• Este é um livro que levará a crer que cada marca que você carrega, se torne uma plataforma para levá-lo ao cumprimento do seu proposito. A vida é um presente, e saber desfrutar desse presente é aceitar as marcas que a vida deixa sobre nós. Carregar marcas dói, aliás, crescer dói, porém são estas marcas que denunciam o quanto lutamos para chegar ao nosso pódio. Não podemos ficar engessado no passado devido às dores que nos sobreveio, tampouco permitir que as marcas do nosso passado estraguem o nosso futuro. Permite-se viver aquilo que o céu preparou para você! Seja bem-vindo ao novo de DEUS.
  • Nesta obra profunda, a autora Jaqueline Toldo rompe o silêncio de mulheres bíblicas, como Eva, Hagar, Lia e Maria, para tratar das dores mais profundas da alma feminina. Através de diários ficcionais emocionantes e reflexões teológicas, ela aborda temas complexos e sensíveis, como traumas de rejeição, culpa e violência. No entanto, a autora não se limita a expor essas dores. Ela demonstra que esses traumas não são sentenças, mas portais para a graça divina. Este livro é mais do que uma simples leitura, é um manual de resgate para quem carrega feridas invisíveis e busca transformar fragmentos em propósito. Além disso, a obra conta com exercícios práticos e um guia devocional de 13 dias. Através desses recursos, você aprenderá que Deus não remove a memória da ferida, mas redime seu significado. Por fim, a autora convida o leitor a descobrir que o Deus que viu a dor dessas mulheres está pronto para reescrever a história de cada um. Este é um convite à reflexão e à transformação, um chamado para encontrar a liberdade nas marcas da vida.
  • Minha vida não foi um chão de estrelas, tampou- co um palco iluminado, nem vivia vestida de dourado. Às vezes, fui palhaça das perdidas ilusões (esse trecho do texto é inspirado na música “Palhaço”, composta por Nelson Cavaquinho, Oswaldo Martins e Washington Fernandes). Meu mundo é um estranho festival, que poderá servir ao menos de inspiração para quem tem medo de expor sua vida. Cada vida é uma enciclopédia. Abra a sua, leia e transmita a outros a sua saga, pois isso irá ser- vir de abre-alas para a passagem de outras escolas de samba de vidas. Pretendo que seja uma leitura fácil, agradável e divertida para que você não desista no meio do caminho e sim o encoraje a escrever a sua história.
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    Eu ouvi, diretamente, muitas vezes, como era fácil para mim. O estudo, o trabalho, a carreira. Também sei de tantas outras vezes que isso foi dito sobre mim. Aparentemente, era só seguir o fluxo. Mas eu não queria mais aquele caminho. Nem sabia mais qual era o fim dele. Então, eu decidi mudar o que parecia ter sido traçado definitivamente, e que tinha sido bem menos fácil de conquistar do que parecia aos olhos de quem não calçava meus sapatos. Com o tempo, descobri que há muita gente por aí que está precisando de alguém que diga: você pode mudar sua carreira, recalcular a rota, achar o seu porquê. Espero ser esse alguém e mostrar que é possível, e quem sabe você tenha mais leveza na transição do que eu tive.
  • Este livro traz conhecimentos indispensáveis à história da nossa cidade. Procurei no passado informações de fatos e feitos dos personagens que ajudaram a reescrever a história de Mata Grande desde sua origem aos dias atuais, sem me ater a uma metodologia rígida, compilando dados, rebuscando informações e traçando um perfil de informações e acontecimentos históricos da vida de homens e mulheres que influíram nos vários segmentos da sociedade, tanto econômica como social e política. Os acontecimentos reconstruídos neste livro vieram através da busca, estudo e trabalho indispensáveis para a realização deste. Trata-se de uma obra essencial para estudantes, professores e a todos aqueles que desejam estar atentos à marcha da história da nossa terra. Uma história completa desde sua origem, documentada através dos originais transcritos dos arquivos públicos da prefeitura e cartórios da cidade e de entrevistas com moradores mais velhos da cidade que presenciaram os acontecimentos e acompanharam o seu desenvolvimento. Em 2018, Mata Grande atingiu 116 anos como cidade e mais de dois séculos desde seu povoamento (1791), conquistando vitórias e dando passos significativos para a consolidação e uma prática democrática. Além do caráter didático, o objetivo principal do livro é, na medida do possível, resgatar a origem da nossa cidade, e de alguma forma, dar a nossa contribuição para que nós e nossos jovens tenhamos a oportunidade de saber de onde vieram nossas raízes, como teve início tudo o que estamos presenciando, nossos costumes e tradições, nosso desenvolvimento social e econômico. Sentimos a necessidade e importância de escrever um memorial do nosso município que sirva de registro para a história. O livro está ilustrado com mais de cem fotos da cidade que representam a sua história. Fotos antigas desde seu nascimento, os sobrados, as igrejas, mapas, serras e pontos turísticos, destacando-se a Serra da Lagoa, cujo ponto culminante do Estado de Alagoas atinge 846 metros ao nível do mar, assim como engenhos e histórico da chegada da cana de açúcar, energia elétrica desde o lampião a gás, passando pelo vapor, primeira escola construída na cidade, parte da cultura com ênfase ao folclore, dos ilustres cidadãos que se destacaram nacionalmente. Além disso, cartas como registro histórico do período lampiônico, de desavenças políticas e assassinatos, imagens da antiga coleta do lixo em veículo de tração animal, do antigo teatro municipal, festas de Natal e Ano Novo, carnavais, antigos meios de transportes, elementos antigos de pesos e medidas, nossas moedas, e ainda o organograma da Evolução Municipal do Estado de Alagoas com destaque para as cidades que pertenciam a Mata Grande no período colonial, cujo município, com 5.570 km², correspondia a 1/5 do Estado
  • Deixe-se conduzir pelas trilhas de Matinada, um pequeno vilarejo mineiro onde o tempo pulsa em um ritmo próprio, moldado pela natureza e pela força de sua gente. Este livro, inspirado pelo voo dos pássaros que marca a intensidade da vida na alvorada, transporta o leitor para um cenário tecido com a simplicidade das tradições rurais, o cheiro da terra e a solidariedade comunitária. A obra mergulha nas memórias do autor, explorando as origens históricas do local, desde a Estrada Real até a consolidação da vida agrícola. No entanto, mais do que um registro exaustivo, o livro oferece uma janela seletiva e afetiva, capturando o impacto vital dos encontros e das paisagens na constituição da experiência humana. Este é um convite a desacelerar. Ao trilhar os caminhos montanhosos e reviver as festas religiosas e os encontros espontâneos, você descobrirá como a paisagem e os laços humanos moldaram a essência de um lugar. Matinada, o Tempo dos Pássaros, é uma poderosa metáfora sobre a infância, os afetos primordiais e a beleza contida nos detalhes de um tempo preservado na alma.
