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Entre Linhas & Versos é um livro que retrata a filosofia da vida na visão de um adolescente. Um breve encontro com a poesia em forma de declarações e reflexões do cotidiano. Uma interpretação de fotografias que desperta o pensamento de modo mais leve e simples, descomplicando ações e reações. As palavras se tornam doces a cada declaração, e amargas a cada desilusão. São encontros e desencontros, idas e vindas, numa busca sem fim, ora procurando alguém, ora procurando a sim mesmo. É uma escrita rotineira que traz para o dia a dia o valor do ser em detrimento do ter, a alegria de estar, a capacidade de amar, de viver e se envolver. O poder da expressão e tudo o que ela representa nesta imensidão chamada VIDA. -
Após sofrer um acidente de carro e refletir sobre a vida, a autora sentiu que precisava escrever as histórias que ouvia no ônibus. Ao estudar Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, aproximadamente 700 quilômetros de casa, voltando a cada 15 dias, conheceu muita gente nos cinco anos de curso. Saía às 18 horas e chegava às 8 horas da manhã, ou seja, 14 horas para conversar — e achava tudo interessante.
Ao escrever sobre as personagens, uniu algumas histórias para criar mulheres fortes, de forma a não ter uma protagonista. O objetivo da autora é mostrar que cada mulher carrega sua vida, suas cargas emocionais, e que não cabe a outra pessoa julgar, e sim ajudar.
Na intenção de deixar um legado, principalmente para as duas filhas entenderem o quanto é importante se apoiarem — e apoiar outras mulheres —, ela busca, com sensibilidade, mostrar que cada uma tem suas dores, amores, sonhos e lutas.
Neste livro, duas irmãs e suas amigas presenteiam o leitor com histórias cotidianas, como tomar um sorvete, permitindo uma identificação que envolve e encanta os leitores, assim como a menina do ônibus que aguardava a próxima viagem. Embarque você também e escreva para a autora sobre qual personagem mais se identificou. Para você, quem é a protagonista do livro Entre Nós e Elas?
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A história começa quando o arcanjo Ezaquiel, em um ato de ousadia, toca o Coração do Eden, a essência da Criação. Como consequência de seu ato, ele é lançado à Terra, transformando-se em Mehzrael, o anjo caído. Agora, corrompido pela dor e pela dúvida, ele se dedica a moldar um novo reino nas sombras do mundo mortal, em uma busca incessante pelo segredo da vida real. Em resposta à queda de Ezaquiel, o Paraíso envia uma comitiva celestial. Liderada por Aureliah, um anjo que, ao lado de outros três anjos guerreiros, desce à Terra. Neste cenário, luz e trevas se entrelaçam em uma luta desesperada, criando um ambiente de tensão e incerteza. "Entre o Céu e a Queda" é uma jornada épica que explora temas como livre arbítrio, fé e redenção. É um mundo onde a pureza não é definida pela ausência de dor, mas pela escolha de resistir mesmo quando tudo parece perdido. À medida que o fim se aproxima, o amor e o sacrifício emergem como possíveis salvadores da Criação. No entanto, eles também podem ser a chave para sua destruição total. Esta é uma história que desafia os personagens a encontrar a luz mesmo nas sombras mais profundas. -
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O livro Entre quatro mil estrelas conta com diversos poemas, citações, um conto de inspiração e coragem, onde também abordamos o empoderamento feminino e falamos de traços culturais muito importantes pra nossa sociedade atual, e claro,sentimentos e saudades, tudo isso de forma poética e intensa. -
Fernando Renard e Mair são dois homens completamente diferentes. O primeiro, um jovem jornalista premiado nacionalmente; o outro, um ancião simples e sem estudo. Em meio à elaboração de uma matéria especial, o repórter viaja até Sergipe para entrevistar o ex-cangaceiro, que faz revelações surpreendentes, envolvendo dois anti-heróis do século XX (Lampião e Macunaíma). Macunaíma foi um personagem fictício. O Herói sem Caráter deu título ao livro de Mário de Andrade. A publicação de 1928 é referência na literatura nacional. Seu sucesso deve-se muito à identificação com o povo brasileiro: sofrido desde que nasceu, lutou para vencer a miséria, valorizando mais a astúcia que o conhecimento acadêmico. Lampião teve seu auge nos anos 1930. Muitos o encaram como herói, enquanto outros o consideram um sanguinário bandido. Percorreu o sertão comandando um bando que roubava ricos, matava traidores e ajudava os necessitados. Em comum, ambos carregam a brasilidade de um país permeado desde sempre pela miséria que clama por justiça (muitas vezes confundida com vingança) e igualdade. Se o destino providenciasse que os caminhos desses dois vultos se cruzassem, certamente teriam muito a ensinar e a aprender um com o outro. -
