• Este livro mergulha no centro do furacão, explorando o que impede a mudança do atual cenário político eleitoral. Ele examina como a construção do cidadão, de sua persona e de seu papel de seguidor revela como as dinâmicas sociais e psicológicas moldam narrativas que nem sempre são fidedignas da realidade. Com uma linguagem envolvente e insights profundos, o autor desafia o leitor a refletir sobre sua própria jornada de autoafirmação, pertencimento e impacto na sociedade. A obra é uma leitura indispensável para quem busca compreender como fazer da política uma ferramenta de mudanças e transformações sociais. O autor, Arnaldo Castor, revela a dinâmica política que transforma identidades e desvia opções conscientes. O livro acompanha três camadas de uma mesma pessoa: o cidadão, a figura que ele assume na tela e o seguidor em que se revela, comentando e desafiando o leitor a mudar essa narrativa. A cada capítulo, ferramentas e evidências são demonstradas com propriedade e humor, tornando esta obra uma referência para todos que almejam construir uma sociedade mais justa e próspera. A realidade caótica do cenário político é pinçada com ironias afiadas e encontros desconcertantes, abrindo espaço para reflexões e reavaliações de conceitos. Este livro é uma verdadeira carta de alforria!
  • Solilóquios em Transe II é o resultado de um processo de criação intensivo e prolongado, que durou dois anos. Este período foi marcado por inúmeras noites em claro, que se estendiam até o amanhecer, momento em que as ideias começavam a tomar forma e a surgir com o nascer do dia. O processo de escrita era como um monólogo introspectivo, realizado à luz de uma vela, com o silêncio das pedras do lado de fora servindo como um escudo para evitar distrações e manter o foco na contemplação do universo. O título do livro é bastante sugestivo e reflete a natureza da obra. É um transe literário que estabelece um diálogo profundo com o leitor, alcançando as profundezas de sua alma. Este diálogo é intensificado pelo som dos atabaques que ecoam ao fundo, e pelas sombras que dançam sobre os corpos adormecidos, criando uma atmosfera mística e envolvente. A busca pelo sentido da vida é o tema central da obra. Através de uma abordagem mística, o livro convida o leitor a embarcar em uma jornada de autoconhecimento e reflexão sobre a existência.
  • O pobre Sr. Raimundo, mais uma vez, cravou suas unhas na terra e começou a removê-la. Ele encontrou algo duro e levou a terra com o objeto até um dos policiais, depositando-a no chão. O policial pegou a pedra do meio da terra e começou a limpá-la com um pedaço de pano. Para surpresa de todos, era uma opala de fogo australiana. Naquele momento, era difícil dizer o que brilhava mais: o sorriso da delegada, os olhos azuis do chefe dos agentes ou a pedra preciosa. O sabor de uma proeza muitas vezes vai além do prazer da superação ou do usufruto material da conquista. Quando há uma motivação ideológica, a proeza se torna mais do que uma conquista pessoal. Ela se transforma em uma mensagem que deve permanecer no tempo, nas lembranças das pessoas. No entanto, isso tem um custo alto. Exige sacrifícios, riscos constantes, perseguições e desconfiança permanente. Pode levar o autor a renunciar a vaidades e ambições, envolver outras pessoas e, em casos extremos, até mesmo abdicar da própria vida para manter a lembrança viva. Neste livro, o autor da proeza se depara com os acasos da vida, fazendo com que a história se estenda para outro horizonte. Ele cria outra situação repleta de emoções, tristezas, momentos cômicos e surpresas. Surpresas que o obrigam a render-se aos seus sentimentos, abandonar a fuga, guardar seus segredos nas sombras de poemas e despedir-se da vida. Afinal, mais do que uma pedra preciosa, o segredo é mais brilhante do que a vida.
