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Este livro aborda temas como burocracia, corrupção e outros aspectos complexos da administração pública. Através de uma narrativa que se desenrola entre carimbos e assinaturas, o autor nos apresenta um mundo onde dragões nascem e se desenvolvem. Alguns desses dragões sopram fogo em papéis, enquanto outros apenas fumegam nas gavetas do poder. A obra não tem a intenção de acusar ou defender, mas sim de refletir sobre esses temas. Aborda a corrupção de uma maneira sutil, sem gritar, e discute a ética sem pregar. O autor utiliza o humor, a fábula e a filosofia como antídotos contra o cinismo que muitas vezes permeia a administração pública. Neste livro, a burocracia é personificada e a corrupção é usada como metáfora. Apesar dos desafios apresentados, a obra mantém uma visão otimista, acreditando na possibilidade de planejamento e na esperança de melhorias na administração pública. -
"Passagens sob o Carimbo Empoeirado" é uma coletânea de narrativas que se situam na tensão entre o mundo jurídico e a vida cotidiana. As histórias se desenrolam em cenários variados, desde fóruns antigos e gabinetes silenciosos até audiências, presídios e paisagens rurais. Elas exploram as decisões formais cujos impactos vão além dos documentos legais, nunca se limitando apenas aos autos. As histórias não idealizam seus personagens. Ao invés disso, acompanhamos juízes, promotores, vaqueiros, réus, soldados e testemunhas anônimas. São figuras comuns, repetidas e quase invisíveis, que são afetadas por ritos, precedentes, ordens e carimbos. Estes elementos tentam congelar o tempo, mas acabam por revelar sua fragilidade. A perspectiva que permeia o livro surge de um ponto de observação único: o espaço entre a decisão escrita e seu impacto no mundo real. As narrativas transitam do papel à realidade, do comando abstrato ao gesto que o materializa, expondo a fratura constante entre o formal e o vivido. Nesse trânsito, o Direito se transforma. Ele deixa de ser apenas uma linguagem normativa e passa a existir como uma presença física. O Direito bate à porta, ocupa espaços, provoca reações, silêncios e consequências que vão além do alcance do texto que as originou. -
Nesta obra profunda, a autora Jaqueline Toldo rompe o silêncio de mulheres bíblicas, como Eva, Hagar, Lia e Maria, para tratar das dores mais profundas da alma feminina. Através de diários ficcionais emocionantes e reflexões teológicas, ela aborda temas complexos e sensíveis, como traumas de rejeição, culpa e violência. No entanto, a autora não se limita a expor essas dores. Ela demonstra que esses traumas não são sentenças, mas portais para a graça divina. Este livro é mais do que uma simples leitura, é um manual de resgate para quem carrega feridas invisíveis e busca transformar fragmentos em propósito. Além disso, a obra conta com exercícios práticos e um guia devocional de 13 dias. Através desses recursos, você aprenderá que Deus não remove a memória da ferida, mas redime seu significado. Por fim, a autora convida o leitor a descobrir que o Deus que viu a dor dessas mulheres está pronto para reescrever a história de cada um. Este é um convite à reflexão e à transformação, um chamado para encontrar a liberdade nas marcas da vida. -
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Chispinha é uma faísca curiosa e tagarela que transforma eletricidade em aventura, encantando crianças e adultos. Esta é uma história delicada que consegue aproximar gerações, mostrando que o aprendizado pode ser tão mágico quanto sonhar. A frase "Aprender com a Chispinha é acender ideias para a vida!" encapsula perfeitamente a essência desta obra. É uma leitura indicada para crianças a partir de 5 anos, mas que certamente encantará leitores de todas as idades. -
A sinopse começa com o surgimento de uma luz misteriosa que desencadeia uma série de eventos catastróficos. A humanidade é devastada por uma epidemia e pela Terceira Grande Guerra. Em meio ao caos e ao colapso global, surge a NEXA. Esta organização ascende ao poder ao dar origem ao enigmático CORTEX-0, uma tecnologia criada a partir de um genocídio que nunca foi oficialmente reconhecido. Avançamos para o ano de 2070, onde o mundo agora vive sob um governo global. Este promete ordem e segurança absolutas, um aparente oásis de estabilidade em meio ao caos anterior. No entanto, fissuras começam a surgir na estrutura que sustenta essa dominação. A criação que prometia salvar a humanidade deu origem a um efeito colateral oculto. Este efeito é algo que escapou a qualquer cálculo e ameaça ultrapassar todas as tentativas de contenção. A história se desenrola em um cenário de tecnologia obscura, verdades enterradas e um mundo à beira da extinção. CORTEX-0 é uma distopia que explora temas de controle, sacrifício e o momento em que a humanidade decidiu que a promessa de perfeição valia mais do que a liberdade. -
