• A busca por sabedoria deve se dar em cada estação da vida. Mas, frequentemente, buscamos ser inteligentes na resposta às demandas diárias, acumulamos conhecimento para atingir níveis intelectuais diferenciados para o trabalho ou para o destaque na comunidade em que vivemos e, na ânsia de alcançar o que estipulamos como meta, raramente nos damos por satisfeitos quando contemplamos o feito acabado. Regularmente, julgamos o tempo e a capacidade empregada de forma errônea e concluímos que poderíamos ter feito mais e melhor. Porém, o que realmente faltou foi sabedoria porque, com ela, mora também o contentamento. Quando entendemos que nos faltou o discernimento na busca por sabedoria pelas estações pelas quais já atravessamos na vida e que, reiteradamente, a confundimos com o acúmulo de conhecimento, nos resta ainda um consolo da parte dAquele que a detém: nosso Aba. Com Deus, mora a sabedoria, e só a acessamos através da mente dEle. E o maior consolo é que esse acesso está disponível a nós em cada fase de vida por que atravessamos, e nunca será tarde demais para adquirir e viver a plenitude daquilo que Ele planejou para vivermos. Sabedoria ao Entardecer é um convite à busca pela plenitude de Deus também na última estação da vida. Uma trilha sobre quem fomos às estações anteriores e um incentivo a acreditarmos que, ainda que tudo falte ou falhe nos estágios anteriores, não é tarde para começar no tempo que nos resta para viver. Mesmo porque, a vida é agora e também é ao vivo. Refletir sobre tudo o que escrevo me faz perceber que não há nada mais sublime e doce do que poder viver o meio da vida com a perspectiva do fim.
  • Em Crônicas de um Velho Jornalista, o autor convida o leitor a uma viagem nostálgica e reflexiva pelo universo do jornalismo, em que cada crônica é uma janela aberta para histórias que moldaram não apenas a profissão, mas também a sociedade. Com uma prosa envolvente e um olhar perspicaz, ele compartilha experiências vividas ao longo de décadas, revelando os bastidores de grandes reportagens, encontros memoráveis e os desafios enfrentados em um mundo em constante transformação. Nesta obra, o leitor encontrará relatos que vão do humor à crítica social, passando por momentos de emoção e sabedoria. As crônicas são um convite à reflexão sobre o papel do jornalista na construção da verdade e na busca pela justiça, além de uma celebração da arte de contar histórias. Prepare-se para se emocionar, rir e, acima de tudo, se inspirar com as palavras de um mestre que, mesmo após anos de estrada, continua apaixonado pela escrita e pela busca incessante por novas narrativas. Crônicas de um Velho Jornalista é mais do que um livro; é um testemunho da vida e da profissão que moldaram um contador de histórias.
  • A obra O Desembargador de Versos foi concebida com o propósito de publicar uma série de poemas em homenagem ao meu pai, José Di Lorenzo Serpa. Ele, que foi desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba, faleceu em 13 de janeiro de 2025, deixando um legado não apenas no campo jurídico, mas também na literatura, como escritor e poeta. O livro não se limita a apresentar os poemas, mas também conta um pouco da sua vida. Através das páginas, é possível conhecer mais sobre esse homem que, além de desembargador, se dedicou à arte das palavras, expressando seus sentimentos e visões de mundo. A marca do amor, da saudade, da dor e da alegria permeia a obra, trazendo à tona sentimentos que afloram a alma, ecoam no coração e equilibram o espírito. Essa é uma homenagem que transcende a simples recordação, tornando-se um retrato emocional e poético de José Di Lorenzo Serpa.
  • Este livro mergulha nas transformações sociais e políticas do Brasil entre as décadas de 1970 e 1980, resgatando as vívidas e comoventes histórias de uma família nordestina que fez da periferia de São Paulo o seu novo lar. São relatos reais, narrados com a gravidade da verdade e a leveza da saudade, que orbitam em torno dos filhos de dona Ester Madeiros. Dona Ester é uma mulher forte, sábia e resiliente, cujo nome ressoa como um pilar moral e emocional para todos ao seu redor. Cada capítulo do livro desvenda um episódio marcante na vida desses personagens. São crianças e adolescentes que, apesar das dificuldades financeiras, sonhavam com dias melhores. A narrativa nos guia através de momentos de dor, superação, alegria e descobertas, em meio ao preconceito, à luta por dignidade e aos laços inquebrantáveis de afeto. Estas são histórias de amor fraterno, de pequenas vitórias diárias e de personagens únicos que povoam o imaginário de toda família nordestina que migrou em busca de um futuro mais justo. No entanto, o livro vai além de ser apenas um retrato da vida de uma família. É um testemunho sensível da força nordestina, da migração interna brasileira e do poder das histórias que resistem ao tempo. A leitura compartilha emoções que nos fazem rir, chorar e, acima de tudo, reconhecer a beleza que existe na memória de quem sobreviveu com coragem e esperança. É uma homenagem àqueles que, apesar das adversidades, mantiveram a fé em um futuro melhor.