  • Esta coletânea de poesias e narrativas poéticas oferece uma mistura intrigante de temas que tocam a alma humana. A terra, o homem, a vida, a luta, o sonho, a justiça social, a fé, a esperança e a força motriz da resiliência são todos explorados com profundidade e sensibilidade. O livro também destaca a incrível capacidade do sertanejo de enfrentar com maestria e dignidade as dificuldades da região. A resistência e a força de vontade desses indivíduos são retratadas de maneira vívida e inspiradora, proporcionando uma visão única da vida no sertão. Além disso, a obra faz uma reverência à flora e à fauna brasileira, que enfrentam o desafio constante de conservação, equilíbrio ecológico e sustentabilidade humana. A importância desses elementos para a saúde do planeta e a sobrevivência de suas espécies é enfatizada, destacando a necessidade urgente de proteção e preservação. O tempo também é um tema central na coletânea, sendo retratado como a arena onde ocorrem todos os eventos da vida e o palco de toda existência e ação humana. As chamas do farol iluminam a consciência da universalidade, inevitabilidade e transitoriedade, proporcionando uma reflexão profunda sobre a natureza efêmera da vida. Finalmente, a obra apresenta uma série de inquietudes e reflexões, convidando o leitor a se engajar em um diálogo interno e a questionar suas próprias percepções e entendimentos.
  • Poesia (poíesi), de origem grega, tem sentido de “criar”. Uma frase do filósofo Aristóteles adverte: “Poesia é tão somente um impulso do espírito para criar a partir da imaginação e dos sentimentos” – próprio do ser humano. Podemos entender a poesia como a arte de escrever, transcrever o imaginário, numa estrutura escrita em versos e prosas. Relatar fatos reais e imaginários, talvez por vislumbrar além de suas fronteiras. Também como proposta de avaliação dos impactos de uma ação e preocupar-se também com seus impactos, entrelaçados e organizados pelo pensar de quem escreve. Assim, o leitor poderá empreender uma viagem imaginária em cada texto proposto, ou mesmo fazer um mergulho de modo que vão-se descobrindo novidades que somente são reveladas a quem se propõe a mergulhar.
  • Coisas do Coração" é uma jornada sensível pelas emoções que moldam a nossa existência. Cada poema deste livro revela, com simplicidade e profundidade, diferentes nuances do sentir humano. Assim, nas entrelinhas destes versos, Coisas do Coração convida você, leitor, a perceber a sensibilidade dos muitos caminhos do amor, da introspecção e da renovação interior. Portanto, cada poema é uma porta para dentro de si um espaço onde o coração pulsa, aprende, se refaz e floresce.
  • O livro é dividido em partes, em que Ernesto Pachito pro- cura expor os principais problemas da indústria cultural no que se refere à gravação e reprodução de música erudita e popular, entendendo que essa indústria tem grande responsabilidade sobre a formação das pessoas ou, ao contrário, sobre sua alienação. Usando de forma ainda expedita os pressupostos de Walter Benjamin e Theodor Adorno para o julgamento do que se produz e difunde nos meios de comunicação em massa, o autor procura demonstrar que nem mesmo as vanguardas musicais e artísticas escapam da cooptação pela indústria cultural. Nem mesmo os compositores ditos engajados estão a salvo disso. Também reflete o livro sobre a questão da materialidade do som musical como recurso expressivo, gerador de sentido, que se perde no ato da gravação e da difusão deste. A segunda parte reza sobre uma metodologia para pesquisa em História da Arte, sobre as artes orientais e pré-colombianas, seguindo pressupostos sincrônicos, já contemplados, aliás, por Walter Benjamin, em que o sentido das obras de artes plásticas antigas é investigado em cruzamentos no tempo e no espaço, propondo-se a primazia deste tipo de contemplação sobre as visadas historiográficas
  • Os sonetos que compõem este livro nasceram do convívio atento com o tempo – o grande mestre da vida que ensina, fere e amadurece. Foram escritos ao longo de anos, em momentos diversos, tendo como matéria-prima a observação de fatos verdadeiros que, transpostos para o papel, ganham a graça do verso. A fantasia, quando inserida, foi apenas para possibilitar a formação do poema. Nada aqui foi apressado: sempre procurando a forma clássica, aprendida ainda nos bancos escolares, o autor dedica-se à busca sincera da palavra justa. Cada estrofe carrega a marca da experiência vivida, da reflexão sobre a eternidade da alma e do labor silencioso da escrita. Aqui, a poesia não é mera abstração, mas o registro de uma realidade lapidada pelo pensamento do autor. Se a vida é fugaz, a forma permanece. Se o tempo passa, o verso registra. Que o leitor encontre nestas páginas não apenas sonhos, mas também a pulsação de uma voz que acredita na poesia como permanência possível diante da transitoriedade de tudo.
