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Em um ambiente onde decisões precisam ser tomadas rapidamente e o erro pode custar caro, a liderança deixa de ser discurso e passa a ser sobrevivência. “Liderança sem Palco – Lições do chão de fábrica” apresenta uma jornada intensa pelos bastidores da indústria, revelando os desafios reais enfrentados por quem lidera equipes sob pressão constante. Longe das teorias corporativas e dos discursos prontos, Edivaldo Dantas conduz o leitor por histórias inspiradas na rotina do chão de fábrica, onde metas apertadas, falhas operacionais, conflitos humanos e decisões difíceis fazem parte do cotidiano. Entre madrugadas tensas, máquinas paradas e equipes esperando respostas, surge uma visão de liderança construída na prática, no respeito e na responsabilidade. Mais do que um livro sobre gestão industrial, esta obra é um retrato humano da liderança invisível – aquela que acontece sem aplausos, nos bastidores, quando todos dependem de alguém disposto a assumir o peso das decisões. Uma leitura para líderes, supervisores, gestores e profissionais que desejam crescer sem perder sua essência. -
Você já parou para pensar de que forma se constrói e se manifesta o “discurso do poder” na relação com o outro? Quais são as “marcas linguísticas” presentes neste tipo de discurso, responsáveis pelo “tom” do texto? No embate de “vozes”, como se dá o “apagamento” do sujeito? e “Quais são as diferentes manifestações da linguagem no trabalho? Sem a pretensão de esgotar o assunto, a partir de uma linguagem simples, didática, com exemplos e sugestões de atividades, os recortes analisados trazem luz à complexidade que é o trabalho — muitas vezes ignorada pelos gestores. Tendo como objeto de análise linguística, majoritariamente, “discursos empresariais”, esta obra não foi escrita para um público específico, mas, sim, para todos aqueles interessados em compreender um pouco mais sobre a relação complexa entre “Linguagem, Trabalho e Poder”. Na obra, são apontadas algumas incursões da linguagem e seus efeitos de sentido interessantes, especialmente, a gestores, professores, psicólogos e psicanalistas, por provocar reflexões sobre o tema, contribuindo, assim, para entender um pouco mais sobre “Quem é este homem que trabalha” e “Quais são suas ‘fontes’ de sofrimento no trabalho”. Este livro não segue uma ordem para leitura, podendo ser lido de trás para frente, sem obedecer à sequência de capítulos. -
Mais do que um case de negócios, LUMNI - Do Impossível ao Iluminado é uma lição para qualquer pessoa que já pensou em desistir: a espera não é um castigo - é um preparo. E Deus nunca se atrasa. Adquira o seu exemplar e ajude a transformar vidas. A divulgação desse empreendimento ajudará pessoas a encontrarem seus caminhos -
Nascido do embate entre números frios e almas quentes, "Luz nas Grades" transcende a definição de um simples romance, tornando-se um grito de alerta. A obra é inspirada em uma tese de doutorado premiada, que serve como base para uma denúncia contundente. O livro expõe o fracasso de um sistema prisional que é simultaneamente caro, ineficaz e desumano. No entanto, "Luz nas Grades" não se limita a apontar os problemas. A obra também indica uma solução real e viável: a assistência religiosa cristã. Esta abordagem tem o poder de transformar vidas nos lugares onde o Estado falha, oferecendo uma alternativa de ressocialização efetiva. A narrativa se desenrola entre a ficção e a realidade, entre muros físicos e prisões interiores. A obra provoca, emociona e convida à reflexão. Ela questiona quem lucra com o fracasso da ressocialização e por que insistimos em negar aquilo que realmente tem o poder de mudar destinos. "Luz nas Grades" é mais do que uma simples leitura. É luz. É ruptura. É esperança. A obra desafia as convenções e oferece uma nova perspectiva sobre a ressocialização e a redenção. -
