• Amanda, em sua primeira incursão no mundo da ficção, demonstra uma criatividade e talento literário notáveis. A trama que ela tece desvela uma época sombria da nossa história recente, trazendo à tona eventos e circunstâncias que muitos prefeririam esquecer. A autora explora uma linguagem poética e clara, criando no leitor uma série de imagens e sensações. Ela consegue, com maestria, transportar-nos para o cenário e a época em que a história se passa, fazendo-nos sentir como se estivéssemos lá, vivenciando cada momento junto com os personagens. A personagem principal, Beatrice, vivenciou e enfrentou as drásticas consequências do sangrento conflito que foi a Primeira Guerra Mundial. Sua experiência não foi diferente da de milhares de crianças reais que, assim como ela, perderam seus lares, amparo, famílias e tiveram suas infâncias roubadas. A saga de Beatrice, Matteu e Éris é emocionante e cativante. Como leitor, você será levado a uma montanha-russa de emoções, compartilhando suas alegrias, tristezas, triunfos e derrotas. Prepare-se para uma leitura que irá tocar seu coração e deixar uma marca duradoura em sua memória.
  • Este livro aborda uma variedade de temas, começando com a crença no divino. O autor expressa sua convicção de que Deus é o criador de tudo que existe. Ele também discute civilizações passadas, explorando como elas evoluíram e eventualmente desapareceram. Ele se maravilha com as realizações humanas e questiona como essas civilizações foram construídas. Através dessas reflexões, ele levanta a questão de se o desaparecimento de civilizações é o destino inevitável da humanidade na Terra. O autor também discute a lei universal à qual estamos sujeitos e as mudanças constantes do universo. Ele enfatiza que tudo está em um estado de fluxo e transformação, e que nada é verdadeiramente eterno. Ele explora a origem do homem e os milagres que permitiram nossa existência. Além disso, ele discute conceitos como o tempo, a credibilidade das profecias e a impossibilidade de alcançar a velocidade da luz. Referências à Bíblia são feitas ao longo do livro, com menções a figuras como Moisés, Arão e Jesus Cristo. O autor reflete sobre a existência misteriosa do homem, nossos avanços e conquistas, e o fim das nações. Ele questiona para onde todas essas realizações estão nos levando. Ele também discute o planeta Terra, considerando sua existência um verdadeiro milagre. Finalmente, o autor conclui que nossa existência é um milagre da natureza. Ele argumenta que tudo que nos diz respeito é milagroso, e que uma análise cuidadosa revelará a improbabilidade de estarmos aqui. No entanto, ele adverte que não seria necessário muito para levar à nossa extinção.
  • A obra apresenta uma coletânea de poemas que mergulham no universo da introspecção e da melancolia. A linguagem crua e visceral convida o leitor a explorar a profundidade das emoções humanas, como a dor, a perda e a solidão. Através de imagens marcantes e metáforas poderosas, a obra evoca a fragilidade da existência e a busca por sentido em um mundo caótico.
  • Eis que a Musa Claudia Cristina Ferrari Henriques faz a Alexandre Chiconelli Henriques outra revelação ao seu Poeta Alexandre Chiconelli Henriques. Cursando o Doutorado em Brasília, mas morando no ABC Paulista, ir à Faculdade se tornou uma questão logística. Quatorze horas de ônibus ou duas horas de avião? Os dois! Fomos à Brasília de ônibus e voltamos a São Paulo de avião. Muitas são as razões deste livro que serão elencadas jamais em ordem de importância, mas numa mera sequência lógica: declarar eterno amor; manifestar infinita gratidão; registrar nosso testemunho e repensar a vida. O lugar comum é que o céu seja abençoado e que o chão seja pisado. Sem entrar no mérito de que a bomba atômica foi lançada do céu e de que os alimentos vêm do chão, o fato é que lá de cima no céu, é um abismo de incertezas, é um firmamento sem firmezas; só Claudia soube ser um chão de estrelas. Este também é um livro para todo aquele e toda aquela que se acham, respectivamente, o tal e a tal, pois medem a todos de cima abaixo, mas dificilmente suportariam ver o mundo do ângulo celestial. Principalmente porque ali no alto, não tem sudra ou marajá, não tem ignorante ou doutor, não tem barganha nem coalizão; lá estamos literalmente na palma da mão daquilo que faz cada qual, ao seu modo, prostrar-se em oração e rogar compaixão. No que me concerne, eu estive na palma da sua mão, Claudinha Amada, pois só você lá no céu das incertezas é meu chão de estrelas. Yuri Gagarin disse: “fui ao céu e não vi Deus.” da perspectiva espacial. Impressionante termos ido tão além num simples voo nacional.
  • Este livro é um registro para a posteridade dos poemas com que a musa Claudia Cristina Ferrari declara nosso amor de forma sublime. O mês de junho, marcado pelos namorados e pelo meu aniversário, é o cenário perfeito para essa celebração. Claudia pretendia apenas um mimo de aniversário, mas é uma verdade bíblica que a luz não deve ser guardada embaixo da cama. Assim, esperamos que este mundo, assombrado por tanta treva, possa aprender a reconhecer a verdadeira luz. Além disso, este livro é uma celebração da musa que é muito mais do que esposa. Ela é minha melhor amiga, confidente, guardiã e minha eterna namorada. Claudia é a musa que veste nossas fantasias sem me mandar crescer, que ama nossa poesia sem me imputar fraqueza. Ela é a musa que realiza nossos filmes de décadas atrás sem me mandar modernizar, e que sabe ser comigo na Universidade, na Ópera, em Casa, em qualquer ambiente. Por fim, Claudia é a musa que, por fazer de cada hoje um encontro tão primeiro e surpreendente, e do sempre tão breve e insuficiente, faz do além nossa reunião triunfante e prevalente. Assim como o lema de Rose & Jack era "I'll Never Let Go" (Nunca Vou Desistir), e o de Satine & Christian era "Come What May" (Haja O Que Houver), o nosso é "Hoje, Sempre e Além".