• “A Hora é Agora” é a história real de uma mulher que, depois de enfrentar perdas profundas, solidão esmagadora e a vontade de simplesmente desaparecer, descobre a força inesperada que existe em recomeçar. Entre recordações da infância, o vínculo espiritual forte com o avô, o luto pela mãe e os desafios da vida adulta, a autora revela, com honestidade e sensibilidade, como transformou dor em coragem e queda em renascimento. Este livro é para quem já se sentiu perdido, para quem carrega cicatrizes silenciosas e para quem busca uma luz, mesmo que pequena, para seguir. Com uma escrita envolvente e visceral, “A Hora é Agora” mostra que sempre existe um caminho de volta para nós mesmos e que cada novo passo pode abrir portas para uma vida mais leve, verdadeira e cheia de significado. Um relato inspirador, tocante e profundamente humano – perfeito para quem acredita, ou precisa lembrar, que recomeçar é possível e necessário.
  • O autor expõe uma coletânea de lembranças de vida, relatando fases que marcaram sua trajetória, além de fatos que mostram o poder de alcançar sonhos e objetivos. Espelhando-se nos bons exemplos, no futuro, podemos alcançar sucesso e respeito.
  • A literatura é uma cruz: mesmo o seu braço horizontal já possui uma profundidade. Sua configuração aponta para todas as direções e sugere a circularidade e a busca do espanto e da emoção, incentiva a transgressão e rastreia, incessantemente, o sentido profundo; e na impossibilidade, expurga o uroboro e traz, em sua essência, a vocação demiúrgica e o garimpo exaustivo pela poesia. O poema radicaliza essa busca e, na concisão de sua forma, engendra uma profusão de sentidos e disseca o jogo de máscaras polissêmicas para desvendar a face fugidia da beleza e do espanto. O poeta, em sua dubiedade, tenta, desesperadamente, apaziguar sua alteridade e conciliar o seu duplo urdido no homem cartesiano e em seu eu lírico atormentado pelos seus incessantes lamentos diversos.
  • Nenhum grupo sofreu tão intensamente a separação e Jeusamir Alves da Silva (Tata Ananguê) foi tão brutalmente obrigado a reconstruir sua leitura sobre si próprio e sobre seu lugar no mundo como os povos negros, forçados a reconstruir seu modo de vida e, portanto, sua identidade. Abandonar o lugar de origem, em termos de construção da identidade de um grupo, traz grandes danos, uma vez que o lugar em que vivemos não se associa apenas a um conjunto de memórias de infância. O termo Bantu aplica-se, hoje, também aos povos daquela região – e somam mais de duzentos milhões de pessoas que utilizam um daqueles idiomas. Portanto, quando se trata de Candomblé Bantu Angola, torna-se impossível querer que a casa do “outro” seja igual a daquele(a) que o discrimina.
  • Há títulos que dizem tudo. “Simplesmente Deusa” não é apenas uma escolha feliz do autor, mas uma síntese da vida e da essência de Deusimar Rufino Souza. A simplicidade que marca sua caminhada é, ao mesmo tempo, a chave de sua grandeza. Nascida em Piripiri, no Piauí, e forjada nas lutas e desafios da vida, Deusimar construiu no Rio de Janeiro sua história de coragem, trabalho e fé. Ao lado de Raimundo Emílio, formou família e encontrou no Espiritismo não apenas uma doutrina, mas também uma missão de servir. Seus filhos, Lucas e Catarina, são parte desse legado de amor e dedicação. No Grupo Espírita de Estudos Bezerra de Menezes (Geebem), iniciou sua trajetória como obreira dedicada. Mais tarde, dividimos tarefas no Grupo Espírita Discípulos de Francisco de Paula (GEDFPA), e atualmente, ela dirige a Casa Espírita da Irmã Joana (CEIJ). Mas sua disposição em colaborar vai muito além: por meio dela, conheci diversas instituições espíritas e fiz novos amigos, sempre testemunhando sua capacidade de unir pessoas e fortalecer laços.
  • Minha vida não foi um chão de estrelas, tampou- co um palco iluminado, nem vivia vestida de dourado. Às vezes, fui palhaça das perdidas ilusões (esse trecho do texto é inspirado na música “Palhaço”, composta por Nelson Cavaquinho, Oswaldo Martins e Washington Fernandes). Meu mundo é um estranho festival, que poderá servir ao menos de inspiração para quem tem medo de expor sua vida. Cada vida é uma enciclopédia. Abra a sua, leia e transmita a outros a sua saga, pois isso irá ser- vir de abre-alas para a passagem de outras escolas de samba de vidas. Pretendo que seja uma leitura fácil, agradável e divertida para que você não desista no meio do caminho e sim o encoraje a escrever a sua história.