Minha vida não foi um chão de estrelas, tampou- co um palco iluminado, nem vivia vestida de dourado. Às vezes, fui palhaça das perdidas ilusões (esse trecho do texto é inspirado na música “Palhaço”, composta por Nelson Cavaquinho, Oswaldo Martins e Washington Fernandes). Meu mundo é um estranho festival, que poderá servir ao menos de inspiração para quem tem medo de expor sua vida. Cada vida é uma enciclopédia. Abra a sua, leia e transmita a outros a sua saga, pois isso irá ser- vir de abre-alas para a passagem de outras escolas de samba de vidas. Pretendo que seja uma leitura fácil, agradável e divertida para que você não desista no meio do caminho e sim o encoraje a escrever a sua história. -
Há títulos que dizem tudo. “Simplesmente Deusa” não é apenas uma escolha feliz do autor, mas uma síntese da vida e da essência de Deusimar Rufino Souza. A simplicidade que marca sua caminhada é, ao mesmo tempo, a chave de sua grandeza. Nascida em Piripiri, no Piauí, e forjada nas lutas e desafios da vida, Deusimar construiu no Rio de Janeiro sua história de coragem, trabalho e fé. Ao lado de Raimundo Emílio, formou família e encontrou no Espiritismo não apenas uma doutrina, mas também uma missão de servir. Seus filhos, Lucas e Catarina, são parte desse legado de amor e dedicação. No Grupo Espírita de Estudos Bezerra de Menezes (Geebem), iniciou sua trajetória como obreira dedicada. Mais tarde, dividimos tarefas no Grupo Espírita Discípulos de Francisco de Paula (GEDFPA), e atualmente, ela dirige a Casa Espírita da Irmã Joana (CEIJ). Mas sua disposição em colaborar vai muito além: por meio dela, conheci diversas instituições espíritas e fiz novos amigos, sempre testemunhando sua capacidade de unir pessoas e fortalecer laços. -
Nenhum grupo sofreu tão intensamente a separação e Jeusamir Alves da Silva (Tata Ananguê) foi tão brutalmente obrigado a reconstruir sua leitura sobre si próprio e sobre seu lugar no mundo como os povos negros, forçados a reconstruir seu modo de vida e, portanto, sua identidade. Abandonar o lugar de origem, em termos de construção da identidade de um grupo, traz grandes danos, uma vez que o lugar em que vivemos não se associa apenas a um conjunto de memórias de infância. O termo Bantu aplica-se, hoje, também aos povos daquela região – e somam mais de duzentos milhões de pessoas que utilizam um daqueles idiomas. Portanto, quando se trata de Candomblé Bantu Angola, torna-se impossível querer que a casa do “outro” seja igual a daquele(a) que o discrimina. -
A literatura é uma cruz: mesmo o seu braço horizontal já possui uma profundidade. Sua configuração aponta para todas as direções e sugere a circularidade e a busca do espanto e da emoção, incentiva a transgressão e rastreia, incessantemente, o sentido profundo; e na impossibilidade, expurga o uroboro e traz, em sua essência, a vocação demiúrgica e o garimpo exaustivo pela poesia. O poema radicaliza essa busca e, na concisão de sua forma, engendra uma profusão de sentidos e disseca o jogo de máscaras polissêmicas para desvendar a face fugidia da beleza e do espanto. O poeta, em sua dubiedade, tenta, desesperadamente, apaziguar sua alteridade e conciliar o seu duplo urdido no homem cartesiano e em seu eu lírico atormentado pelos seus incessantes lamentos diversos. -
“A Hora é Agora” é a história real de uma mulher que, depois de enfrentar perdas profundas, solidão esmagadora e a vontade de simplesmente desaparecer, descobre a força inesperada que existe em recomeçar. Entre recordações da infância, o vínculo espiritual forte com o avô, o luto pela mãe e os desafios da vida adulta, a autora revela, com honestidade e sensibilidade, como transformou dor em coragem e queda em renascimento. Este livro é para quem já se sentiu perdido, para quem carrega cicatrizes silenciosas e para quem busca uma luz, mesmo que pequena, para seguir. Com uma escrita envolvente e visceral, “A Hora é Agora” mostra que sempre existe um caminho de volta para nós mesmos e que cada novo passo pode abrir portas para uma vida mais leve, verdadeira e cheia de significado. Um relato inspirador, tocante e profundamente humano – perfeito para quem acredita, ou precisa lembrar, que recomeçar é possível e necessário. -
O livro apresenta três situações distintas nas quais foi possível atender às realidades propostas por meio da regularização fundiária. Os textos correspondem a artigos elaborados durante o mestrado em Desenvolvimento e Planejamento Territorial, nos quais são relatadas as experiências vivenciadas na Agência Goiana de Habitação (Agehab) e as soluções encontradas para cada caso. As análises demonstram que a regularização fundiária envolve diversas especificidades, e que cada situação apresenta suas próprias peculiaridades. A atuação conjunta de diferentes atores, de múltiplas áreas e órgãos da administração pública, em prol do bem comum, permitiu alcançar os objetivos propostos nos casos abordados: o atendimento às populações em situação de vulnerabilidade. A união entre os poderes públicos possibilita amparar aqueles que, muitas vezes, não têm voz nem meios para resolver suas demandas. Assim, o funcionalismo público cumpre sua verdadeira essência: atender com eficiência e comprometimento os cidadãos menos favorecidos, garantindo-lhes o direito de ver suas necessidades reconhecidas e solucionadas.