partir de uma leitura simples e significativa, ensinando às crianças a importância dos órgãos dos sentidos para a percepção do mundo em que vivem. -
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Você pode melhorar sua saúde e seus níveis de energia mesmo pensando que já tem o bastante. Saúde deveria ser o tema central de abordagem e interesse das pessoas numa sociedade fraca, onde as doenças se perpetuam e as pessoas vivem de paliativos buscando intensamente tratar sintomas como depressão, ansiedade, obesidade, hipertensão, diabetes, covid-19, etc, esquecendo-se completamente que isso só revela ausência de saúde. Não procure se livrar dessas doenças para ficar saudável, fique saudável e essas doenças vão embora. Essa é a nossa conversa aqui nesse livro. Acredito que um dos motivos da ausência generalizada de saúde nas pessoas e sociedades em geral tem sido porque não se fala, as pessoas trocam os temas de saúde por temas de doença pensando ingenuamente que se trata da mesma coisa. Outro motivo é porque as pessoas não leem mais, andam enganadas e viciadas com fast food informativas, as chamadas redes sociais, ficando com a impressão de saciedade, mas estão desnutridas, desinformadas e o preço que se paga a longo prazo é muito grande incluindo a falta de saúde. O esforço da leitura pode ser recompensado a longo prazo sob a forma de saúde plena durante toda a sua vida para poder morrer jovem o mais tarde possível. -
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Nesta obra, através de uma inspiração subconsciente, o autor faz uma incursão lembrando os acontecimentos da vida antes do nascimento, os motivos que fizeram a pessoa ser o que foi na vida anterior, como a pessoa pode ser vitoriosa sempre na vida atual e como pode preparar de maneira efetiva a vitória para o nível seguinte, na vida pós-morte, se organizando melhor para transcender, mostrando, a todos os títulos, que o destino é e sempre foi uma escolha consciente contínua, e não uma obra do acaso. -
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Em uma das publicidades do livro Saúde de aço: fundamentos para uma verdadeira saúde, alguém fez o seguinte comentário: “Eu não quero o livro, quero a cura”. E eu pensei: “Como assim?!”. No livro, pode estar a cura ou o início do processo. Tal como a doença é um processo, a cura também é. Processos se curam com processos. A pessoa está com depressão e quer se suicidar, tentando curar o processo com um único evento; isso é “cortar mato”. Ir pelos atalhos não vai resultar em solução: problema não se foge, se resolve, e quem foge encontra-o pior onde quer que for. Ninguém fica deprimido gravemente por acaso, isso começou com mal-estar leve e passageiro, que evoluiu até a depressão no nível em que se encontra agora, OK? Muitos preferem viver de alívios tomando remédio, em vez de tratar de fato a doença. O problema é que, se não crescer e se livrar definitivamente da depressão, a doença vai se tornar hereditária e passar para a geração seguinte. Neste livro, nos propomos a apresentar um paradigma diferente sugerindo ao caro leitor a não aceitar mais que esse problema se perpetue nem em você nem em mais alguma pessoa, seu ente querido ou seu paciente. Faça um favor a si mesmo e ao mundo usando as armas sugeridas aqui nesse livro. Lute, cresça e vença a depressão, que se transformou em um terrível problema de saúde pública. -
O tema deste livro foi a descoberta de um caminho que a poesia me permitiu encontrar, abrindo outras portas, como composições e a descoberta da força das palavras, que, ditas ao seu tempo, são capazes de impactar, gerando emoções e sentimentos aos quais nos achávamos imunes. A nossa humanidade é uma só. Ainda que tenhamos nossas razões para não crer, lhe convido a este desafio, que, ao menos uma vez, sentirá a força da poesia que hoje bate à porta do teu coração com esta literatura. Esta obra tem como tema uma palavra apropriada ao nosso desafio, que é aflorar seus sentimentos. -
O livro Obsessão: Causas, Sintomas e Tratamento é um manual técnico que trata do assunto obsessão espiritual de forma clara, concisa e objetiva, explorando suas causas, formas, tipos, sintomas e tratamentos.
A obsessão espiritual, conhecida hoje como o mal do século, é uma perturbação extrafísica que atinge indistintamente milhões de pessoas no mundo todo. Poucas delas conhecem seu poder destrutivo, que pode causar desde simples confusões mentais até doenças graves e, inclusive, a morte por suicídio.
Com uma linguagem acessível a todos, o livro explica detalhadamente esse mal e inclui conteúdos como: explicações sobre psicosfera, magnetismo, magia, descrição de casos reais, perguntas e respostas, além de uma ampla exposição de todos os atores envolvidos em uma situação obsessiva.
O autor, Luiz Fernando Prioli, tem mais de 15 anos de experiência prática em apometria e mais de 30 anos de estudo específico sobre obsessões. Já realizou mais de quatro mil atendimentos bem-sucedidos com o uso da apometria.
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Abi não sabia por onde pegar o violino, tinha receio com suas unhas salientes de arranhá-lo, que pudesse machucá-lo, como ele próprio que estava machucado. Então pegou o violino como se pega um recém-nascido, da forma mais delicada possível, e tentou encaixá-lo entre o ombro e o queixo. Tentou várias vezes, mas Abi quase que não tinha mais ombro nem queixo. Novamente tentou, que era uma questão de vida para ele que não sabia se conseguiria pegar um outro violino em sua vida, que estava se exaurindo a passos largos. Enfim, o encaixou, mesmo com dor, e com o arco, tentou uma estocada. Outra estocada, e o violino gemeu. Não queria liberar o som, como se estivesse engasgado. Por isso, se desesperou. Abi arrancou uma nota, e o violino começou a chorar. Ele, chorando junto, sem largar do violino, e uma sonata nascia sem autoria de ninguém, mas do desespero da vida, irrigada com as lágrimas de Abi. E a Riva, após muito tempo, também chorava copiosamente, até que Abi, vagarosamente, foi estacionando a sua alma no lugar, dando o último tom silencioso do violino, como se fosse um velório. Desencaixou a relíquia do altar de sua angústia e o depositou de volta no estojo, no seu baú fúnebre, como se despedisse de um ente santo que nunca mais ia ver.