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Quem nunca sonhou com um desencarnado? Quem nunca ouviu alguém da família dizer que, no momento da morte, um parente seu falou com um espírito ou disse que o estava vendo? Quem nunca ouviu dizer que fulano ou beltrano viu uma luz? Que uma alma do outro mundo veio, através de um sonho, dar um aviso, uma notícia, anunciar a morte ou o nascimento de alguém? Quem nunca soube que um morto veio dar um palpite no jogo do bicho? Que fulano ou sicrana deu um troço e baixou alguém que já havia morrido? Que uma entidade foi vista em uma casa por uma ou mais pessoas? Que alguém já ouviu um barulho ou sentiu um cheiro estranho no ar? Que outro, depois do coma, narrou coisas que viu e ouviu em um lugar estranho? Que alguém já foi beneficiado com um procedimento cirúrgico de ordem espiritual? Enfim, são histórias e estórias que sempre vieram à baila em todas as famílias e que denotam, por detrás do folclore criado em torno delas, certa semelhança de forma e de conteúdo que retrata a interação dos vivos com os mortos, segundo a carne. -
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Será depressão ou frescura? É um jeito de chamar atenção com esses comportamentos, ou as pessoas que agem assim são mesmo ansiosas e deprimidas? Além do Limite: O Vale da Depressão mostra que não é um chamamento de atenção à toa, mas algo muito grave que requer tratamento. Estou deprimido, o que faço? Questiona-se para conhecer as causas e as formas de tratamento? Os relatos assustam pelo grande índice em todo o mundo, incluindo crianças e adolescentes. É um mal que atinge milhões de pessoas, e nas pesquisas relacionadas aos que sofrem com a doença, elas enfrentam o mal para vencê-lo, embora, aos que cometem suicídio, nem sempre se há uma resposta sobre isso. Será que foram fracos ou não tiveram ajuda sufi ciente para sair do vale da depressão? Para ajudar, deve-se ter muita atenção, porque, na verdade, elas não querem morrer, mas o que sofrem é tão profundo que lhes deixa sem forças sufi cientes para resistir. -
O livro "Além dos Rios: Contos e Haicais" é ambientado em regiões atravessadas por rios, onde é comum a existência de histórias e lendas contadas pelos habitantes locais. A maioria dos contos e haicais apresentados são fruto das percepções e conversas do autor durante suas visitas às margens de vários rios que cortam o estado de Minas Gerais. Daí vem o título "Além dos Rios". Grande parte dos contos é baseada em experiências vividas pelo autor, enquanto outros são narrativas que ele ouviu. Alguns desses contos são facilmente identificáveis, especialmente aqueles que se referem a histórias fantásticas. Apesar de terem uma base real, foram elaborados considerando-se uma perspectiva puramente ficcional. Os haicais, conforme explicam os pesquisadores, são poemas de origem japonesa compostos por três versos. Eles terminam na quinta sílaba tônica no primeiro e terceiro versos, e na sétima no segundo verso, podendo ou não ter rimas. No livro, os haicais foram agrupados por temas, que supostamente têm alguma relação com os contos apresentados. -
O espírito de Gusmão de Alencar nos conduz por três belas histórias de amores complementares. Estes amores, embora inconscientes de sua busca mútua, são o fio condutor de cada narrativa. Apesar de cada história apresentar vivências distintas, todas elas compartilham semelhanças em seus aprendizados. A primeira história revela a capacidade de alguns indivíduos de dar e perceber o amor, removendo a máscara que a sociedade frequentemente nos força a usar e que nos cega. Esta máscara, muitas vezes, nos impede de ver e experimentar o amor em sua forma mais pura e sincera. A segunda história nos transporta para a sociedade parisiense de dois séculos atrás, onde uma pergunta paira no ar: que tipo de amor você escolheria? Seria o amor que é belo e mascarado para a sociedade? Ou seria aquele que realmente ressoa com o que você busca para sua essência? Na terceira e última história, somos confrontados com um dilema: até que ponto você iria para ver um filho feliz? Você renunciaria a um amor? Você abdicaria do seu tempo por amor para ajudá-lo, mesmo que isso signifique renunciá-lo a outro? Cada história narrada aqui oferece um aprendizado diferente. A questão que permanece é: qual seria o seu aprendizado? Cada leitor é convidado a refletir sobre estas questões e a encontrar suas próprias respostas. -
Fernando Leal é um amante eloquente da poesia, em todas as suas vertentes. Apesar disso, seu dom maior são os sonetos clássicos, com rimas perfeitas, métrica, escansão, lirismo e figuras de linguagem eruditas. Todos os seus sentires, o autor coloca na poesia — e o faz de uma maneira fácil, como respirar. É um amante ardoroso da poesia, que nos faz afirmar que Federico García Lorca, não inconsequentemente, disse: “A poesia não quer adeptos, quer amantes.” Fernando se revela um dos mais louváveis poetas que, certamente, fará parte da literatura contemporânea da língua portuguesa desta época. Sua obra, Alvor Poético, é como um arsenal de preciosidades. No anonimato por tantos anos, eis que desponta para brilhar — e assim, todos os adeptos da poesia clássica serão beneficiados. Um piano pode ser um lindo instrumento sensual na inspiração do autor, e poucos conseguirão enxergar essa sensualidade, pois ele escreve com uma sutileza e beleza que transporta ao etéreo os leitores. É um poeta peculiar, de uma sabedoria ímpar, e podemos afirmar que a poesia e Fernando se fundem e não se confundem. É um dom que, desde muito cedo, foi se revelando e cada vez mais se aprimorando. É necessário ler e sentir a poesia única e de rara beleza do poeta que possui o cerne da poesia: Fernando Leal. Só quem ler saberá! -
