• Essa não foi uma peregrinação como as outras. Arcelina Helena já percorreu África, as três Américas, Europa e  Brasil central, convivendo e escrevendo sobre os povos excluídos. Faltava a Ásia. Mas não foi nada fácil. O primeiro desafio foi encontrar pessoas dispostas a acolher e servir de guia, ao longo dos 100 dias em solo chinês. A descoberta expressiva de seminaristas, padres, bispos chineses e de outros países que fazem trabalho de caridade e formação. Leigos, brasileiros e professores de diferentes línguas abriram portas para a concretização dessa viagem e deste livro. A segunda barreira a ser vencida foi a língua. Apesar de ter feito um curso básico de Mandarim, se comunicar com os pobres e excluídos só foi possível por meio de intérpretes que ela, gentilmente, achou pelo caminho. Observar e sentir tomaram o lugar da conversa. Havia um fator para dificultar ainda mais a memória de Arcelina. Uma senhora de 73 anos de idade, já não era mais a mesma das outras viagens. Os esquecimentos agora engraçados ao serem escritos, a colocaram em apuros inúmeras vezes. Toda essa dificuldade faz “Cem dias na China... com os Anjos” ser único. O livro é a prova de que a perseverança e obstinação de uma mulher podem vencer qualquer obstáculo. Ao final, ao rever todo o caminho percorrido, podemos ver que a mão Divina guiou e cuidou para que tudo saísse de forma harmônica. O que vocês verão ao longo deste livro é o retrato de uma China que não se vê em cartões postais. E sim, o país que, com toda a sua grandiosidade, conserva, dentro de suas grandes cidades, um pouco de vida rural e interiorana em cada morador. Um país de tradições marcantes, que desperta nossa curiosidade e interesse. Mayara Vila Boa, Jornalista formada pela Universidade Federal de Goiás e Especialista em Filosofia da Arte pelo Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás. Editora Chefe do jornal Goiás Record, da Record TV Goiás.
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    Chegamos! — foi a mensagem que penetrou seus pensamentos, vinda de dentro da nave. Da janela do aparelho puderam ver grande pátio de cristais no qual alguns Seres passeavam. Muito magros, altos, mais de dois metros. Essa e outras situações são relatadas pelo casal em seus mergulhos de autoconhecimento e experiências de vida. Iriam aprender muito. Acredite!
  • De maneira leve e compreensível, Rodrigo Pecchiae nos ensina a como adquirir uma visão mais ampla, não ter medo de novas tecnologias e a como alcançar maiores alturas de forma segura por meio de novas experiências e parcerias. Você precisa urgentemente consultar este livro. Tenha um bom voo!
  • Se alguém perguntar qual a mensagem central desta obra, a resposta deve ser curta e direta: o poder é você. Este livro nasce da minha indignação frente ao desrespeito ao poder delegado aos eleitos, que, após a apuração das eleições, frequentemente, esquecem de seu verdadeiro propósito. Assim, muitos se tornam influenciadores nas redes sociais, numa desenfreada busca por seguidores, publicando propagandas e enaltecendo feitos patrocinados com recursos públicos. As redes de viés público devem ser utilizadas para informar, educar, divulgar benefícios e prestar contas à população, e não para a promoção pessoal dos eleitos. Nesta obra, convido o leitor a refletir sobre o poder esquecido dentro das urnas e a reconhecer sua própria importância no processo democrático. Analisando o cotidiano das articulações políticas e compreendendo os objetivos dos detentores do comando da nação, você será capaz de identificar e combater essas práticas desrespeitosas. Lembre-se: o protagonista desta história é você. O poder está em suas mãos. O título do livro “Burro, eu? Burro é você” sugere um jogo de espelhos em que a acusação de ignorância ou estupidez é devolvida ao acusador. No entanto, quando o eleito ignora suas promessas e se desconecta das necessidades e desejos daqueles que o elegeram, ele, de maneira sutil ou até explícita, está desrespeitando e subestimando a inteligência e as expectativas de seus eleitores. Esse comportamento pode ser visto como uma forma de agressão, pois desvaloriza o papel ativo e consciente que o eleitor deveria desempenhar na democracia. Assim, o título reflete essa dinâmica de desrespeito e a inversão das expectativas, cujo verdadeiro “burro” não é o eleitor, mas o político que desdenha de sua responsabilidade e do poder dado a ele pelo povo. O desfecho do livro é coerente com o desenvolvimento da narrativa, induzindo a reflexões e propondo uma nova práxis ao leitor/eleitor como forma de tornar sua vida mais qualificada. O conteúdo é genuíno e original para um livro que se encaixa na prateleira de Ciência e Política, sem ser exaustivamente chato e pedante. Sandra Cappellano Barbosa – Jornalista
  • 1982 Quando Acordei - Viajar no tempo é assunto que fascina o ser humano. Seja na ficção ou até em estudos científicos, muitas teorias e belas estórias foram contadas em livros e filmes de grande sucesso. Porém todos esbarram em: seria possível daquela maneira? Dá para acreditar? Pois bem, a estória contada neste livro, que tem como pano de fundo o retorno de um personagem ao ano de 1982 em plena Copa do Mundo, além de ser empolgante, e imprevisível e em alguns momentos frenética, surpreende pelos seus acontecimentos e como se conectam no passado e no futuro, e principalmente, nos trazem uma reflexão se a forma desta viagem no tempo seria, de fato, possível. 1982 – Quando Acordei é uma estória de uma busca incessante, que nos carrega em uma jornada emocionante no tempo através do seu personagem principal, o Giovani, nos levando a refletir e a entender o que talvez falte na vida de muitos é o que realmente foram um dia.
