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    Você terá que sair da CAVERNA (Deus no Comando) à beira mar e seguir seu rumo passando pela FLORESTA (Deus Continua no Comando). Após, você estará mais preparado para enfrentar a TEMPESTADE e continuar seu caminho”. Esses relatos de situações inusitadas e de difícil entendimento a principio, mas minha imaginação pôde – e ainda pode ser muito criativa em sentir, ver, idealizar e guardar, e só depois transcrevê-las – são naturais e sem explicações lógicas. Como escrevi muitas coisas e acontecimentos no primeiro livro “Deus no Comando”, nesta segunda obra, haverá situações e fatos com certo enriquecimento em detalhes, com muitas lembranças vividas na fase do coma e da cirurgia cardíaca complicada de troca valvar e colocação de marca-passo. Precisava inserir isso tudo no papel, a fim de também dar uma reciclada e ter paz na minha mente, e, de certa forma, substituir essas lembranças para viver o futuro e não me prender muito no passado. Por tudo isso, pela vida, família e amigos, e pelo sentimento maravilho de gratidão que sinto a Deus é que busco ser feliz e tocar minha vida da maneira mais simples, sem menosprezar as pessoas ao meu redor.
  • Através de seus poemas, JOCI buscou expressar vários sentimentos e situações que as pessoas acabam por experimentar e que muitas vezes, os mantém escondidos dentro do coração. Amor, paixão, saudade, solidão, tristeza, decepção, traição, cura, libertação… difícil é não sentir a existência de algum. Enfim, mistérios do coração. Este livro é dedicado a todas as pessoas que amam e que de alguma forma possam se identificar em suas poesias. É dedicado também à sua família, para que seja uma recordação da mãe que os ama. E, de forma muito especial é dedicado à uma pessoa que sempre acreditou no seu sonho de escrever este livro, sua sobrinha, Angela Zucho.
  • A obra que se tem em mãos (ou em telas) se apresenta como um guia dos caminhos aos quais somos socialmente imbricados a enveredar no momento histórico presente.

    O autor traz, em tom de denúncia e alerta, reflexões acerca das consequências mais latentes às novas tecnologias do século XXI, nas esferas social, individual, ambiental e psíquica.

    Suas meditações sobre o ser no mundo presente partem de referências concisas, que exploram a história da civilização, as principais construções teóricas sobre a sociedade até aqui, e as observações empíricas advindas do laboratório cotidiano de um terapeuta latino-americano no século XXI.

    É necessário coragem e ousadia para se embrenhar no tema em questão e buscar explorar as relações materiais e subjetivas da humanidade com o advento das novas tecnologias.

    Como integrantes desse fenômeno complexo, o exercício de analisar e teorizar acerca deste momento histórico é uma tarefa que traz consigo incertezas, inseguranças e grandes dificuldades metodológicas.

    Entretanto não há alguém melhor do que um poeta e trabalhador da saúde mental para elucidar um pouco sobre como a humanidade está lidando com tanta novidade.

    O grande desafio do ser humano frente ao avanço tecnológico massivo e exponencial talvez seja a busca de uma adaptação não destrutiva e mais saudável, pois, como diz o neurocientista Sidarta Ribeiro, “o cérebro humano é um hardware rudimentar para um software complexo, que seria a dinâmica do mundo contemporâneo”.

    Sendo assim, os escritos em questão entram na categoria de uma gama de obras escritas por grandes pensadores atuais (Krenak, Conceição Evaristo, Byung-Chul Han, Maria Homem, Bauman, Márcia Tiburi, Zizek, dentre outros) que podem nos ajudar a buscar novos caminhos nessa relação tão incerta e perniciosa com a atualidade e os mecanismos que nos cercam, nos capturam e nos engolem.

    João Vitor Junqueira Silva (artista e psicólogo)