Esta obra, escrita por Roseli Amora Torres, é um relato poderoso da resiliência e da luta de quatro crianças diante de dificuldades e circunstâncias adversas. A narrativa explora o abandono e a violência familiar, demonstrando como as crianças — Helen, Kate, Samantha e Júnior — enfrentam seus próprios desafios e lutam para sobreviver em um ambiente hostil. Mesmo em meio ao sofrimento, elas encontram forças no amor mútuo, formando laços que as ajudam a superar os momentos mais críticos. O tom sensível da narrativa evidencia a maturidade dos personagens, que reagem de forma intensa às adversidades. Esta história revela a vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, a força inerente a essas crianças, que, unidas, buscam construir um futuro melhor. -
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O propósito de expor minhas narrativas motivou-me a fazer um discurso sobre amizades, pois os amigos, de certa forma, ocupam parte do nosso tempo, tornando nossos dias mais leves. Muitas vezes escutam e não medem esforços para doar um abraço e um ombro amigo. Mas, quando partem para nunca mais voltar, deixam muitas saudades e um vazio profundo. Este livro é também uma homenagem à amizade. -
Nem todo amor é cuidado, e nem todo carinho é sincero. Esta é a premissa de uma história intensa e arrebatadora que nos leva a acompanhar a jornada de um indivíduo que acreditou ter encontrado a felicidade nos braços de alguém. No entanto, essa percepção muda drasticamente quando ele percebe que está preso em uma teia de controle, manipulação e dor. Entre promessas doces e palavras afiadas, surge a luta pela liberdade emocional e pelo reencontro com a própria essência. Este é um romance forte, sensível e real, que nos faz questionar nossas próprias percepções e limites. A história nos leva a uma reflexão profunda: até onde você iria por amor? E quando é a hora de dizer basta? Estas são questões que, embora difíceis, são essenciais para a compreensão de nossas próprias relações e para a busca de um amor verdadeiro e saudável. -
Por que nos relacionamos afetivamente? Simples: por sermos seres gregários. Mas como estamos nos relacionando? Vivemos uma época que o mundo nunca imaginou: o virtual permitiu que as relações contemporâneas se resumissem em quantidade surreal de pretendentes afetivos, porém, com qualidade duvidosa. O mesmo nas relações de trabalho:climas organizacionais tóxicos com pessoas sobrevivendo a base de antidepressivos. Ao mesmo tempo que a informação digital é tão ampliada, as pessoas estão olhando mais para o outro do que a si mesmas, transferindo culpas e responsabilidades, agindo como cegos em tiroteio em que levam mais tiro. Como essas relações cegas podem prosperar, envoltas apenas de paixão, considerada como estado de demência? Quando criticamos o “outro” e não tomamos nenhuma ação, de quem é a culpa e a responsabilidade? Em Amor com Razão, Gilmar viaja pela modernidade líquida e também analisa as relações que muitas vezes coexistem apenas para repetir padrão de traumas ancestrais, bem como a ausência da autoconsciência de que não há tanto livre-arbítrio que se imagina e, por fim, em sua natureza, é transferido inconscientemente à prole o mal enraizado. Trata-se de um ensaio pessoal com reflexões de Filosofia, Psicologia e Economia, em que se fala do Retorno do Investimento das Relações (RIR), que não fossem ignorados; as chances de eventual sofrimento seriam reduzidas para ter mais tempo feliz. -
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Quantas mulheres existem dentro de uma só? Neste livro o autor transita pelo universo lírico e extremamente conturbado das mulheres, com poesia, sensualidade e claro muito humor. Numa sala de espera de um consultório odontológico, uma elegante e sensual empresária cruza e descruza suas pernas até mostrar a calcinha para um desconhecido. Ao perceber os olhos do homem vidrados no seu sexo, discretamente se masturba, deixando-o ensandecido de desejo. Entretanto, como estão num lugar público, à cena vai se configurando cada vez mais hilária e perigosa. -- Lucia não consegue engravidar devido à esterilidade do marido, fato que esfria o casamento e a relação sexual entre eles. Até que ela começa a ter sonhos eróticos com um homem misterioso e sua vida se transforma num terrível tormento.Um homem casado se envolve amorosamente com uma garota de programa, porém, sua esposa pega os dois em flagrante. A partir daí, os três entram em conflito – num jogo de culpas e revelações surpreendentes.E outras histórias sobre traições perigosas, amores avassaladores e encontros casuais – repletos de taras sexuais. Além de deliciosas piadas, poemas, reflexões polêmicas e outras improbabilidades. -
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Sobre este livro, com sete anos, Ana Clara pediu para escrever do jeito dela, em letras maiúsculas para que crianças, desde o primeiro ano, pudessem ler. Também quis desenhar para os pequenos leitores pintarem. Este é o segundo de uma sequência de livros que encantaram nossa família e que há uma imensa vontade de que encante você e sua família também. O primeiro foi “Ana Clara em: meu dia com Joaquim”.