  • Os debates acadêmicos sobre os conceitos de memória e história são de grande importância. Há uma série de questões levantadas sobre o papel da memória, especialmente na construção do conhecimento histórico. A memória não é simplesmente a lembrança de um evento passado, mas uma reconstrução do passado que, normalmente, serve a interesses específicos. Essa reconstrução, que pode ser transmitida para as gerações futuras, é feita de maneira parcial e limitada, sem o processo crítico da história. A memória não exige uma análise científica das fontes, nem o uso de uma metodologia na construção do conhecimento. No entanto, é importante destacar que a memória é um objeto de pesquisa para o historiador, pois pode ser usada para analisar o processo de construção de uma história específica e os interesses envolvidos. Com isso em mente, decidi registrar alguns aspectos da minha experiência de vida, juntamente com alguns parentes e amigos. O objetivo é deixar essas memórias para as gerações futuras, especialmente para meus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos. Espero que eles possam colher algo proveitoso desta jornada.
  • O segundo volume da biografia de Cléber Ramin, "Seja do Tamanho dos Seus Sonhos", segue o sucesso de vendas e premiações do primeiro livro. Este, além de ser um best-seller, foi transformado em um documentário pela empresa V.rimk e está disponível no canal YouTube. Nesta sequência, Ramin, que é adestrador de cães, lutador de artes marciais e policial militar, detalha a criação, a exposição e o adestramento de cães. O autor compartilha sua experiência e conhecimento, proporcionando uma visão aprofundada sobre o universo canino. "Seja do Tamanho dos Seus Sonhos 2" promete ser tão envolvente e informativo quanto o primeiro volume, oferecendo aos leitores uma visão única sobre a vida e a carreira de Cléber Ramin.
  • Há duas décadas, o autor foi profundamente marcado por uma reportagem ouvida no rádio: o encontro entre um homem esquecido e um cão sem dono, unidos por um amor silencioso e incondicional. Essa lembrança germinou como uma semente e agora floresce neste conto, que vai além do registro narrativo. É um convite à reflexão sobre o que nos torna humanos e sobre a lealdade instintiva dos cães. A narrativa entrelaça temas como racismo, bullying, infância em situação de rua, a dureza do internato e a solidão que persiste mesmo em meio à multidão. Um dos focos mais comoventes é a tentativa de mostrar que o cão, mesmo sem compreender nossa linguagem, entende nossos silêncios e compartilha nossas dores e alegrias com sensibilidade profunda. O conto é ilustrado com o objetivo de transformar cada página em uma tela viva, como um filme desenhado em papel. As imagens complementam as palavras, criando uma experiência sensorial onde o leitor vê, sente e respira cada cena. Mais do que ser lido, este livro deseja ser vivido. É uma obra que toca o coração e permanece na memória, como aquelas histórias que não passam — permanecem.
