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Débora Elisa nos conduz a uma reflexão profunda sobre o poder transformador de um simples gesto: a pausa. Inspirada por uma experiência marcante, ela decidiu conscientizar as pessoas sobre a importância de reservar um tempo para si mesmo, em meio à correria e ao ritmo frenético do dia a dia. Em "O Poder da Pausa”, Débora Elisa compartilha inspirações, reflexões e dicas valiosas para nos reconectarmos conosco mesmos, cuidarmos de nossa saúde mental e emocional e encontrarmos equilíbrio em meio ao caos. Seu objetivo é despertar em cada leitor o entendimento de que só podemos verdadeiramente cuidar dos outros quando também cuidamos de nós mesmos. Este livro é uma obra essencial para todos aqueles que buscam uma vida mais plena, tranquila e feliz, através da prática da pausa consciente. Deixe-se envolver por esta mensagem de autocuidado e transformação e descubra como pequenos momentos de pausa podem fazer toda a diferença em sua jornada de vida. Prepare-se para uma emocionante viagem de autodescoberta e renovação com Débora Elisa. Este livro pode mudar sua forma de encarar o mundo e a si mesmo. -
Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo (Filipenses 3:7-8 ARA). Ah, meu amigo(a), sei bem o que é perder! Sei bem como é chorar amargamente por achar que jamais teria vitória. A perda se transforma em força quando aceitamos deixá-la ir, que perdendo é que se ganha. Se você já teve uma perda, seja ela física, emocional ou em qualquer situação que não conseguiu superar, embarque neste livro, no qual você encontrará belos motivos para aceitar que é perdendo que se ganha. O segredo da vitória está na perda. Tudo que abrimos mão, deixamos partir ou perdemos, ganhamos. Quando ganhamos experiência e passamos por provas, é um sinal de que amadurecemos o suficiente para ensinar às pessoas que estão passando exatamente por provas também. No momento em que perdemos algo ou alguém, ou vencemos as batalhas mais escondidas, conseguimos ensinar alguém a superar os mesmos desafios que superamos. O poder da perda vai além! Ele mostra que, em meio à dor, somos moldados e forjamos nosso caráter. E que o nosso caráter seja o mesmo de Cristo Jesus, como diz as Escrituras: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Filipenses 2:5-8 ARA). Precisamos estar dispostos a ajudar pessoas a desenterrar as cabeças da areia. Elas têm muito medo de perder, mas nem imaginam que irão ganhar. Há uma frase que fala que, se alguém ama uma pessoa, é preciso deixá-la livre. Perda! O mesmo com Jesus Cristo, que manda largar a rede e vir. Perda! O mesmo aconteceu com Abraão em Gênesis 12:1: “Abraão saia da tua terra e da tua parentela”. Perda! É tão forte que aquele que quiser perder, vai ganhar! (Mateus 16:25) -
O PREÇO DA VERDADE é um romance jurídico contemporâneo que transita com fluidez entre o drama humano, a crítica social e os bastidores do Direito. Ambientado na cidade de São Paulo, o livro acompanha a trajetória de Vivian Almeida, advogada brilhante e gerente jurídica de um dos maiores escritórios do país, e de Alexandre Ferreira, um jovem estudante de Direito de origem humilde, cuja determinação silenciosa desafia o elitismo da profissão. No coração da trama, está um caso de proporções devastadoras: um medicamento lançado às pressas pela poderosa farmacêutica WS Farmaco S.A., que acaba por ceifar vidas em razão de falência hepática grave. O caso levanta dilemas éticos, tensões corporativas, enfrentamentos morais – e colocará Vivian diante da decisão mais difícil de sua carreira. Enquanto isso, Alexandre, entre sacrifícios e inseguranças, precisa escolher entre a estabilidade financeira e a chance de construir algo verdadeiro ao lado de pessoas que acreditam nele. Paula, uma estagiária talentosa e sua grande amiga, reacende antigas emoções e novos sonhos. Com linguagem precisa, narrativa ágil e profunda carga emocional, O Preço da Verdade oferece um retrato honesto das contradições do mundo jurídico e da esperança que resiste em meio ao poder e à corrupção. -