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    Iniciei minha jornada na busca de realização no trabalho desde o século passado, pois, mesmo quando eu ainda atuava com tecnologia, em um curso no Canadá, comecei a escrever minhas primeiras páginas de como ter felicidade no trabalho. Os anos se passaram, a paixão pelo desenvolvimento humano aflorou, comecei a atuar com RH, há 20 anos já, mas as pesquisas ainda informam 70 a 80% de pessoas infelizes no trabalho. O resultado é óbvio, pessoas que vão arrastadas para o trabalho geram baixa performance nas empresas, não conseguem reconhecimento nem promoções, acabam demitidas ou pulando de emprego em emprego, acarretando perda de tempo, energia, vida e dinheiro para todos os envolvidos. Hoje, após muitos anos de estudos e experiências, fico à vontade para trazer uma jornada que poderá auxiliar você a conseguir essa tão almejada “felicidade no trabalho”, ou seja, atuar em algo que faça sentido para você, gerando resultados, alta performance, reconhecimento e realização. Tenho clareza de que não podemos ter controle sobre o que a vida nos traz, mas tenho certeza de que podemos ter controle sobre o que nós fazemos com o que a vida nos traz!   Os desafios, inovações e mudanças frequentes do nosso dia a dia trazem a sensação de que somos apenas expectadores de uma vida cansativa, ansiosa e infeliz. Acredito que podemos assumir o controle da nossa vida, mesmo neste cenário acelerado e caótico, utilizando de conceitos e ferramentas para termos escolhas mais assertivas e que nos levem a alcançarmos resultados significativos e de alta performance. Venha comigo nesta jornada de escolha de mais protagonismo, felicidade e realização no trabalho! Vamos?
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    Nascida como dissertação de mestrado e aqui em sua versão aperfeiçoada, esta obra tem como principal objetivo a busca dos princípios de uma possível ciência e prática de psicoterapia à luz do pensamento de Santo Tomás de Aquino. Neste livro, o autor discute a importância de uma psicologia e de uma psicoterapia tomistas para os dias atuais. Faz uma síntese histórica e filosófica sobre tomismo, psicologia e psicoterapia. Investiga e propõe uma definição precisa de psicoterapia sob o enfoque tomista. Faz uma excursão pelas páginas da Suma Teológica de Tomás de Aquino analisando, sintetizando e sistematizando praticamente todo o conteúdo da psicologia lá exposta, abordando temas como: a alma humana e suas potências, o ato voluntário e seus princípios, o fim último do homem, as paixões da alma (as emoções humanas), os vícios e as virtudes. Por fim, a partir de tudo o que foi estudado, o autor apresenta e discute possíveis princípios de uma psicoterapia à luz de Santo Tomás de Aquino, princípios esses referentes fundamentalmente à relação terapêutica, ao alívio do sofrimento e à busca da felicidade. Espera-se que este livro possa introduzir e/ou aprofundar o leitor no tomismo e em sua psicologia. Que possa fornecer, aos interessados, luzes que guiem ou inspirem suas práticas de psicoterapia e/ou aconselhamento interpessoal. E que possa, eventualmente, incentivar estudiosos e praticantes, a darem continuidade aos esforços de desenvolver (na teoria e na prática) essa nova disciplina, que é a psicoterapia tomista.
