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Este livro é uma rica tapeçaria de sentimentos, abrangendo a alegria, a tristeza, a dor, o desejo e a empatia. Ele explora como essas emoções se manifestam tanto no corpo quanto na alma, proporcionando uma experiência profundamente humana e universal. "Só Sentindo para Saber" é uma coleção de poesias e pensamentos que se transformam em uma narrativa poética. As palavras ganham textura, criando uma viagem sensorial que torna os sentimentos quase palpáveis. O livro não se limita a falar sobre a pele e o poder do toque, mas se concentra principalmente naquilo que alcança o coração. Com uma linguagem simples e honesta, o leitor encontrará pensamentos que nasceram de cicatrizes e sorrisos. Ele aborda momentos de perda e esperança, encontros inesperados e a luz que resiste à mais profunda escuridão. O amor é um tema central, uma emoção que só pode ser verdadeiramente compreendida através da experiência. Como o título sugere, é algo que só se pode entender... Só sentindo para saber. -
Nesta obra, o autor compartilha sua jornada pessoal de conversão ao catolicismo. O processo é complexo e envolve uma série de personagens e eventos significativos: uma criança não batizada, um jurista, Mestre e Doutorando em seu saber, a mulher mais amada, o legado de Francisco e a chegada de Leão XIV. Todos esses elementos se unem para permitir que o estudioso se sente com sua amada à mais Santa Mesa. Além de ser uma narrativa pessoal, o livro também serve como um alerta respeitoso. De acordo com um estudo da Faculdade Teológica Sul-Americana, apenas 10% dos Pastores possuem Bacharelado em Teologia. Em contraste, os Padres são obrigados a cumprir requisitos formais para serem ordenados, incluindo a conclusão do seminário e a Graduação em Filosofia e Teologia. O autor também destaca a importância do legado católico na formação da sociedade como a conhecemos. O calendário que usamos hoje foi criado pelo Papa Gregório XIII em 1582. Além disso, devemos muito ao Padre Boécio, que traduziu muitos dos textos clássicos de Platão e Aristóteles no século VI. E, claro, a Bíblia, que alimenta os espíritos de tantos, foi traduzida para o latim por São Jerônimo no século IV. O autor conclui com uma crítica aos credos que se rebelam contra esse legado filosófico-teológico-intelectual. Ele questiona se é justo desconsiderar a contribuição do catolicismo para a sociedade, incluindo o calendário, os clássicos e a própria Bíblia. -
Todos nós somos divididos, não acham? Perdemos alguma parte de nós através dos choques do dia a dia. Talvez já nasçamos partidos, mais do que imperfeitos. Um copo d'água pode estar incompleto, mais a água dentro dele é uma. Nós talvez não. Somos incompletos e talvez estilhaçados no que sobra desta incompletude. A dor nossa de cada dia. Não apenas o mel, mas o amargor. A idade se aproximando, o destino de cada um. Misto de fragmentos de ficção e pensamentos, este trabalho visa afrontar a visão normal dos eventos e situações do mundo, visto aqui como, em parte, absurdo. Um tema que comparece em um número significativo de vezes é a velhice, a decadência, não moral (seria muito), mas física do ser humano que declina a cada dia. Com dificuldade de cumprir tarefas simples como amarrar um sapato. A relação com o semelhante, com a moça que passa no condomínio, uma relação puramente visual e rechaçada, também recebe a lupa do escritor, que também transita heroicamente pelo mundo polarizado do Brasil atual e suas peculiaridades.