Mykael Silva dos Santos, em O Preço do Pioneirismo, compartilha sua trajetória única na Enfermagem Estética, revelando os desafios e as vitórias que marcaram sua carreira. Com mais de oito anos de experiência, ele se tornou uma referência no campo da harmonização facial. Sua atuação impactou positivamente a vida de centenas de pacientes, elevando a autoestima e a confiança deles. Além de sua atuação clínica, Mykael tem dedicado sua vida a ensinar e a capacitar profissionais. Ele ministra cursos livres e de pós-graduações que formaram novas gerações de especialistas. Sua jornada é um reflexo de resiliência, superação de obstáculos e busca incessante por excelência. Em uma das partes mais emocionantes do livro, o autor narra sua viagem à Itália. Lá, ele mergulhou nas tendências internacionais da Estética, vivenciou culturas e comparou as práticas de Enfermagem Estética entre Brasil e Itália. O Preço do Pioneirismo é mais que uma história de sucesso; é um convite a romper limites, transformar realidades e se inspirar na coragem de quem se atreve a ser pioneiro. -
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É notório que a atividade do agente de fiscalização tributária é vinculada e, portanto, deve respeitar os princípios fundamentais da Administração Pública, especialmente os princípios da legalidade e da eficiência. E é justamente em relação à eficiência que vale frisar que a arrecadação fiscal eficiente não é aquela que arrecada o maior vulto de pecúnia para o Estado, mas sim aquela que arrecada com base em atos de diligência, responsabilidade e fundamentados. Sabe-se que o Brasil, historicamente, vive um regime de Extrativismo Fiscal, pelo qual a arrecadação fiscal é utilizada para extrair riquezas do contribuinte, sem, entretanto, as contraprestações governamentais, que deveriam existir num Estado de Direito. -
Neste livro, a intenção é clara: celebrar a palavra! Regozijar-se com ela na vastidão de versos e prosas sobre a realidade irresistível de Águas Claras, cidade plurifacetada de beleza vertical e horizontes admiráveis. Instigar a imaginação do leitor a ponto de fazê-lo idealizar personagens característicos do mundo urbano circulando pelas avenidas, bulevares, ruas e praças. Incitar que ele (o leitor) bisbilhote, desavergonhadamente, a vida dos outros (doce comichão irrefreável!), espione as minúcias do cotidiano, sobretudo quando se trancam as portas, cerram-se as cortinas e não temos acesso às particularidades e aos devaneios de pessoas que julgamos normais; geralmente, o que não está patente é patético, e essa é a melhor parte para observar, pois, invariavelmente, nos reconhecemos nessas figuras. Mas O QR CODE DA CIDADE – (in) confidências (im)PUBLICÁVEIS DO HOMEM-CLICHÊ celebra e se estende além dos muros de Águas Claras, move-se por temas afáveis, como amor e a infância, e outros pungentes, como a pandemia e a morte. Ou seja, a obra é um convite à vida e a todas as suas exigências mais prementes. -
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O quarto do livro é um livro ilustrado. A história começa num condomínio onde uma adolescente, mesmo vivendo com sua família, passa parte do seu tempo em casa, sozinha, com seu cachorro Lion, e juntos descobrem um cantinho mágico que possivelmente levará a personagem à outra dimensão, onde viverá aventuras fantásticas e descobrirá vários segredos ao longo da história. O quarto é repleto de enfeites de papel que flutuam. Há um barquinho que, ao flutuar, solta bolhas azul-néon perfumadas que explodem no ar, provocando a percepção da fragrância, conforme cada visitante. -
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Precisamos decidir ser felizes antes de sermos dominados pela insatisfação. Infelicidade. Ou seja, é mais fácil se prevenir contra a infelicidade do que combatê-la. Muito mais difícil ainda fica quando já está crônica, chegando ao nível de uma depressão. Portanto, vamos excluir cada um dos fatores que pode contribuir para sermos infelizes. Eliminemos um a um, de acordo com a nossa “capacidade”, de cada etapa da nossa vida, chegando cada vez mais próximo de eliminar, QUASE que totalmente, todo sentimento de insatisfação. Acredito que talvez seja melhor tirar o que o deixa infeliz, ao contrário do que se faz naturalmente, que é buscar aquilo que o deixa feliz. -
