• Somos Claudia Cristina Ferrari Henriques e Alexandre Chiconelli Henriques, respectivamente, a musa e o poeta. Sob inspiração de Claudia, a musa, Alexandre, o poeta, sempre recebe a sublime revelação. Quando ele acha que viu, ela o deslumbra; quando ele acha que sabe, ela o ensina; quando ele acha que deu, ela o abençoa; quando ele acha que faz, ela o edifica; quando ele acha que caiu, ela o reergue; quando ele acha que é o fim, ela lhe mostra que é só o começo; quando ele acha ser para sempre, ela mostra que é além. Através de sua musa, Alexandre se tornou um escritor com extensa obra publicada, da qual este já é o nono livro! Mas, ainda que incompleto, ainda que imperfeito, ainda que talvez até inglório, precisa e deve cantar ao mundo, ao universo e ao pra lá do infinito que só a musa Claudia dá ao poeta Alexandre inspiração de sobra, com nosso amor que é palavra e obra.
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    O comunismo, o mais terrível inimigo da liberdade, tem vigorosas raízes na Grécia Antiga, com Platão, que identificava a liberdade como ausência de lei, a livre iniciativa com a licença e a igualdade com a desordem. Na sequência, Hegel ampliou as ideias platônicas e modulou a perene revolta contra a liberdade e a razão. É dessa conjunção de tirania e irracionalidade que Marx recolheu os postulados de suas teorias para produzir a doutrina marxista. Assim, o marxismo, que tem base na abstração, ensinou aos trabalhadores a guerra de classes, cujas teses são utópicas, centradas em superstições, falácias e insuperáveis contradições. Esta obra recorre à “alegoria das luzes” e percebe que, enquanto a Revolução Francesa de 1789 emitiu seus clarões libertários para o mundo, acendendo a esperança de um futuro radioso, de liberdade e desenvolvimento para a humanidade, a Revolução Russa de 1917 fez o percurso contrário: produziu a loucura socialista, que anula as liberdades individuais, trata a sociedade como “gado humano” e subordina a vida às decisões do Estado.
  • Nesta incrível história de resiliência, o autor propõe ao leitor uma viagem por lugares, momentos, sentimentos e emoções. Antônio Tavares Filho nasceu no interior de Minas Gerais, sendo o filho caçula em uma família de sete irmãos. Com um vocabulário acessível a todos, ele descreve sua autobiografia. Nesta viagem, como bom técnico de futebol que foi, Antônio Tavares faz as vezes de narrador e narra a sua própria história. Ao longo do livro, observa-se que ele não é o único protagonista, uma vez que em seus capítulos outros personagens fazem parte do enredo para ratificar que o homem nunca está só e que uma história só é bem contada quando é vivida. Ao longo desta autobiografia, o leitor passará por caminhos que levam a sentimentos e emoções tão caros ao ser humano como amor, perdão, misericórdia, alegria, superação, milagre, encontros e despedidas, idas e vindas que fazem com que haja crescimento, superação e realização de sonhos. Te proponho a ler esta obra e descobrir algo que vai para além da vida do nobre autor e que o fará refletir sobre sua própria vida e se despir de alguns preconceitos que o impedem de prosseguir na busca de seus sonhos.
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    Em Umbuzeiro, coco de roda é vida. Objetivando dar visibilidade a essa trajetória de vida, o livro “Coco de Roda: relatos e registros da vivência do coco em Umbuzeiro – PB” apresenta a manifestação cultural do coco como algo sublime que proporciona aos brincantes momentos de lazer, prazer, muita diversão e conhecimento. Por meio deste livro, você conhecerá o coco de roda vivenciado em Umbuzeiro, na Paraíba, e identificará a relevância dos saberes, das tradições, dos costumes construídos e vivenciados pela população local para o desenvolvimento de uma identidade umbuzeirense através dos relatos orais de memória dos brincantes de coco. Tomando a vivência do coco de roda como objeto de análise, o livro discute o reconhecimento e a legitimação deste elemento da cultura popular para a história da cidade e busca sensibilizar os jovens umbuzeirenses da importância que a história local tem para a formação da identidade de um grupo social. Nesta perspectiva, estudar os elementos culturais que caracterizam a história do nosso município é relevante para nos percebermos enquanto sujeitos históricos. Assim sendo, convido você, caro leitor, a entrar nessa roda para conhecer o coco de roda umbuzeirense, Patrimônio Cultural Imaterial de Umbuzeiro, que anima e alegra a comunidade local, congregando experiências e construindo identidades.