Penso que é muito difícil estarmos preparados para envelhecer, já a nossa mente pouco acompanha o processo de envelhecimento. Ressignificar, abrir a mente, ampliar a nossa visão e a nossa consciência sobre a vida como um processo contínuo, dinâmico e amoroso é a minha busca constante. Considero crucial falar da velhice por várias razões, e uma delas é nos preparar para o futuro. Mesmo já no ciclo da velhice, temos futuro. Até porque, envelhecer é uma parte natural da vida, e é importante que as pessoas se preparem para essa fase. Ler, comentar, refletir e discutir sobre envelhecimento, tudo isso permite que as pessoas entendam e se conscientizem sobre as mudanças físicas, emocionais, sociais e financeiras que podem ocorrer, além de ajudá-las a tomar medidas proativas para lidar com essas mudanças. Alguns aspectos que considero importantes para dialogar: a) Desconstrução dos estigmas e preconceitos - Muitas vezes, a sociedade associa o envelhecimento apenas com aspectos negativos, como perda de vitalidade, declínio cognitivo e isolamento social. Dialogar sobre o envelhecimento pode ajudar a desconstruir esses estigmas e preconceitos, pro movendo uma visão mais positiva e realista do processo de envelhecimento, e até nos estimulando a prevenir as situações de declínio e isolamento. b) Promoção de uma cultura do respeito e da empatia - Ao dialogar sobre o envelhecimento, podemos promover a cultura do respeito e empatia em relação aos idosos, em toda a sociedade, assim como oferecer apoio e recursos para garantir que nós, idosos, possamos viver com dignidade e qualidade de vida. c) Identificação de necessidades e desafios - Identificar as necessidades e desafios específicos enfrentados pelos idosos, em diferentes áreas, em cuidados de longo prazo, pode nos ajudar a desenvolver políticas, programas e serviços relacionados às necessidades dos idosos, de maneira mais eficaz, eficiente e efetiva. d) Fomento de mudanças sociais e políticas - Ampliar esse diálogo sobre o envelhecimento possibilita a inspiração para promover a inclusão, a acessibilidade e o bem-estar dos idosos, incluindo a melhoria dos sistemas de saúde para atender às necessidades dos idosos e a criação de ambientes amigáveis para todas as idades, trazendo o esclarecimento sobre a necessidade premente de políticas de envelhecimento ativo e saudável. Ao trazer o tema para dialogar, vem à tona a importância de promover uma visão mais positiva e inclusiva do processo de envelhecimento, além de garantir que, ao envelhecer, possamos receber o apoio e os recursos necessários para viver com dignidade, saúde e bem-estar. -
Este livro é composto por desenhos de caricatura. Por meio deles podemos perceber a personalidade e as características de alguns personagens. A caricatura é uma arte que expressa sentimentos, reações, intenções através do desenho proposto pelo autor. Em algumas páginas encontram-se fanzine, amazine, tiras e rascunhos (que quase foram parar no lixo). Houve uma motivação de compartilhar estes desenhos, que é acrescentar um pouco de vida e humor às pessoas. Acredito que poderão proporcionar reflexão para o dia a dia, que muitas vezes parece estar vazio na vida das pessoas. Espero que apreciem esta obra. O autor -
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“Você pode quase tudo, desde que tenha vontade e perseverança, Se você continuar dizendo que está ocupado, então você nunca estará livre; Se você continuar dizendo que não tem tempo, realmente você nunca o terá; Se você continuar dizendo que fará isso amanhã, então o amanhã nunca chagará.” -
A fada do contrário”, primeiro livro da professora Rosi Flor, encantou os leitores com seu texto lúdico e repleto de sentimentos, sendo recebido com aplausos pela crítica e pelo público. Em seu novo livro, “Era uma vez, Berenice”, Rosi Flor se consolida como um dos grandes nomes da literatura infantil paraibana, ofertando um texto poético, suave e fluído, que encanta na primeira leitura e leva a repetidas, constantes e prazerosas releituras. Berenice, a lagarta, exala simpatia e deixa impregnado na alma do ledor lições imperecíveis, como a força da amizade, a solidariedade da união e, finalmente, a vitória do belo – Dostoiévski lembrava que “a beleza salvará o mundo”. Se o poeta norte-americano Pound falava que o vento é o paraíso, Berenice leva a uma leitura deliciosa e apaixonante, e prova que, na verdade, o vento é o caminho, o verdadeiro paraíso é a amizade, nesta obra que é um assombro do prodígio de sua autora. Destaco também as ilustrações de Edilza Florêncio e Juliana Aline, que findam por transformar o livro “Era uma vez, Berenice” num deslumbrante objeto de arte. Thélio Queiroz Farias (advogado e escritor, Thélio Farias é Presidente da Academia de Letras de Campina Grande e membro da Academia Paraibana de Letras) -