Nesta sociedade doente e agonizante de homens misóginose de mulheres misândricas, é obrigatório, é imperioso, é fundamental, é vital o argumento de autoridade que representa a Dra. Simone Chiconelli Henriques. Não apenas por ser graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC, especialista em cirurgia geral pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões e pós-graduada lato sensu em Gestão da Saúde pela Fundação Getulio Vargas. Ainda, não apenas por sua respeitabilidade ter o poder de conquistar o silêncio de homens respeitados e poderosos. Nem mesmo por uma vida inteira de liderança sobre centenas de pessoas diuturnamente rumo à cura de quem padece. Mas, principalmente, pelo exemplo de quem, no lugar de vandalizar e escandalizar, edifica e encanta. E, acima de tudo, pelo testemunho e pelo registro de que o crime não compensa, de que o mundo não é das espertas nem dos espertos, de que a mina do mano não passa de um modismo efêmero e de que a História com H maiúsculo não é das “inhas” nem das quaisquer, mas sim, toda sua, mãe, médica e mulher. Alexandre Chiconelli Henriques -
Essa obra é resultado de cinco anos de pesquisas teóricas e práticas sobre o magnetismo. A jornada começou de forma despretensiosa a partir de uma busca pessoal de entendimento, mas hoje, é possível afirmar que se trata de um excelente material reflexivo a ser compartilhado com católicos, evangélicos e, principalmente, adeptos do espiritismo. Você se surpreenderá com as ricas – para muitos, inéditas – informações contidas. Trago um estudo baseado em uma nova leitura que resultará, para os abertos, em uma mudança de perspectiva e paradigma a respeito da temática. Para chegar a isso, o livro foi fundamentado em um amplo e inédito estudo que envolveu a Bíblia, o Pentateuco Espírita, todas as revistas espíritas, livros espíritas estratégicos, inserindo também vinte obras relacionadas ao passe/passe magnético/magnetismo, publicadas num período de quase setenta anos (1950-2016). Nele o magnetismo humano será apresentado para seu entendimento de como Jesus aplicava e ensinou; a forma como Kardec entendia e deixou em seus escritos; como e onde o magnetismo foi apresentado; além de como os cristãos de cada religião podem utilizá-lo para aliviar a dor do próximo. Este livro poderá ser o ponto de convergência para muitos entendimentos dos que fazem parte do movimento espírita, assim como um novo caminho para as religiões cristãs no despertar de seus membros para seguir Jesus quando diz: Ide e curai! -
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Maia era uma menina muito feliz que sempre viu tudo colorido ao seu redor. Tudo que ela queria era ver um mundo melhor. Com força de vontade e dedicação ela conseguiu transformar um período muito difícil em diversão, aprendendo com tudo isso uma linda lição. -
O pobre Sr. Raimundo, mais uma vez, cravou suas unhas na terra e começou a removê-la. Ele encontrou algo duro e levou a terra com o objeto até um dos policiais, depositando-a no chão. O policial pegou a pedra do meio da terra e começou a limpá-la com um pedaço de pano. Para surpresa de todos, era uma opala de fogo australiana. Naquele momento, era difícil dizer o que brilhava mais: o sorriso da delegada, os olhos azuis do chefe dos agentes ou a pedra preciosa. O sabor de uma proeza muitas vezes vai além do prazer da superação ou do usufruto material da conquista. Quando há uma motivação ideológica, a proeza se torna mais do que uma conquista pessoal. Ela se transforma em uma mensagem que deve permanecer no tempo, nas lembranças das pessoas. No entanto, isso tem um custo alto. Exige sacrifícios, riscos constantes, perseguições e desconfiança permanente. Pode levar o autor a renunciar a vaidades e ambições, envolver outras pessoas e, em casos extremos, até mesmo abdicar da própria vida para manter a lembrança viva. Neste livro, o autor da proeza se depara com os acasos da vida, fazendo com que a história se estenda para outro horizonte. Ele cria outra situação repleta de emoções, tristezas, momentos cômicos e surpresas. Surpresas que o obrigam a render-se aos seus sentimentos, abandonar a fuga, guardar seus segredos nas sombras de poemas e despedir-se da vida. Afinal, mais do que uma pedra preciosa, o segredo é mais brilhante do que a vida. -
“Mais Profundo: Metanoia” convida o leitor a uma jornada de transformação interior e renovação da mente. Muito além de uma simples mudança de hábitos ou uma busca por resultados externos, este livro explora a arte de enxergar a vida com novos olhos, descobrindo o extraordinário nas rotinas mais simples. A metanoia, uma profunda mudança de perspectiva, oferece uma nova maneira de viver – não fugindo das circunstâncias, mas vendo-as com uma percepção renovada. Ao longo das páginas, Giuliano Costa revela como, mesmo em meio aos desafios e à repetição do cotidiano, podemos encontrar propósito, beleza e conexão divina. Cada pequeno ato se torna uma oportunidade de crescimento, e cada desafio, uma porta para revelações mais profundas. A metanoia nos desafia a desaprender o que nos limita e abraçar uma mentalidade de abundância, fé e esperança. Este é um convite para não se contentar com o superficial, mas mergulhar na profundidade da vida, buscando um renovo contínuo da mente e do espírito. Que você viva, veja e seja mais profundo. -
