• Você já refletiu sobre o quanto seu condomínio está preparado para enfrentar os desafios da violência urbana? Será que apenas câmeras e portarias garantem a tranquilidade dos moradores? Quem deve assumir a responsabilidade pela proteção: o síndico, os órgãos públicos ou cada integrante do mundo condominial? Nesta obra, Sargento Harley apresenta um olhar prático e inovador sobre como transformar contextos sociais em espaços seguros, resilientes e inclusivos. A participação efetiva em projetos como a Rede Comunidade Segura e campanhas como Mulheres Seguras – Condomínio Cidadão, Condomínio Seguro – Cidade Segura demonstra que a verdadeira segurança nasce da cooperação e da responsabilidade compartilhada. Com linguagem clara e exemplos reais, o livro revela estratégias que já impactaram centenas de condomínios e milhares de moradores, mostrando que a cultura de segurança é construída no dia a dia, por meio da integração entre gestores, moradores e órgãos públicos. Mais do que um guia, esta obra é um chamado à ação: sua comunidade está preparada para assumir o compromisso de ser protagonista na construção de um condomínio seguro e de uma cidade mais protegida?
  • Caputira — nome que já soa como poesia — agora ganha voz em versos e sentimentos pelas mãos sensíveis e talentosas de Camilla Augusta. Formada em Direito e História, Camilla faz neste livro mais do que um exercício de memória: ela nos convida a caminhar por entre as ruas de chão batido, os causos de antigamente, os vultos da política local, as batinas dos padres e as janelas das escolas, tudo sob o olhar nostálgico e detalhado de quem conhece o valor da história e a leveza da poesia. Caputira em Versos e Sentimentos é um mergulho afetivo entre os anos de 1855 e os anos 90, um período em que a cidade se firmava se formava e se transformava. Em cada poema, Camilla eterniza figuras bucólicas, paisagens encantadoras e instantes do cotidiano que o tempo pode ria apagar — não fosse sua arte de recontar com emoção e exatidão. É impressionante como ela costura o passado com beleza e profundidade, sem perder a simplicidade que torna esta leitura tão acessível e cativante.
  • Este caderno de empreendedorismo apresenta projetos desenvolvidos por alunos a partir da elaboração de um plano de negócios, ferramenta essencial para analisar a viabilidade econômica e financeira de um empreendimento. O material é resultado de um projeto disciplinar que estimula o pensamento empreendedor, o planejamento estratégico e a compreensão das etapas necessárias para a criação de uma microempresa. Ao longo do desenvolvimento dos trabalhos, foram realizadas pesquisas de mercado, levantamento de dados econômicos e culturais, além da construção de planos estruturados que incluem organização administrativa, planejamento de marketing, planejamento financeiro e operacional. Entre os diversos projetos elaborados, este e-book reúne cinco planos de negócios selecionados em diferentes áreas: floricultura, loja de suplementação alimentar, loja de produtos agropecuários, lava-jato e padaria. Cada proposta apresenta estudos e análises que demonstram o potencial e os desafios de cada empreendimento.
  • Em organizações multinacionais, a matriz raramente governa a operação real. Governa relatórios, indicadores e narrativa cuidadosamente construídas para tornar a complexidade local administrável – e aceitável. Narrativas moldam decisões em organizações globais analisa como a realidade operacional das filiais é progressivamente filtra da, sintetizada e reinterpretada à medida que sobe na hierarquia corporativa. O livro demonstra que essa distorção não decorre de desonestidade individual, mas de racionalidade organizacional: em ambientes de visibilidade parcial, narrativas se tornam mecanismos funcionais de sobrevivência e estabilidade. Ao longo dos capítulos, a obra examina como indicadores substituem a observação direta, como contextos explicativos encerram investigações causais e como decisões de suporte e ajustes incrementais preservam estruturas mesmo diante de desempenho recorrente abaixo do potencial. Sem adotar tom acusatório ou prescritivo, o livro identifica padrões estruturais previsíveis que explicam por que matrizes são frequentemente enganadas sem perceber e por que decisões estratégicas são tomadas com mais confiança do que visibilidade real. Voltada a executivos, conselheiros e lideranças globais, a obra oferece instrumentos analíticos para decidir melhor com informação incompleta, sem ampliar controle nem comprometer a autonomia local.