O desejo de separação nem sempre nasce da ausência de amor. Em muitos casos, ele surge do cansaço, da frustração acumulada e da dor silenciosa de quem tentou todas as soluções possíveis, exceto olhar para dentro de si mesmo. Este livro, portanto, é um convite profundo à reflexão antes de tomar uma decisão definitiva. "O Que Você Precisa Saber Antes Do Divórcio" não oferece fórmulas prontas para resolver os problemas conjugais. Em vez disso, ele provoca autoconhecimento, responsabilidade emocional e um reencontro com a verdade. Ao longo dos capítulos, o leitor será guiado por questões essenciais: por que chegou até aqui? O que ainda existe entre vocês que vale ser resgatado? As dores que sente são da relação ou de feridas que já carregava? Com uma linguagem acolhedora e toques de realidade, a leitura conduz o leitor a entender como a rotina, a má comunicação, as expectativas irreais e as emoções reprimidas criam rachaduras invisíveis em um relacionamento. Este livro não promete salvar casamentos, mas entrega algo mais valioso: clareza para fazer escolhas conscientes. Seja para reconstruir e restaurar a relação ou para se reconstruir depois do fim, cada página deste livro pode ser o divisor de águas de que você tanto precisava. A obra oferece a oportunidade de ganhar clareza, permitindo que o leitor faça escolhas conscientes e informadas. -
Ecoa mundialmente, entre tantas manchetes, uma notícia impactante: a volta do carpinteiro de Nazaré. Aquele que um dia dividiu a história humana em a.C. e d.C. As pessoas comuns e de todas as idades pressentem e sonham; as religiões são unânimes quanto à proximidade da vinda do Messias; a natureza grita e se convulsiona de forma generalizada; e as páginas bíblicas ganham cada vez mais significado pelas profecias realizadas. O Filho do Homem já nos avisou, desde a sua primeira vinda, que chegaria no caos e que muitos não se aperceberiam. A realidade atual nos brada a prioridade de entendermos e nos prepararmos espiritualmente. À semelhança de sua primeira vinda, o retorno do Messias alcançará a todos de forma planetária. Ao questionamento: quem poderia nos reanimar nesta hora? A resposta infalível, apoiada nas Escrituras, é: Ele está chegando e o seu nome é Cristo! -
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“Quando os netos dos meus netos me chamarem bisavô, bem dizer a minha sorte!” Os poemas de Joaquim José de Souza Mello levarão o leitor a um mergulho no passado transitando pelo presente. Provido de sensibilidade aguda, escreveu uma obra visionária. À medida que se aprofunda na leitura, depara-se com uma temática totalmente conectada com os dias atuais e isso nos arrasta à curiosidade em conhecer o homem, o literato e o exportador de café. Seus poemas trazem indagações e até mesmo um estranhamento quanto à temática. Como um homem nascido em 1845 atravessou o labirinto da atemporalidade? Versos irônicos ou filosóficos trazem reflexos de sua inquietação diante de uma sociedade com concepções resignadas da realidade. “O Brasil pelo que vejo representa um caranguejo que com pernas de gigante o que andou pra diante hoje desanda pra trás”. Defensor da natureza, a elegeu como principal inspiração. “Madeiros de obra prima em cinzas se consomem sem que jamais se extinga a sede das ambições”. J. J. Souza Mello reservou à mulher um lugar de destaque e de enaltecimento. “Fê-la a mais sujeita, em vez de dominar é dominada; pecadora... não a repilas tu, sociedade quando em teus palcos tanta infâmia medra”. Considero conveniente uma leitura atenta da introdução e das notas que visam elucidar, minimamente, os poemas. Foi um desafio retirar das gavetas dos netos e netas os poemas de meu bisavô e trazê-los à luz da publicidade para uma releitura e um estreitamento de laços do passado com o presente.