• Neste livro, Andrezza Carolina Brito Farias explora como o pequeno empresário pode prosperar ao alinhar estratégias empreendedoras com os conhecimentos da neurociência e as ferramentas digitais. A obra é um guia prático que desvenda os fundamentos do empreendedorismo contemporâneo, destacando a mentalidade necessária para enfrentar os desafios do mercado atual. Com uma abordagem única, cada capítulo revela insights sobre como o cérebro humano influencia o consumo e como a neurociência pode ser aplicada para criar produtos e serviços mais atraentes. O livro também discute a transformação digital, apresentando ferramentas essenciais que podem ser utilizadas em pequenos negócios para maximizar seu potencial. A autora enfatiza a importância do fator humano em um mundo cada vez mais digital e fornece estratégias práticas para integrar esses elementos, destacando casos de sucesso inspiradores. Ao final, Andrezza propõe um caminho equilibrado entre o digital, a neurociência e o aspecto humano, convidando o leitor a enxergar oportunidades em que outros veem barreiras, preparando-o para um futuro promissor no empreendedorismo.
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    Já refletiu sobre como existem histórias de pessoas incríveis e com feitos surpreendentes? Alguns registros de povos antigos, por exemplo, até hoje, são inexplicáveis pela ciência. Isso leva a crer que o homem sempre teve um desejo de marcar a sua história e deixar o seu legado, e podemos comprovar analisando desde as conquistas e os monumentos antigos até os feitos modernos. Esse desejo de melhoria, evolução e de marcar sua história vai além do racional e controlável; é algo mais primitivo. É tão intrínseco do ser humano que denominei de “INSTINTO”. Entretanto, embora instintivo e inerente ao ser humano, muitas vezes, o cotidiano e os desafios da vida apequenam esse INSTINTO, não permitindo que se manifeste. Compreender esse lado instintivo do ser humano proporcionará, primeiramente, ter a consciência de sua existência, depois, a compreensão de sua proporção, e por fim, trazê-lo à tona para que ele se manifeste. Instinto - O Ser Humano Além do Racional é um compilado de pensamentos, com referências de histórias reais, citações bíblicas e de obras literárias que conduzem o leitor gradativamente ao raciocínio do autor, de maneira filosófica e instigando o autoconhecimento.
  • Isaac Newton provou cientificamente que o branco, enquanto cor, é a fusão de todas as outras cores que vemos. Albert Einstein disse que a ciência sem a religião é paralítica e a religião sem a ciência é cega. Portanto, desta reunião reluzente, eu faço o nosso presente! O vermelho do amor, o verde da esperança, o amarelo da prosperidade, o azul do céu e do mar, conjugados na candura da paz, em nome de um Natal Branco Branquinho, a ti, ao mundo todo, com carinho. Pode parecer coisa de sonhador, notadamente num tempo em que o Natal é reduzido a mais uma de tantas bandalheiras que já somos obrigados a testemunhar dia e noite. Pode aparentar delírio de poeta, mormente num tempo em que a homenagem devida a Jesus Cristo de Nazaré não pode contar com a oração, com a meditação, com a comunhão, com a compaixão, com a reverência, com a decência, com o clamor e, menos ainda, com o amor de uns para com os outros, modo maior de proceder em memória Dele. Pode assemelhar-se com falta de maturidade ou excesso de ingenuidade, principalmente num tempo em que a noite de Natal se contextualiza por crianças disputando brinquedos, no lugar de brincarem juntas; falação insuportável da vida alheia, como se a de quem fala fosse perfeita; elementos que vêm pela mesa farta e pela bebida boa e não pelo anfitrião, o que se prova quando o mesmo faz um brinde solene e escolhe uma música comovente, e os convidados, depois de rirem, caem de boca no que foi servido. Enfim, pode parecer um quixotesco sonho impossível, quando o Natal, no lugar da celebração máxima de virtudes que deveriam conduzir o dia a dia e a vida de todas as pessoas, é reduzido a um feriado qualquer em que todos estão ocupados demais para qualquer consciência. Ocorre que eu tenho a prova de que não pode e nem deve ser assim. A prova chama-se Claudia Cristina Ferrari Henriques, que, mais do que minha mulher amada, é minha musa inspiradora cuja motivação, cujo estímulo, cujo fortalecimento, cujo acalento são os ombros sobre os quais vejo mais longe e dos quais trago a revelação e o testemunho de que o Natal Branco Branquinho é possível e, até mais, é exigível. É devido a um mundo mais carinhoso, mais polido e mais bonito. Que este livrinho traga fundamentos suficientes para que todos os dias, semanas, meses, anos, Natais e toda nossa vida, sejam Brancos Branquinhos, a um mundo com mais carinho.
  • Aprenda com a Voz que Orienta é um guia para quem busca viver de forma consciente e equilibrada. Compartilho neste livro reflexões sobre as virtudes que nos fortalecem e os desafios que nos testam, oferecendo lições práticas sobre como enfrentar as adversidades e aproveitar as oportunidades que a vida nos apresenta. Desde a prudência até a superação das fraquezas, cada capítulo revela uma “voz” que orienta o leitor em direção ao autoconhecimento e à prática de uma vida mais plena. O conceito de “economia da vida” permeia o texto, sugerindo o uso sábio de nosso tempo, energia e emoções. Inspirador e envolvente, este livro é uma verdadeira bússola para aqueles que desejam construir uma trajetória de propósito e harmonia, enfrentando os altos e baixos da vida com sabedoria e serenidade.