  • Um estudante, no seu ensino fundamental, é acusado de ser incapaz de escrever. No seu ensino médio, não é reconhecido por sua redação, somado à acusação de não condizer com a normalidade. E, pasmem, no ensino superior, não lhe resta outra escolha a não ser a transferência para o período noturno, por força do odioso bullying. Todavia, contraditoriamente, torna-se autor de 12 obras publicadas e galga o grau acadêmico de mestre. Desculpem-me, mas é isso mesmo que entenderam. É exatamente disso que este livro vai tratar, do Mestre, apesar da Escola. Sim! Apesar de uma escola enviesada, ideopata e anticientífica. Porque a ciência, quando muito bem feita, não tem lado, caminhos, dogmas, mas faz perguntas. Resumindo: não é impositiva, mas demonstrativa. Desculpem-me novamente se a vida escolar deste mestre não apontou caminhos, tampouco inspirou perguntas ou mesmo algumas demonstrações. Por isso e por tanto, este é o livro do “Mestre, apesar da Escola”.
  • Isaac Newton provou cientificamente que o branco, enquanto cor, é a fusão de todas as outras cores que vemos. Albert Einstein disse que a ciência sem a religião é paralítica e a religião sem a ciência é cega. Portanto, desta reunião reluzente, eu faço o nosso presente! O vermelho do amor, o verde da esperança, o amarelo da prosperidade, o azul do céu e do mar, conjugados na candura da paz, em nome de um Natal Branco Branquinho, a ti, ao mundo todo, com carinho. Pode parecer coisa de sonhador, notadamente num tempo em que o Natal é reduzido a mais uma de tantas bandalheiras que já somos obrigados a testemunhar dia e noite. Pode aparentar delírio de poeta, mormente num tempo em que a homenagem devida a Jesus Cristo de Nazaré não pode contar com a oração, com a meditação, com a comunhão, com a compaixão, com a reverência, com a decência, com o clamor e, menos ainda, com o amor de uns para com os outros, modo maior de proceder em memória Dele. Pode assemelhar-se com falta de maturidade ou excesso de ingenuidade, principalmente num tempo em que a noite de Natal se contextualiza por crianças disputando brinquedos, no lugar de brincarem juntas; falação insuportável da vida alheia, como se a de quem fala fosse perfeita; elementos que vêm pela mesa farta e pela bebida boa e não pelo anfitrião, o que se prova quando o mesmo faz um brinde solene e escolhe uma música comovente, e os convidados, depois de rirem, caem de boca no que foi servido. Enfim, pode parecer um quixotesco sonho impossível, quando o Natal, no lugar da celebração máxima de virtudes que deveriam conduzir o dia a dia e a vida de todas as pessoas, é reduzido a um feriado qualquer em que todos estão ocupados demais para qualquer consciência. Ocorre que eu tenho a prova de que não pode e nem deve ser assim. A prova chama-se Claudia Cristina Ferrari Henriques, que, mais do que minha mulher amada, é minha musa inspiradora cuja motivação, cujo estímulo, cujo fortalecimento, cujo acalento são os ombros sobre os quais vejo mais longe e dos quais trago a revelação e o testemunho de que o Natal Branco Branquinho é possível e, até mais, é exigível. É devido a um mundo mais carinhoso, mais polido e mais bonito. Que este livrinho traga fundamentos suficientes para que todos os dias, semanas, meses, anos, Natais e toda nossa vida, sejam Brancos Branquinhos, a um mundo com mais carinho.
  • Sob o calor abrasador do sertão baiano, “Rekoja Ona / Caminhos Cruzados” conduz o leitor por uma narrativa entrelaçada de resistência, sonhos e luta pela liberdade. Ramiro, um jovem caçador determinado a mudar seu destino, nutre o sonho de servir ao Exército, inspirado pelas histórias heroicas narradas por sua avó Miúda, uma guardiã das memórias de um povo marcado pela escravidão e pela força de sua ancestralidade. Ao seu lado, está Luzia, uma mulher destemida, cujo espírito indomável e passado cheio de cicatrizes a tornam uma peça central na luta por justiça. Em um mundo em que a opressão dita as regras, Luzia desafia todas as convenções, guiada pela força de seus ideais e pelo desejo de mudar não apenas seu destino, mas também o de todos ao seu redor. Entre histórias de batalhas, fugas audaciosas e sonhos de liberdade, Berilo Ferreira Marinho constrói um romance histórico arrebatador, em que cada personagem se torna um símbolo da luta e da esperança. Uma obra que conecta o leitor às raízes da resistência e o inspira a jamais esquecer as vozes que ecoam do passado.