  • Seja Luz

    R$67,00
    Seja Luz: 10 passos para despertar sua essência e iluminar o caminho é um convite à reconexão interior e à construção de uma vida mais consciente e equilibrada. A partir de uma narrativa legítima, acolhedora e baseada em vivências reais, Viviam Posterli conduz o leitor por uma jornada de introspecção, responsabilidade pessoal e transformação prática. Estruturado em dez passos progressivos, o livro aborda temas como lucidez, superação, ação consciente, missão de vida, confiança, gratidão e posicionamento diante das escolhas cotidianas. Não se trata de um manual de autoajuda tradicional, tampouco de uma obra religiosa ou doutrinária. A proposta é oferecer uma espiritualidade acessível, sem fórmulas prontas, conectada à realidade de quem vive desafios, transições e recomeços Com linguagem clara e madura, Seja Luz propõe reflexões que se desdobram em ação, convidando o leitor a assumir o protagonismo da própria trajetória. Um guia para quem busca sentido, equilíbrio emocional e uma forma mais consciente de estar no mundo — não apenas para ser lido, mas para ser vivido.
  • Prepare-se para uma jornada por um labirinto temporal em “Viajando ao Passado”, de Wilson Moreira Dimartini. Com uma escrita envolvente e repleta de mistérios, você descobrirá que cada escolha e emoção podem ter sido, de alguma forma, predeterminadas.

    Mas o mais intrigante é que, ao virar cada página, você sentirá que partes da sua própria história ecoam nas linhas, revelando como nossas vidas, muitas vezes, são parecidas e se entrelaçam.

    Este livro vai desafiar sua percepção do tempo, do destino e, acima de tudo, da sua própria existência. Uma leitura simplesmente cativante!

  • Cem sonetos não é um limite, uma marca ou um porto de destino, mas uma viagem pela vida, desde o nascimento "Quando eu nasci" até seu ocaso "A luz de meu pai. Não há um roteiro definido ou cronológico. O ponto de partida e o ponto de chegada não estão distantes entre si. Às vezes se confundem entre o religioso e o relógio da existência, perpassando pelos costumes, ecologia, política. Como disse Fernando Pessoa: o poeta é um fingidor. Portanto o livro não é uma autobiografia, mas uma análise poética da vida, com seus percalços e conquistas, construída sobre sonetos predominantemente decassílabos. A seriedade de títulos como "Violência", "Adultério" e "Eucaristia" contrasta com a leveza de outros como "Tantas" e "Menina" ou apaixonados como "Agridoce" e "Amor da minha vida". Fala também da "Arte de ser poeta" faz homenagens ao "Papa Francisco e a "Mulher", entre outras. Leia o livro e se te bater aquela "Saudade", abra o "Velho baú" de "Lembranças" e reveja seu álbum de "Fotografias".
  • O livro é dividido em partes, em que Ernesto Pachito pro- cura expor os principais problemas da indústria cultural no que se refere à gravação e reprodução de música erudita e popular, entendendo que essa indústria tem grande responsabilidade sobre a formação das pessoas ou, ao contrário, sobre sua alienação. Usando de forma ainda expedita os pressupostos de Walter Benjamin e Theodor Adorno para o julgamento do que se produz e difunde nos meios de comunicação em massa, o autor procura demonstrar que nem mesmo as vanguardas musicais e artísticas escapam da cooptação pela indústria cultural. Nem mesmo os compositores ditos engajados estão a salvo disso. Também reflete o livro sobre a questão da materialidade do som musical como recurso expressivo, gerador de sentido, que se perde no ato da gravação e da difusão deste. A segunda parte reza sobre uma metodologia para pesquisa em História da Arte, sobre as artes orientais e pré-colombianas, seguindo pressupostos sincrônicos, já contemplados, aliás, por Walter Benjamin, em que o sentido das obras de artes plásticas antigas é investigado em cruzamentos no tempo e no espaço, propondo-se a primazia deste tipo de contemplação sobre as visadas historiográficas
  • A obra “Para Entender O HUMANO E O SOCIAL” é um livro que se destina aos iniciantes no estudo das Ciências Humanas e Sociais. Na verdade, é um CURSO destinado, principalmente, aos estudos introdutórios que se realizam nas áreas de humanas, nos primeiros semestres de Direito, Psicologia, Pedagogia, Serviço Social, Jornalismo e similares. Reúne conteúdos ministrados em mais de trinta anos do magistério do autor. Para essa iniciação, Milton Greco propõe a construção de um referencial teórico que possibilita ao leitor usá-lo como um instrumento para a compreensão de suas observações sobre a vida e os comportamentos humanos em sociedade, oferecendo-lhe a oportunidade de fazer diagnósticos próprios. De linguagem simples e objetiva, é um instrumento valioso para a iniciação ao estudo das Ciências Humanas e Sociais. É mais que uma leitura, é material de estudo, no mínimo, desafiante.