  • Esse livro é uma pequena Ilíada e Odisseia, em que Orlanu ajuda a libertar o planeta Hesbôer do jugo de Ôrev, assim libertando o povo de Svatim, que está à frente da causa da luta pela liberdade. Na verdade, Orlanu sai da realidade do planeta Terra onde está confinado, em busca do sentido da vida. Isso, num lapso de tempo. Sai do seu quarto e retorna ao seu mundo, já transformado através da memória e da imaginação, como Ulisses de volta à Ítaca, após a guerra de Troia. Nestes tempos conturbados das redes sociais em que identidades são sequestradas em favor dos novos tubarões do capitalismo, Elmos de Almas é um hino que oculta as identificações de um povo através dos elmos, arma utilizada para se libertar do jugo dos que os escravizam sempre com as melhores intenções. É atual e mostra como cada um de nós, como Orlanu, pode contribuir para romper as cadeias e melhorar o mundo ao nosso redor.
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    Este texto tem por objetivo estudar o plano de Deus, utilizando a linguagem empregada modernamente quando se elabora um planejamento. Planejar é o ato ou efeito de prever ou antecipar algo que ainda não ocorreu ou se preparar para realizar algo de maneira organizada. O planejamento define um conjunto de passos que organiza o caminho a ser percorrido para cumprir uma missão. Um planejamento estratégico possui os seguintes passos: visão, valores, cenários, missão, diretrizes, objetivos, estratégias, metas, ações e normas. Os termos do planejamento também serão definidos, e foram extraídos da Bíblia trechos nos quais eles estão presentes. O planejamento estratégico trabalha com a construção dos cenários, especialmente quando se faz projetos de longa duração. Estes nos permitem estudar o futuro, porém, contrariamente às ideias da filosofia determinista, o seu objetivo não é obter sua descrição exata, mas, sobretudo, descrever diferentes alternativas daquilo que pode ocorrer. A construção dos cenários é altamente complexa e dinâmica, as mudanças estruturais são contínuas e com elevado grau de incerteza sobre os rumos que tomarão. Isso requer uma perspectiva mais abrangente dos cenários, considerando uma análise retrospectiva, situação atual e estrutural e as condicionantes, mas Deus, na sua onisciência, construiu cenários que efetivamente ocorreram.
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    Quando o prazer e a afetividade estão inseridos no processo de aprendizagem, a prática de educar torna-se muito mais harmônica e satisfatória tanto para o educando quanto para o educador, efetivando a apropriação do conhecimento de forma eficaz. Partindo desta premissa, o jogo tem papel fundamental neste processo, podendo ser uma ferramenta poderosa para educar, ensinar e promover habilidades, valores e princípios nas mais variadas áreas do conhecimento. Para tanto, é importante e necessário que todo mediador - seja ele(a) professor(a), cuidador(a) ou os próprios pais - tenha em mãos ferramentas que potencializem sua prática. Este livro tem o propósito de fomentar nos mediadores a utilização de jogos como prática educativa, fornecendo alguns recursos bem-sucedidos utilizados pelo autor e cem jogos com reflexões para aplicação. A maioria dos jogos foi criada, e outros, adaptados pelo próprio autor do livro com o objetivo de promover o conhecimento de maneira prática e prazerosa às crianças, e ainda de estimular os leitores a desenvolverem sua criatividade e promoverem o conhecimento de forma lúdica e prazerosa.
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    O Trem

    R$48,00
    O que seis estranhos (ou quase) têm em comum? E o que acontece quando um ator frustrado e de coração partido, uma noiva amargurada, um homem lobo, uma mulher que teme o próprio chuveiro, uma adolescente que nunca abre os braços e um misterioso maquinista são forçados a passarem seus 100 dias finais juntos e presos num trem empacado na neve? Enquanto suas histórias se entrelaçam devagarinho e o passado e presente conversam e zombam de cada um dos passageiros, nossos heróis começam a se questionar se sequer estão lúcidos. A realidade e a fantasia se encontram e o trem os tortura, pondo suas próprias inseguranças e fantasmas à prova. E ali, todos se perguntam se as conexões que construíram serão o suficiente, e descobrindo o que realmente significa estar vivos.
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    Louco cidadão, assim pode-se referir a pessoas em situação de rua. Endereço metonímico que serve como um local de identificação em uma sociedade de controle. Esta obra é um convite para o leitor repensar essa população tão presente nos dias de hoje.