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    “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.”
    Eclesiastes 3:1

    Você acaba de entrar em uma jornada para viver os melhores anos de sua vida!
    Para a autora, a chave que abrirá a porta para o novo de Deus está nas madrugadas, às portas fechadas com o Criador.

    Amigo leitor, grandes coisas o Senhor tem feito por nós! Por essa razão, é preciso colocá-lO no mais alto pedestal de nossas vidas e dar a Ele a devida honra.

    O nosso cotidiano turbulento, a vida agitada, tem nos roubado de viver o melhor com Deus. A intimidade com o Senhor nos faz conhecer a voz d’Aquele que é o dono dos nossos dias. Assim, escolha viver com Ele, por Ele. Você subirá a níveis extraordinários. Não tenha medo do novo, se posicione. Onde Deus aponta, Ele paga a conta!

    “Porta Fechada” vai levar o leitor a rever seus conceitos, suas atitudes e sua postura mediante os manjares que o mundo terreno lhe oferece.

    Que o Senhor venha brotar a semente que germinará em solo fértil, que é você. Podas são necessárias, pois elas apontam para a promessa de Deus na sua vida! Que o Senhor comece primeiro em você, para que, depois, venha fazer através de você.

    Desejo que o Senhor o visite no momento em que estiver lendo este livro, derramando uma brisa leve e suave, colocando um anjo supridor para esse tempo. Conexões virão acompanhadas do que precisamos.

    Que você não viva mais de emoção, mas sim de oração. Por isso, feche a porta, cuide do que você tem de mais valioso e não negocie seus princípios. Caminhe na agenda de Deus, pois irá brilhar em meio às trevas.

  • As datas comemorativas são desafiadoras, pois celebram em um único dia importâncias eternas que devem ser cultivadas diariamente. Este é o tema central desta obra, que é uma continuação do Livro Cor de Rosa. O casal Claudia & Alexandre, que comemora seu aniversário de três anos de união estável, é o protagonista desta história. Eles se empenham em passar a mensagem de que o amor verdadeiro sempre enternece e prevalece. Esta é uma lição que eles aprenderam ao longo de sua jornada juntos e que desejam compartilhar com os leitores. Através de suas experiências, eles demonstram que o amor é a força mais poderosa que existe. As novas canções adaptadas pelo autor, do francês e do inglês para o português, são um destaque nesta obra. Elas foram criadas sob a orientação da professora de francês Sonia Gigeck e da professora de inglês Carla Machado Abi Sáber. Além disso, as canções são ilustradas por uma ilustradora profissional, o que adiciona um toque especial ao livro. Por fim, estas canções são um presente à sua musa e esposa Claudia. Ela é a inspiração por trás de cada palavra e cada nota, e é a razão mais poderosa de que só o amor faz a vida cor de rosa. Esta obra é uma celebração do amor e da vida, e uma lembrança de que devemos cultivar o amor todos os dias, não apenas em datas comemorativas.
  • O Cordel é uma expressão sonora, imagética e literária genuinamente nordestina. O Direito é uma construção social que visa a manutenção da ordem social. Aparentemente opostas, mas que não precisam ser. Aqui não há divisões profundas entre a formalidade e a espontaneidade, ou entre a expressão cultural e a jurídica, mas existe a união fomentada pela literatura, pela cultura e pela educação… Ou melhor, por uma nova e bela forma de conhecer o Direito.

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    Você já se pegou pensando que não possui o "dom" para vendas? Ou que essa habilidade é reservada apenas para os extrovertidos ou aqueles que falam mais? Neste livro, Sérgio Belleza desmonta esses mitos com autoridade e experiência, demonstrando que vender é uma habilidade técnica que qualquer pessoa pode aprender e dominar. "A Venda que Nunca Acaba" é baseado na trajetória de Belleza na área comercial e nos treinamentos que ele aplica em empresas e equipes. O autor apresenta um passo a passo prático que abrange desde a abordagem inicial ao cliente até técnicas avançadas de negociação e fechamento. Tudo é apresentado de forma clara e acessível, com exemplos reais e dicas que podem ser aplicadas no dia a dia. Se você deseja melhorar sua performance em vendas, aumentar seus resultados ou até mesmo dar os primeiros passos como um vendedor profissional, este livro é o seu guia. Belleza oferece uma visão abrangente e prática do mundo das vendas, tornando "A Venda que Nunca Acaba" uma leitura essencial para todos que desejam se destacar nessa área.
  • Estamos acostumados a ver a história sendo contada através de grandes líderes, estadistas, heróis ou generais. Mas, e quando o curso dos eventos não depende dessas figuras célebres, mas sim de pessoas comuns, quase anônimas, cujas ações - ou distrações - mudam para sempre o destino da humanidade? "Eu Mudei a História" apresenta episódios surpreendentes onde pequenos gestos tiveram consequências imensas. Um exemplo é o motorista que errou o caminho e a marcha do veículo, permitindo um assassinato que desencadeou a Primeira Guerra Mundial. Outro caso é o do coronel alemão que, sem saber, salvou a vida de Hitler de um atentado ao afastar uma pasta de seus pés. Há também a história do marinheiro que esqueceu de entregar as chaves dos armários do Titanic, onde estavam os binóculos. Isso impediu seu uso no momento crucial da colisão com o iceberg. E ainda, o namorado que, enfurecido com a exposição de cartas de amor, acabou desencadeando uma revolução no Brasil, entre outros episódios. Em cada capítulo, o leitor descobre como atos, muitos deles banais, praticados por personagens despercebidos ou quase invisíveis, geraram desfechos que moldaram séculos inteiros. Esta obra envolvente mostra que a história não é feita apenas pelos grandes nomes. Muitas vezes, ela se transforma pela mão de quem menos esperamos, talvez até por um de nós.