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    Mais do que sons ou traços no papel, as palavras são sementes. Algumas florescem como acolhimento, pertencimento e cuidado; outras, silenciosas e invisíveis, conseguem se fixar como dores emocionais persistentes, influenciando pensamentos, sentimentos, vínculos e a forma como cada pessoa se relaciona consigo e com o mundo. A partir de uma trajetória que integra comunicação, psicanálise, arteterapia, naturopatia, hipnose e psicologia, a autora tece reflexões sobre o poder construtivo ou feridor da linguagem que habita cada sujeito. Revela como falas aparentemente inofensivas acabam porcristalizar crenças limitantes e favorecer sofrimentos emocionais, ao mesmo tempo em que a ressignificação das palavras permite converter dor emocional em potência, silêncio em escuta e ruptura em reconexão. Este livro é um convite delicado e corajoso para revisitar as palavras recebidas, repetidas e internalizadas ao longo da vida e para reconhecer que, muitas vezes, o cuidado emocional começa no verbo.
  • Desde os primórdios da consciência até as expressões religiosas e filosóficas do mundo contemporâneo, a humanidade construiu inúmeros caminhos para tentar compreender o mistério da existência, o sentido da vida e aquilo que transcende o visível. Cada cultura, cada povo e cada época respondeu a essa busca à sua maneira – por meio de ritos, símbolos, narrativas, silêncios e reflexões. Este Dicionário das Religiões percorre essa diversidade com respeito, cuidado e rigor. Entre milhares de crenças, tradições espirituais e sistemas de pensamento existentes, foram selecionadas e organizadas, em ordem alfabética, 270 formas distintas de relação com o Sagrado – número que permanece aberto, pois a experiência humana continua em permanente construção. Não se trata de uma obra de conversão, tampouco de juízo de valor. Aqui não se estabelecem hierarquias de fé, nem se propõe qualquer verdade absoluta. O que se oferece ao leitor é o reconhecimento da pluralidade como expressão legítima da condição humana e da liberdade de cada indivíduo em escolher – ou não – seu próprio caminho espiritual. Este livro convida à observação, à compreensão e à reflexão. Não para aderir, mas para ampliar o olhar. Não para concordar, mas para respeitar. Porque, apesar das muitas formas, a busca que move o ser humano é, em essência, a mesma.
  • O Jacaranda decurrens é uma árvore de raízes profundas e existência milenar. Resiste ao tempo não pela rigidez, mas pela capacidade de se adaptar às mudanças do solo, do clima e das eras. Suas raízes não buscam pressa: aprofundam-se. Assim como essa árvore ancestral, a vida no planeta se organiza em camadas de tempo. Há existências breves e existências seculares. Tartarugas, aves migratórias e árvores testemunham ciclos que ultrapassam gerações humanas. Essas reflexões nascem da observação desse tempo ampliado um tempo que não se limita ao humano. Ao compreender que não somos o centro, mas parte de um macro ecossistema em evolução contínua, aprendemos que conviver é ajustar, corrigir e respeitar aquilo que nos antecede e nos ultrapassa. O tempo não exige pressa, nem perfeição. Exige apenas raízes profundas o suficiente para sustentar a travessia das eras.