  • Trata-se da forma como observamos as nuances e matizes deste mundo manifestado, nem sempre conseguindo nos adaptar à “cartilha da vida” escrita por não sei quem, mas que a maioria segue sem contestar a razão dos ditames. Uma menina não “normótica” que não se enquadrada e não faz o mínimo esforço para tal enquadramento. Sem seguidores, admiradores ou nada que o valha, alcança a liberdade que aprisiona a maioria das mentes ainda em tenra idade. Com tal feito, se transforma em uma adulta cuja palavra “medo” não existe em seu vocabulário. Instintiva como um animal, as presas selecionadas terão o desprazer de conhecê-la.
  • Enfrentando realidades atuais, o livro apresenta novos conceitos e práticas psicanalíticas: além dos tradicionais mecanismos de defesa, uma nova proposta sobre mecanismos inconscientes de ataque; a loucura arcaica na mulher; alicerces conceituais para ações inovadoras no trabalho com psicóticos em instituições. Aborda também aspectos da cultura brasileira, como o futebol e a capoeira nos consultórios; críticas reveladoras à clínica atual do prazer, da criatividade e da contratransferência; intersecções da autenticidade e do afeto nos nossos dias; e problematizações éticas sobre reality shows e a supervisão clínica. Para leitores inquietos em busca de novos olhares.
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    Uma vez, o escritor inglês Julian Barnes disse que “Você junta duas coisas que nunca foram juntadas antes, e o mundo se transforma”. Resolvi então escrever esse livro compartilhando com uma equipe multidisciplinar de profissionais experts que possuem a mesma visão do futuro da Medicina, observando o ser humano como um todo, integrado, com uma visão holística.
  • Ao longo da vida, temos a oportunidade de ser feliz, com registros de momentos bons - e nem tão bons. Muitas são as experiências vividas nestes cem anos: trabalho, aprendizagem, fé em Deus, associados à alegria de viver e à gratidão por tudo. Dona Suzu Okiyama é o verdadeiro exemplo do que diz o versículo bíblico: “Em tudo dai graças” (I Tessalonicenses 5:18).
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    Escrever sobre memórias veio completar um assunto que sempre me atraiu, sendo matéria de pesquisas na minha formação acadêmica. Aqui trago a minha família, a partir do núcleo familiar de meus pais – David Pinheiro Azevedo e Jovelina Pinheiro Marques –, mesclando textos e fotografias dos tempos, espaços e vivências de nossas caminhadas. Tudo foi trabalhado com paixão, evocando cheiros e presenças de muitos que já se foram, entre os quais, pai, mãe, sete irmãos, cunhada e cunhado. Assim, as histórias e vivências de cada um foram salientadas com um sabor de tempo bem vivido, das brincadeiras, dos “causos”, dos encontros alimentados por um vigoroso amor mútuo. O correr da vida, portanto, nos fez conviver com a dor de muitas mortes, assunto ressaltado com um sentimento especial sobre cada um que se foi, sua vida, sua caminhada, nossa convivência feliz e cheia de harmonia. Esse sentimento de perda não apagou em nós a alegria de viver, o sabor da vida. Fomos nos fortalecendo e deixando crescer em nós, essencialmente, a força deixada por nossos pais. E essa força nos move. Um anexo finaliza a obra, em que muitos parentes narram a convivência que tiveram com nossos pais, bem como com toda a família. Filhos, sobrinhos, genro e nora deixam seu carinho, e os netos, recheadas lembranças do sabor dos dengos dos avós. Lembranças que evocam grandes saudades!
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    Homenagem póstuma à Maria da Penha Dornelas, vítima da Covid-19 em 28/12/2020. Com todo amor, todo carinho e uma infinita saudade!!!! Mãe.... Assim como os seus sonhos, milhares de sonhos foram inter- rompidos. Na dor, encontrei forças para dar continuidade a um desses sonhos, sonho esse que foi desacreditado por muitos e per- maneceu guardado por alguns anos. Quisera o destino que ele se transformasse nesta linda homenagem. Que as suas lindas palavras voem alto, voem longe e aqueçam diversos corações