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Se alguém perguntar qual a mensagem central desta obra, a resposta deve ser curta e direta: o poder é você. Este livro nasce da minha indignação frente ao desrespeito ao poder delegado aos eleitos, que, após a apuração das eleições, frequentemente, esquecem de seu verdadeiro propósito. Assim, muitos se tornam influenciadores nas redes sociais, numa desenfreada busca por seguidores, publicando propagandas e enaltecendo feitos patrocinados com recursos públicos. As redes de viés público devem ser utilizadas para informar, educar, divulgar benefícios e prestar contas à população, e não para a promoção pessoal dos eleitos. Nesta obra, convido o leitor a refletir sobre o poder esquecido dentro das urnas e a reconhecer sua própria importância no processo democrático. Analisando o cotidiano das articulações políticas e compreendendo os objetivos dos detentores do comando da nação, você será capaz de identificar e combater essas práticas desrespeitosas. Lembre-se: o protagonista desta história é você. O poder está em suas mãos. O título do livro “Burro, eu? Burro é você” sugere um jogo de espelhos em que a acusação de ignorância ou estupidez é devolvida ao acusador. No entanto, quando o eleito ignora suas promessas e se desconecta das necessidades e desejos daqueles que o elegeram, ele, de maneira sutil ou até explícita, está desrespeitando e subestimando a inteligência e as expectativas de seus eleitores. Esse comportamento pode ser visto como uma forma de agressão, pois desvaloriza o papel ativo e consciente que o eleitor deveria desempenhar na democracia. Assim, o título reflete essa dinâmica de desrespeito e a inversão das expectativas, cujo verdadeiro “burro” não é o eleitor, mas o político que desdenha de sua responsabilidade e do poder dado a ele pelo povo. O desfecho do livro é coerente com o desenvolvimento da narrativa, induzindo a reflexões e propondo uma nova práxis ao leitor/eleitor como forma de tornar sua vida mais qualificada. O conteúdo é genuíno e original para um livro que se encaixa na prateleira de Ciência e Política, sem ser exaustivamente chato e pedante. Sandra Cappellano Barbosa – Jornalista -
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É uma obra que visa ao acolhimento, reflexões e revelações que falam de esperança. Busca-se nessa conexão uma interação com o leitor, proporcionando-lhes um novo olhar sob as perspectivas passadas ou os acontecimentos futuros. São páginas com interação da vida pessoal, acontecimentos marcantes e recortes de pura inspiração, além de inspirações e expressões de pensamentos que permeiam na mensagem de esperança, amor ao próximo e um aspecto de relevância para enfrentamentos de eventos dolorosos. A mensagem traz um vislumbre em ressignificar o passado para que possamos seguir e dar sentido à vida, mesmo com perdas, tristezas e desafios futuros. Um convite para se viver de maneira mais feliz, leve, com aceitação e amor. -
"Reinventando-se aos 50", escrito por Maria Eugênio, também conhecida como Tukinha, é um guia inspirador voltado para mulheres que aspiram ao sucesso no empreendedorismo, sem que a idade seja um empecilho. A obra aborda temas fundamentais como o poder da mente, a paixão como motor de ação, a importância do planejamento estratégico e a relevância do networking. Tukinha, através de suas histórias pessoais e conselhos práticos, convida as leitoras a embarcarem em uma jornada de autodescoberta e empoderamento. Ela incentiva a celebração das conquistas, a superação de desafios e a crença no próprio potencial, elementos essenciais para o sucesso. O livro é um convite aberto a todas as mulheres que desejam se reinventar e que buscam felicidade, liberdade e realização profissional. Tukinha compartilha sua experiência, demonstrando que a idade não é um obstáculo para alcançar os sonhos e construir uma vida plena e bem-sucedida. A mensagem central é que nunca é tarde para buscar o sucesso e a realização pessoal e profissional. -
Ainda temos sonhos... E é neles que a juventude da nossa alma encontra repouso, mesmo quando nossos passos já caminham mais devagar. Este livro é um convite à ternura de rir de si mesmo e à leveza de lembrar que os anos trazem histórias, não apenas rugas. Cada crônica é um espelho cômico e afetuoso da maturidade, com suas travessuras de memória, seus medos bem-humorados e suas sabedorias colhidas no quintal do tempo. É um livro para quem acorda cedo com o corpo cansado, mas ainda guarda no peito o desejo de aprender uma nova dança. É para quem sabe que o tempo pode levar o viço da pele, mas não o brilho do olhar. É para quem ri das próprias distrações, mas ainda se emociona com as lembranças de um cheiro, um lugar, uma canção, uma história... Sonhar, aqui, não é delírio – é resistência. É não aceitar que os dias passem em branco. É acordar com a esperança acesa, como uma vela teimosa em noite de vento. Se a vida é um presente, este livro é o laço que a gente amarra em volta dela: com palavras doces, risos leves e uma saudade boa do que ainda está por vir. Porque o tempo passa, sim, mas os sonhos, se bem guardados, ficam. -
Vivemos em uma sociedade cada vez mais mediada por telas, onde o Direito é constantemente desafiado a se adequar. O livro "O Direito e o Humano na Era Digital" apresenta uma análise cuidadosa e atualizada sobre como a tecnologia vem transformando identidades, relações familiares, transmissão de patrimônio, segurança, privacidade e o funcionamento das instituições jurídicas. A obra é escrita por mulheres juristas que atuam diretamente nos temas abordados, percorrendo desde a modernização dos serviços notariais e registrais até questões sensíveis do Direito das famílias, como proteção de vulneráveis e novas modalidades de violências que emergem na intimidade virtual. Diversos assuntos são tratados na obra para demonstrar como o sistema jurídico deve responder de maneira humana, eficiente e ética. Entre eles, a prática eletrônica de atos notariais, o instituto da adjudicação compulsória extrajudicial, a partilha de bens digitais em jogos on-line, a responsabilização parental frente aos riscos de crianças em jogos virtuais, o estelionato afetivo, o cyberstalking, a construção da futura Lei Brasileira de Inteligência Artificial e a mediação extrajudicial. Com linguagem clara e rigor técnico, este livro entrega ao leitor uma visão contemporânea, crítica e responsável sobre os desafios jurídicos e os benefícios práticos da era digital. A obra reafirma que, mesmo diante das inovações, a dignidade humana permanece como eixo central de toda evolução normativa.