  • O tema deste livro foi a descoberta de um caminho que a poesia me permitiu encontrar, abrindo outras portas, como composições e a descoberta da força das palavras, que, ditas ao seu tempo, são capazes de impactar, gerando emoções e sentimentos aos quais nos achávamos imunes. A nossa humanidade é uma só. Ainda que tenhamos nossas razões para não crer, lhe convido a este desafio, que, ao menos uma vez, sentirá a força da poesia que hoje bate à porta do teu coração com esta literatura. Esta obra tem como tema uma palavra apropriada ao nosso desafio, que é aflorar seus sentimentos.
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    “Faces do Tempo” convida você, leitor, a mergulhar numa jornada poética sob a lente do tempo e suas memórias. Cada poema é como uma janela para momentos experienciados, conectando passado e presente, trazendo emoções e reflexões. As estrofes exploram lembranças, afetividades e afagos, a efemeridade dos instantes e a nostalgia que permeia a existência humana. Com uma linguagem sensível e imagens vívidas, o livro revela como o tempo molda não apenas nossas experiências, mas também nossas identidades. Em um mundo em constante mudança, Faces do Tempo nos lembra da importância de contemplar a beleza singela e, ao mesmo tempo, a complexidade de cada segundo vivido, convidando-nos a contemplar as marcas que deixamos e as histórias que carregamos conosco ao longo da vida.
  • Conforme sugere o título, o amor pode existir, dependendo das circunstâncias e do contexto em que está inserido, sobretudo, da atitude das pessoas em que este sentimento se mostra presente. O autor conta em sua obra várias situações em que ele já se perguntou se o amor de fato existe, assim como também relata situações que lhe deram provas de amor. Além disso, é uma obra muito versátil, para diferentes contextos, não cabendo apenas àquelas pessoas que estão em um relacionamento amoroso afetivo, mas sim para todas as relações em que existem sentimentos envolvidos.
  • Queridos leitores, espero que apreciem estes contos que fiz para vocês. Minhas histórias, mesmo sendo fictícias, seguem uma linha necessária para nossa sociedade nos dias atuais. Cada conto tem sua própria peculiaridade, assim, não trazem tédio para meus leitores. Deixo aqui um dito: qualquer semelhança é mera coincidência. Fico grata por adquirirem minha obra. Desejo a vocês uma boa leitura.
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    QUAL É A FUNÇÃO DE UM MEDIADOR ENTRE O PACIENTE E DEUS? Um mediador entre o paciente e Deus, especialmente no contexto da prática médica ou espiritual, pode ser visto como alguém que facilita a conexão entre o indivíduo e o divino, ajudando o paciente a encontrar sentido, conforto e paz durante momentos de doença ou sofrimento. Essa função envolve uma abordagem holística, tratando o paciente não apenas como um corpo físico, mas também como um ser espiritual.
  • Este livro tem o propósito de informar e incentivar o autocuidado, sendo um alerta para o quanto os sentidos são importantes. A fim de manter a saúde, é importante dedicar um tempo para você mesmo em meio a rotinas e obrigações diárias. O autocuidado tem a intenção de garantir o bem-estar de si mesmo para promover a saúde e perceber a doença logo que ela ocorre. Assim, é preciso dar uma atenção especial a você, porque, quando se cuida, não dá preocupação a outras pessoas.
  • Imagine você se casar com alguém que pensa ser o grande amor de sua vida, porém, no futuro, essa mesma pessoa venha a ser o autor da sua morte, e ainda assim, consiga obter vantagens financeiras sobre você. Pois é, caro leitor, atualmente, nossa legislação possibilita que o cônjuge sobrevivente, mesmo sendo autor da ação criminosa, tenha acesso à sua parte meeira, diante da escolha do regime de bens, sem sequer ter contribuído para aquisição desse patrimônio. Trata-se de uma falha na legislação brasileira, a qual precisa ser corrigida, tendo em vista que, infelizmente, essas ocorrências têm se tornado comum. Foi o famoso caso divulgado na mídia de Elize Matsunaga, que matou e esquartejou seu marido, o qual era herdeiro da grande indústria de alimentos Yoki, que inspirou essa pesquisa. Busca-se, portanto, findar que um(a) criminoso(a), que foi capaz de ceifar a vida por quem jurou amor eterno, tenha acesso a bens patrimoniais, dos quais não colaborou financeiramente para obtenção.
  • Os poemas aqui reunidos, sobre as mais diversas temáticas, inauguram essa Segunda Voz que ecoa no caminho de um amadurecimento e de uma travessia de longa data. Eles se inscrevem ao ritmo de pulsações, de fluências advindas quase que a esmo, mas que, ainda assim, procuram dar um contorno alfabético às experiências cotidianas de nossa subjetividade e vivência. Essas experiências estão atreladas aos movimentos fluidos de representações, de afetos, de imagens, de questões dispersas que frequentemente nos habitam e se exercem para além de nós mesmos, para além de nossas vontades egoicas, eminentemente intencionais, conscientes ou reflexivas. Sob este aspecto, este livro escapa a um esforço inflexível, adestrado e disciplinado de arrazoamentos virtuosos. Ele procura subverter os adornos de uma razão positiva que frequentemente captura e forja sentidos estanques e bem construídos, sobretudo, a partir dos rigores semânticos, léxicos, sintáticos ou gramaticais. Diferentemente disso, Segunda Voz busca criar passagens, trânsitos, deslizamentos, aberturas, trocas, para que novas formas, novas imagens e, principalmente, novas musicalidades venham à tona. Seu propósito é ressoar a partir de seus próprios contornos, de seu próprio ato de se escrever, dizendo não a uma só voz, mas a várias vozes – às vozes líquidas do poema, como diria Rimbaud.