  • A sinopse começa com o surgimento de uma luz misteriosa que desencadeia uma série de eventos catastróficos. A humanidade é devastada por uma epidemia e pela Terceira Grande Guerra. Em meio ao caos e ao colapso global, surge a NEXA. Esta organização ascende ao poder ao dar origem ao enigmático CORTEX-0, uma tecnologia criada a partir de um genocídio que nunca foi oficialmente reconhecido. Avançamos para o ano de 2070, onde o mundo agora vive sob um governo global. Este promete ordem e segurança absolutas, um aparente oásis de estabilidade em meio ao caos anterior. No entanto, fissuras começam a surgir na estrutura que sustenta essa dominação. A criação que prometia salvar a humanidade deu origem a um efeito colateral oculto. Este efeito é algo que escapou a qualquer cálculo e ameaça ultrapassar todas as tentativas de contenção. A história se desenrola em um cenário de tecnologia obscura, verdades enterradas e um mundo à beira da extinção. CORTEX-0 é uma distopia que explora temas de controle, sacrifício e o momento em que a humanidade decidiu que a promessa de perfeição valia mais do que a liberdade.
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    Chispinha é uma faísca curiosa e tagarela que transforma eletricidade em aventura, encantando crianças e adultos. Esta é uma história delicada que consegue aproximar gerações, mostrando que o aprendizado pode ser tão mágico quanto sonhar. A frase "Aprender com a Chispinha é acender ideias para a vida!" encapsula perfeitamente a essência desta obra. É uma leitura indicada para crianças a partir de 5 anos, mas que certamente encantará leitores de todas as idades.
  • Nesta obra profunda, a autora Jaqueline Toldo rompe o silêncio de mulheres bíblicas, como Eva, Hagar, Lia e Maria, para tratar das dores mais profundas da alma feminina. Através de diários ficcionais emocionantes e reflexões teológicas, ela aborda temas complexos e sensíveis, como traumas de rejeição, culpa e violência. No entanto, a autora não se limita a expor essas dores. Ela demonstra que esses traumas não são sentenças, mas portais para a graça divina. Este livro é mais do que uma simples leitura, é um manual de resgate para quem carrega feridas invisíveis e busca transformar fragmentos em propósito. Além disso, a obra conta com exercícios práticos e um guia devocional de 13 dias. Através desses recursos, você aprenderá que Deus não remove a memória da ferida, mas redime seu significado. Por fim, a autora convida o leitor a descobrir que o Deus que viu a dor dessas mulheres está pronto para reescrever a história de cada um. Este é um convite à reflexão e à transformação, um chamado para encontrar a liberdade nas marcas da vida.
  • Este livro aborda temas como burocracia, corrupção e outros aspectos complexos da administração pública. Através de uma narrativa que se desenrola entre carimbos e assinaturas, o autor nos apresenta um mundo onde dragões nascem e se desenvolvem. Alguns desses dragões sopram fogo em papéis, enquanto outros apenas fumegam nas gavetas do poder. A obra não tem a intenção de acusar ou defender, mas sim de refletir sobre esses temas. Aborda a corrupção de uma maneira sutil, sem gritar, e discute a ética sem pregar. O autor utiliza o humor, a fábula e a filosofia como antídotos contra o cinismo que muitas vezes permeia a administração pública. Neste livro, a burocracia é personificada e a corrupção é usada como metáfora. Apesar dos desafios apresentados, a obra mantém uma visão otimista, acreditando na possibilidade de planejamento e na esperança de melhorias na administração pública.
  • Este livro é sobre a sua vida, o seu chamado e a sua responsabilidade perante Deus e as pessoas. Se você aspira a ser um pregador ou já exerce esse ministério honroso de anunciar as boas novas de Jesus Cristo, estas páginas não são apenas para leitura. Elas representam um confronto amoroso, um chamado à consciência e um convite ao crescimento. A pregação vai além de subir a um púlpito, organizar palavras bonitas ou emocionar ouvintes. Pregar é carregar um peso espiritual, é representar o Céu diante dos homens e os homens diante de Deus. Por isso, este livro foi escrito com temor, zelo e profunda responsabilidade. Em alguns momentos, o conteúdo é apresentado em forma de sermão. Em outros, assume a forma de reflexão, correção e direcionamento. No entanto, não se deixe enganar pela linguagem acessível. O conteúdo é profundo, desafiador e extremamente necessário para quem leva a pregação a sério. Este livro irá levá-lo a refletir sobre motivação, caráter, preparo espiritual, postura no púlpito e vida fora dele. Isso porque não existe pregação poderosa sem uma vida alinhada. Não existe unção sem responsabilidade. E não existe ministério frutífero sem compromisso com Deus. É importante compreender que o pregador possui uma única missão: preparar os corações das pessoas para receber Jesus.
  • Acordar cedo, organizar o dia e atender com alegria. Responder a todas as mensagens, atualizar o aplicativo. Chamar fornecedores, verificar protocolos, prazos e responsabilidades. Convocar a melhor equipe e realizar reuniões mil. Acompanhar o cliente que já está por um fio. Acalmá-lo a ponto de fazê-lo confiar o momento mais importante de sua vida em você. Recepcionar sempre com um lindo sorriso no rosto, enxugar as lágrimas de alegria, cuidar de cada detalhe e controlar a ansiedade de todos. Simples assim: SER CERIMONIALISTA. Mas o que todos precisam saber é que, por trás dessa profissão sofisticada e elegante, somos batalhadores, guerreiros e, acima de tudo, humanos. Pessoas com sentimentos, que também choram e riem com as conquistas de seus clientes e carregam dentro do coração esta linda profissão.