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O objetivo do livro é apresentar as diferentes formas de aplicação dos fertilizantes líquidos e sólidos em cobertura, e comparando antes e depois os níveis de nutrientes no solo ao final dos 7 (sete) cortes no manejo da cultura de alfafa, foi conduzido experimento na fazenda São Carlos no Município de Bandeirantes-PR localizado entre as coordenadas 50º32’33”W O e 23º15’41”S. Foram realizadas as correções de solo antes da implantação da cultura, após o plantio, e com 80 dias de instalada a cultura. Retirou-se uma análise de solo de cada parcela de 0 á 20 cm de profundidade com três repetições antes e depois da aplicação dos fertilizantes, posteriormente aplicaram-se os fertilizantes em 2 (duas) etapas em cobertura na cultura de alfafa cv. Crioula. Utilizou-se os fertilizantes a base de calcário calcítico, hidróxido de cálcio e magnésio, cama de frango, oxicloreto de cobre, bioestimulante condicionador de solo e cloreto de potássio. Os resultados são referentes a 14 meses e quando a planta apresentava uma idade entre 39 a 51 dias em relação ao corte anterior; puderam ser realizados 7 cortes no período, antes de cada corte, foram medidas as alturas de 20 plantas por parcela na primeira folha abaixo da floração e avaliado o índice de área foliar (IAF) e matéria seca (MS) área total considerada (1m²). O delineamento experimental utilizado foi o Blocos casualizados com 3 repetições, sendo as parcelas de 9m² (3x3m) e espaçamento de 20 centímetros entre linhas, constituindo 21 tratamentos, totalizando 63 parcelas. As avaliações de matéria seca apresentaram resultados de correlação com os demais fatores como índice de área foliar, diâmetro de caule e altura de planta. As análises dos fertilizantes líquidos e sólidos aplicados em cobertura demonstraram diferenças significativas na cultura de alfafa. Nas análises de solo aumentaram os valores de pH, K, Ca, Mg, após a aplicação dos fertilizantes líquidos e sólidos. Concluiu-se que a aplicação dos fertilizantes líquidos e sólidos obteve aumento de produtividade em 50,05% de matéria seca no tratamento 19, quando comparado com o padrão tratamento 12, para facilitar a implantação do manejo para os produtores rurais, foi inserido o índice tecnológico da cultura de alfafa. -
A Itália sempre foi o epicentro do meu mundo, especialmente durante minha primeira infância. Nós éramos uma família bastante singular. Enquanto meus pais exploravam o Brasil, o país que escolheram para reconstruir suas vidas, eu, uma criança tímida, lutava para conciliar dois mundos em minha mente. A Itália, um país sobre o qual meus pais falavam constantemente, e o Brasil, cuja realidade, devo admitir, me assustava um pouco. Assim, meus primeiros anos de vida foram marcados por essa dualidade enevoada. O Brasil era uma descoberta ainda em processamento em nossas mentes. Eu tinha dificuldade em estabelecer laços afetivos com pessoas fora do meu círculo familiar. Dentro dele, era incentivada a amar figuras distantes, como meus avós, tios e uma legião de primos. -
A Itália jamais deixou de ser o epicentro do mundo em minha vida, ainda mais na primeira infância. Éramos, então, uma família muito singular. Enquanto meus pais descobriam o Brasil, terra que haviam eleito como destino para reconstruírem suas vidas, eu, uma criança tímida, tentava conciliar dois mundos em minha cabeça. A Itália, de que meus pais falavam o tempo inteiro, e o Brasil, cuja realidade, confesso, me assustava um pouco. Meus primeiros anos de vida, portanto, foram marcados por essa dualidade enevoada. O Brasil era uma descoberta ainda em processamento na cabeça de todos nós. Eu sentia bastante dificuldade para estabelecer laços afetivos com pessoas fora do meu círculo familiar – e, dentro dele, era estimulada a amar figuras distantes, meus avós, tios, e uma legião de primos