  • A dor pela perda de um filho é como tempestade em mar agitado, é silêncio sem eco, uma eternidade sem fim.” Cada página é um grito contra a impunidade, um chamado à sociedade para não se calar diante da brutalidade, um clamor para que nenhuma outra mãe precise atravessar a noite escura da morte. Este livro é também um alerta: quando o sistema se deixa conduzir por interesses pessoais, a violência praticada por aqueles que deveriam proteger não apenas fere famílias, mas também deixa marcas profundas que corroem a confiança e abrem abismos tão vastos que podem fraturar toda a sociedade. É também um tributo ao amor de mãe, amor que atravessa a morte e se converte em palavra viva, capaz de ecoar além das fronteiras do tempo e do espaço
  • Zélio Araújo, desde a juventude, mostrou-se engajado em movimentos políticos de seu município, mesmo antes de ter idade para votar. Seu envolvimento com a comunidade se estendia a parentes e amigos. Aos 18 anos, serviu às Forças Armadas, especificamente ao Exército, como soldado no Pelotão de Operações Especiais (Pelopes). Este período de sua vida foi marcado por um forte senso de dever cívico, servindo à pátria como brasileiro e cidadão. Já na fase adulta, Zélio trabalhou como operário em uma multinacional. Durante esse tempo, participou ativamente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e também como membro da Comissão do Círculo de Qualidade (CCQ). Sua participação nessas comissões demonstra seu compromisso com a segurança e a qualidade no ambiente de trabalho. Na segunda metade da década de 1980, Zélio participou do Movimento Sindical dos Químicos e Abrasivos da Região, que incluía as cidades de Campinas, Valinhos, Paulínia e Sumaré. Além disso, em meados dessa mesma década, fundou e presidiu uma associação de moradores de bairro. Sua liderança foi reconhecida em três mandatos distintos, que ocorreram na metade e no final da década de 1980 e na metade dos anos de 1990. Zélio também foi fundador e presidente do Conselho das Associações de Bairro e Entidade Congêneres de Sumaré/SP (Consabs) na segunda metade da década de 1990. Zélio também teve uma carreira significativa no serviço público, atuando por sete anos em várias posições, incluindo administrador regional (subprefeitura), assessor técnico, diretor de auditoria e gerente de engenharia de projetos. Em 2015, ele retomou seu envolvimento com as associações e, em 2024, com o Consabs. Além de sua carreira no serviço público e ativismo comunitário, Zélio também trabalhou como advogado por sete anos. Ele atuou na Defensoria Pública do Estado de São Paulo através do Convênio OAB-Defensoria Pública. Além disso, serviu como conciliador/mediador judicial da Comarca de Sumaré/SP. Essa experiência legal complementou seu compromisso com a comunidade e a justiça social.
  • Esta obra foi criada com o objetivo de atender às necessidades das crianças deficientes visuais, bem como daqueles que perderam a visão na adolescência e na idade adulta. Estes indivíduos, com destreza, manuseiam os fonemas no teclado do computador, utilizando o sistema DOSVOX. O sistema DOSVOX é uma ferramenta poderosa para esses usuários. Ao acionar o teclado, eles conseguem captar o som das letras que se transformam em fonemas. Desta maneira, eles podem aprender com facilidade os diversos fonemas da língua portuguesa. O livro é estruturado com a família de cada fonema, com o objetivo de formar palavras, criar frases e textos. As histórias contidas são da própria autora, e a organização dos fonemas procura obedecer à disposição das letras localizadas no teclado do computador. A finalidade desta obra é proporcionar mais autonomia ao aluno no processo de ensino-aprendizagem. O livro foi confeccionado pensando em facilitar e enriquecer a experiência de aprendizado desses indivíduos.
  • O autor, um poeta, romancista e pensador, é conhecido por sua inovação na escrita e na criatividade. Seus livros publicados são um testemunho de sua habilidade única de combinar um senso de humor aguçado com um rigor textual meticuloso. Além disso, ele possui uma consciência profunda da realidade, que se reflete em suas obras. Nas entrelinhas de seus textos, o autor envolve o leitor com um olhar peculiar, característico de quem ama a vida e enaltece os valores humanos. Ele tem a capacidade de capturar a atenção do leitor, envolvendo-o em uma narrativa que celebra a vida e a humanidade. A dimensão crítica é uma parte integral da construção de seus textos. Os contos, em particular, são a expressão viva da liberdade, demonstrando a habilidade do autor de explorar temas complexos de maneira envolvente e acessível. Vale a pena conhecer o autor e desfrutar da riqueza de um olhar que vai ao encontro do leitor. Ele valoriza o tempo e a memória, que são as bases das vivências de cada um de nós. Através de suas obras, ele nos convida a refletir sobre nossas próprias experiências e a apreciar a beleza e a complexidade da vida.
  • Mo o Cê

    R$51,30
    O amor é o maior sentido da vida. Tão poderoso e infinito, dispensa adjetivos ou qualificativos simplesmente porque o amor é o amor! “MÔ O CÊ” é um romance que fala deste amor verdadeiro. Seus personagens nos contam suas maravilhosas histórias as quais, talvez, possam ser semelhantes à sua, à minha, às nossas, quem sabe?! O que posso afirmar é que, ao ler, você irá compreender que o amor é o grande poder que todos nós temos, mas, há vezes em que nos esquecemos de usar. Então, só para lembrar: “Mô o cê!”. Douglas Oliveira Elias