  • As palavras dançam ao ritmo do coração, e como mágica, nascem versos que transbordam a emoção. A poesia é a essência da minha alma e, por isso, a forma mais pura de expressar a minha existência. Este livro é uma viagem para dentro de si mesmo, uma jornada e uma celebração dos sentimentos que nos tornam tão únicos e humanos. O amor é um tema central nesta obra. Ele se faz presente em cada página, em cada verso entrelaçado. O amor é a força que move o mundo, que transforma vidas e que nos torna humanos. É o sentimento que nos faz transcender, que nos conecta uns aos outros de maneira profunda e verdadeira. Através da poesia, tento capturar toda a grandeza do amor, todas as suas nuances e todas as suas contradições. Espero que as palavras aqui escritas encontrem eco nos recantos mais sensíveis dos seus corações. Ao mergulharem nessas páginas, desejo que se sintam acolhidos, inspirados e, acima de tudo, amados.
  • "Muito Além do Trabalho" convida o leitor a explorar a aposentadoria de uma maneira única. O livro não oferece fórmulas mágicas ou respostas prontas, mas aborda o tema com clareza, leveza e profundidade. O autor, Diogo Wernik, compartilha sua experiência na condução de grupos de preparação para aposentadoria, combinando-a com pesquisas científicas e literatura especializada. Ele destaca que cada pessoa chega a esse momento com níveis diferentes de preparo em áreas como finanças, emoções, saúde e relações pessoais. Este livro reconhece que o leitor já possui muitas das respostas que procura e que é capaz de descobrir novos caminhos por si mesmo. Wernik utiliza histórias reais, exercícios práticos e reflexões envolventes para oferecer ferramentas que auxiliam na organização pessoal. Ele incentiva o reforço das redes de apoio e o cuidado com a saúde física e mental. Acima de tudo, o livro busca ajudar o leitor a encontrar seu próprio sentido nesta nova etapa da vida. É uma leitura essencial para quem deseja viver a aposentadoria de maneira ativa, consciente e plenamente significativa.
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    Essa não foi uma peregrinação como as outras. Arcelina Helena já percorreu África, as três Américas, Europa e  Brasil central, convivendo e escrevendo sobre os povos excluídos. Faltava a Ásia. Mas não foi nada fácil. O primeiro desafio foi encontrar pessoas dispostas a acolher e servir de guia, ao longo dos 100 dias em solo chinês. A descoberta expressiva de seminaristas, padres, bispos chineses e de outros países que fazem trabalho de caridade e formação. Leigos, brasileiros e professores de diferentes línguas abriram portas para a concretização dessa viagem e deste livro. A segunda barreira a ser vencida foi a língua. Apesar de ter feito um curso básico de Mandarim, se comunicar com os pobres e excluídos só foi possível por meio de intérpretes que ela, gentilmente, achou pelo caminho. Observar e sentir tomaram o lugar da conversa. Havia um fator para dificultar ainda mais a memória de Arcelina. Uma senhora de 73 anos de idade, já não era mais a mesma das outras viagens. Os esquecimentos agora engraçados ao serem escritos, a colocaram em apuros inúmeras vezes. Toda essa dificuldade faz “Cem dias na China... com os Anjos” ser único. O livro é a prova de que a perseverança e obstinação de uma mulher podem vencer qualquer obstáculo. Ao final, ao rever todo o caminho percorrido, podemos ver que a mão Divina guiou e cuidou para que tudo saísse de forma harmônica. O que vocês verão ao longo deste livro é o retrato de uma China que não se vê em cartões postais. E sim, o país que, com toda a sua grandiosidade, conserva, dentro de suas grandes cidades, um pouco de vida rural e interiorana em cada morador. Um país de tradições marcantes, que desperta nossa curiosidade e interesse. Mayara Vila Boa, Jornalista formada pela Universidade Federal de Goiás e Especialista em Filosofia da Arte pelo Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás. Editora Chefe do jornal Goiás Record, da Record TV Goiás.
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    Chegamos! — foi a mensagem que penetrou seus pensamentos, vinda de dentro da nave. Da janela do aparelho puderam ver grande pátio de cristais no qual alguns Seres passeavam. Muito magros, altos, mais de dois metros. Essa e outras situações são relatadas pelo casal em seus mergulhos de autoconhecimento e experiências de vida. Iriam aprender muito. Acredite!