Eis que a Musa Claudia Cristina Ferrari Henriques faz a Alexandre Chiconelli Henriques outra revelação ao seu Poeta Alexandre Chiconelli Henriques. Cursando o Doutorado em Brasília, mas morando no ABC Paulista, ir à Faculdade se tornou uma questão logística. Quatorze horas de ônibus ou duas horas de avião? Os dois! Fomos à Brasília de ônibus e voltamos a São Paulo de avião. Muitas são as razões deste livro que serão elencadas jamais em ordem de importância, mas numa mera sequência lógica: declarar eterno amor; manifestar infinita gratidão; registrar nosso testemunho e repensar a vida. O lugar comum é que o céu seja abençoado e que o chão seja pisado. Sem entrar no mérito de que a bomba atômica foi lançada do céu e de que os alimentos vêm do chão, o fato é que lá de cima no céu, é um abismo de incertezas, é um firmamento sem firmezas; só Claudia soube ser um chão de estrelas. Este também é um livro para todo aquele e toda aquela que se acham, respectivamente, o tal e a tal, pois medem a todos de cima abaixo, mas dificilmente suportariam ver o mundo do ângulo celestial. Principalmente porque ali no alto, não tem sudra ou marajá, não tem ignorante ou doutor, não tem barganha nem coalizão; lá estamos literalmente na palma da mão daquilo que faz cada qual, ao seu modo, prostrar-se em oração e rogar compaixão. No que me concerne, eu estive na palma da sua mão, Claudinha Amada, pois só você lá no céu das incertezas é meu chão de estrelas. Yuri Gagarin disse: “fui ao céu e não vi Deus.” da perspectiva espacial. Impressionante termos ido tão além num simples voo nacional. -
Este livro é indispensável para aqueles que se preparam para a prova de redação do Enem. É igualmente imprescindível para todos que buscam uma vaga nas melhores universidades do país e nos mais disputados concursos públicos. "Escreva Bem – As cinco competências do texto nota 1.000" é um livro completo que apresenta o conteúdo de forma clara e concisa, permitindo que o leitor domine as competências exigidas na produção de texto. O esquema prático disponível neste livro facilita a redação de cada uma das estruturas do texto dissertativo-argumentativo. A introdução, o desenvolvimento e a conclusão são explicados passo a passo, tornando o processo de escrita muito mais fácil. Além da redação, o livro também inclui uma seção com os principais pontos da gramática aplicada à escrita de excelência. Ao final do livro, o leitor encontrará tudo o que é necessário para responder com sucesso às questões discursivas. Por todas essas razões, estudantes, concursandos, professores, assessores de comunicação e todos que trabalham com a escrita têm em mãos uma referência prática decisiva para escrever um texto irreparável. Este é um livro que será útil durante toda a vida acadêmica. -
“Isso denuncia que esta obra está absolutamente fora da moda, de sua época, e é por isso desprovida de atrativos e bom senso. Que obra desprezível, anacrônica, perversa. De fato, e a verdade precisa ser dita: que obra maldita, mal falada, malfadada,mal escrita [...]”
“[...] Este livro de mau gosto, de mau agouro porque diz verdades, talvez não deva mesmo, enfim, sendo proscrito ser prescrito a ninguém [...]”
“[...] tais indivíduos podem passar mal ao ler este livro detestável e tóxico [...]”
“Aliás, é um livro miserável, deprimente, revoltante (da primeira à última página)”
“Mas uma obra indigesta assim não pode ser louvada [...] E este é, de fato, um livro perigoso [...]”
“Aliás, esta obra é como um fruto proibido: um pecado. Falo e falo a verdade. Sobretudo às mulheres: Afastem-se deste mal!!! [...] Porém, eu repito a um improvável leitor: não leia, não se atreva, não se fira, não ceda à tentação, não abra a obra[...]”
“Mas, se alguém por curiosidade não consentir em me obedecer e ceder à tentação – em vez de deixar este livro fechado, censurado, pendurado para sempre, calado, intocado na árvore do esquecimento, saiba; ouça!!! (não se atreva). Antes de ser picado por esta obra [...]”
Trechos extraídos do antiprefácio