  • A obra apresenta uma coletânea de poemas que mergulham no universo da introspecção e da melancolia. A linguagem crua e visceral convida o leitor a explorar a profundidade das emoções humanas, como a dor, a perda e a solidão. Através de imagens marcantes e metáforas poderosas, a obra evoca a fragilidade da existência e a busca por sentido em um mundo caótico.
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    Este livro nasceu da vontade de abençoar “Os meus cinco ouvintes”, então, espero que as palavras aqui contidas possam te animar. Com o compilado de breves devocionais feitos através da rede social Instagram, meu desejo é que os textos te ajudem a melhorar como ovelhas de Jesus Cristo. Não há pretensão alguma aqui, somente o sincero pulsar do meu coração fiel a Deus, e à medida que as páginas se multiplicavam, enxerguei a oportunidade de me tornar mais útil ainda na obra do nosso amado Senhor JESUS.
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    Luciane Farias traz nesta obra as suas principais experiências ao longo de mais de 11 anos trabalhando com bebês e crianças bem pequenas. Inspirada por educadoras, como Maria Montessori e Emmi Pikler, a autora compartilha suas vivências trazendo sempre uma reflexão pertinente aos seus relatos. O objetivo principal deste trabalho é compartilhar conhecimentos reais de uma sala de berçário, desde o acolhimento dos alunos e suas famílias, rotina, atividades, burocracias, até o fechamento do ano letivo. O livro contempla vivências reais de um berçário em seu dia a dia, em pleno funcionamento, e tem a intenção de apoiar e auxiliar os educadores (as) de bebês e crianças bem pequenas.
  • A VELHICE - Cipião e Lélio solicitam a Catão que lhes desvende um mistério: como suportar o peso da velhice com tamanha tranquilidade? Para Catão, porém, não há mistério algum, pois nada é mais natural do que aceitar o que a natureza obriga. A mudança forçada dos hábitos, a privação de certos prazeres, a perda gradual das forças, a aproximação da morte... Se as soluções apontadas por Catão para esses dramas universais não nos satisfizerem plenamente, se não nos dispuserem a viajar alegres pela estrada que leva à velhice, uma coisa teremos de admitir: são no mínimo bastante engenhosas. Trata-se do primeiro volume da coleção “Diálogos de Cícero”. O texto é uma tradução direta do latim, posteriormente revista tendo em consideração uma consagrada edição anglo-americana e comparada com três das principais traduções brasileiras. Em notas de rodapé, há informações históricas complementares, registro de divergências entre tradutores e apontamentos sobre o conteúdo. Nossa intenção é captar as sutilezas argumentativas do discurso dos personagens, conciliando, dentro do possível, a qualidade técnica da tradução com o vigor da retórica do autor romano. Como um suplemento à edição, no Posfácio, há uma experiência que pretendemos desenvolver no transcorrer da publicação dos volumes: um diálogo informal entre três tradutores fictícios (Kent, Shelton e Winston) sobre aspectos biográficos, históricos e filosóficos pertinentes à obra.  
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    Onde encontrar inspiração para o sucesso? Ringo e Fred, jovens músicos londrinos, foram buscá-la no nordeste do Brasil, próximo ao mar. Aconselhados por amigos, eles também se programaram para ir ao show de uma incrível banda que já havia influenciado grandes cantores e compositores europeus. Durante dez incríveis dias, eles vivenciarão momentos típicos de um veraneio, convivendo com pessoas especiais que irão mudar o rumo de suas vidas.
  • Desde os primórdios da consciência até as expressões religiosas e filosóficas do mundo contemporâneo, a humanidade construiu inúmeros caminhos para tentar compreender o mistério da existência, o sentido da vida e aquilo que transcende o visível. Cada cultura, cada povo e cada época respondeu a essa busca à sua maneira – por meio de ritos, símbolos, narrativas, silêncios e reflexões. Este Dicionário das Religiões percorre essa diversidade com respeito, cuidado e rigor. Entre milhares de crenças, tradições espirituais e sistemas de pensamento existentes, foram selecionadas e organizadas, em ordem alfabética, 270 formas distintas de relação com o Sagrado – número que permanece aberto, pois a experiência humana continua em permanente construção. Não se trata de uma obra de conversão, tampouco de juízo de valor. Aqui não se estabelecem hierarquias de fé, nem se propõe qualquer verdade absoluta. O que se oferece ao leitor é o reconhecimento da pluralidade como expressão legítima da condição humana e da liberdade de cada indivíduo em escolher – ou não – seu próprio caminho espiritual. Este livro convida à observação, à compreensão e à reflexão. Não para aderir, mas para ampliar o olhar. Não para concordar, mas para respeitar. Porque, apesar das muitas formas, a busca que move o ser humano é, em essência, a mesma.
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    O Direito Civil é um ramo que está sempre presente tanto na sistematização anglo-saxã quanto no próprio ordenamento romano-germânico, embora alguns estudiosos e operadores do direito brasileiro vejam as duas tradições de uma forma bem diferente da realidade. De minha parte e com meu isolado entendimento, o Direito romano era o Direito de uma determinada cidade que regia a vida dos cidadãos que eram independentes, abrangendo, para isso, todo o sistema jurídico vigente e especial em regras Penais, Administrativas e Processuais. O Direito romano era chamado por direito quiritário ou de ius civile, que teve uma grande importância e influência na construção do Código brasileiro quando permitiu que uma parte de seu conteúdo fosse elaborada por meio de um acordo celebrado com particulares, adaptando-se às que eram necessidades da área econômica da cidade. Sei que poucos advogados são os que conhecem o texto original do Corpus Iuris Civilis que influenciou muito na construção do Código Civil brasileiro. Portanto, é muito fácil imaginar a dificuldade para ser escrito este livro de Direito Civil – um passo além da história, atendendo ao meu desejo como projetado!
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    Caro leitor(a),A minha resenha literária vista na obra Direito Civil – um passo além da história, neste Volume II – Guarda Validade –, é de minha autoria como um advogado idoso, grande defensor e propulsor da Teoria da Razão no campo do amplo Direito, em que, infelizmente, continuam a vigorar a mentira e a falsidade no lugar da realidade dos fatos. Portanto, busquei reconstruir a minha autocompreensão entre as pretensões normativas democrático-constitucionais e a facticidade de seu contexto social no mundo jurídico. Para tanto, tomei como ponto inicial os direitos que os cidadãos têm de atribuir uns aos outros o direito na linha correta como legalmente expresso no Diploma Civil, a fim de regular de forma legítima sua convivência com os meios do Direito Positivo, inferindo, pois, que esta é uma formulação que deixa transparecer a provável existência de uma tensão entre o fato e a validade que permeia o sistema dos direitos. Obrigado.
  • O Cordel é uma expressão sonora, imagética e literária genuinamente nordestina. O Direito é uma construção social que visa a manutenção da ordem social. Aparentemente opostas, mas que não precisam ser. Aqui não há divisões profundas entre a formalidade e a espontaneidade, ou entre a expressão cultural e a jurídica, mas existe a união fomentada pela literatura, pela cultura e pela educação… Ou melhor, por uma nova e bela forma de conhecer o Direito.