-
Sem estoque
A psicoterapia humanista é uma abordagem terapêutica que coloca o ser humano no centro do processo terapêutico e desenvolvimento pessoal. Diferente de outras abordagens que se concentram em sintomas e diagnósticos, ela busca compreender e valorizar a singularidade de cada indivíduo, promovendo a autenticidade, a autorrealização e o crescimento pessoal. Neste livro, exploraremos os fundamentos teóricos e práticos da psicoterapia humanista, fornecendo uma visão abrangente sobre essa abordagem terapêutica, com uma análise aprofundada dos conceitos-chave e orientações práticas para psicoterapeutas e estudantes de psicologia interessados em exercer a psicoterapia humanista como uma forma de intervenção eficaz e compassiva. A obra tem como objetivo apresentar a prática de intervenção da psicoterapia humanista, com base em suas principais técnicas e abordagens. -
Sem estoque
Neste livro de contos, o leitor encontrará surpreendentes momentos do clima social e político que ocorriam nas pequenas comunidades do interior, no final do século passado, mais exatamente nos anos de 1970 e 80. Havia somente TV, a que só se assistia à noite. O progresso trouxe celulares, internet e redes sociais, ou seja, muito conhecimento, mas prejudicou o convívio e os sentimentos. As estórias têm fragmentos reescritos das conversas ao pé do fogo quando a família reunida, com ou sem aparentados, conversava o som da fala, ria o cômico, chorava a dor da perda e se respeitava. São contos com pitadas de humor, amor, citações filosóficas a explicarem a angústia e a alegria de viver. São paixões proibidas; a morte ignorada, mas necessária; mistérios folclóricos do interiorano; a dor da consciência e o alívio que o tempo patrocina; a necessidade da fé; do sonho libertador; dos sucessos e fracassos. Elementos comuns ao cotidiano da vida, abordados por ângulos questionadores e relatos atenuantes. -
Sem estoque
O livro “Conhecer Jesus na íntegra” é muito rico em conteúdo e de fácil leitura, em que o autor procurou esclarecer muitos assuntos polêmicos a respeito da origem de Jesus, o surgimento da Igreja e sua importância na vida do cristão. Com uma linguagem boa e leve, cada um pode encontrar coisas interessantes. Ao apreciar este livro, vamos nos aprofundar na fé, conhecendo mais Jesus, a Sua Igreja e o mundo, aguçando mais a fé. Depois da leitura, quem sabe poderemos nos tornar missionários, fermento na massa, discípulos de Jesus. Que vocês, leitores, possam ter uma leitura prazerosa e que o Espírito Santo ilumine tanto vocês como o autor desta obra. Deus abençoe a todos -
A Itália jamais deixou de ser o epicentro do mundo em minha vida, ainda mais na primeira infância. Éramos, então, uma família muito singular. Enquanto meus pais descobriam o Brasil, terra que haviam eleito como destino para reconstruírem suas vidas, eu, uma criança tímida, tentava conciliar dois mundos em minha cabeça. A Itália, de que meus pais falavam o tempo inteiro, e o Brasil, cuja realidade, confesso, me assustava um pouco. Meus primeiros anos de vida, portanto, foram marcados por essa dualidade enevoada. O Brasil era uma descoberta ainda em processamento na cabeça de todos nós. Eu sentia bastante dificuldade para estabelecer laços afetivos com pessoas fora do meu círculo familiar – e, dentro dele, era estimulada a amar figuras distantes, meus avós, tios, e uma legião de primos -
Laura Salles, 15, recém-matriculada em FoxLearningStar, colégio elitista de São Paulo, é um marco para a instituição: genial e revolucionária. Alguém que descaracteriza o bem e o mal e considera a importância apenas ao vencedor. Ela foi prestigiada com a honra de narrar um capítulo. Os seus colegas (embora sempre arqui-nimigos) também. Nove capítulos: nove oportunidades de serem ouvidos. Porque, se o vilão só é vilão quando a história é contada pelo herói, o que acontece quando todos contam sua própria versão de uma mesma história? São todos heróis? Ou vilões? -
Somos Claudia Cristina Ferrari Henriques e Alexandre Chiconelli Henriques, respectivamente, a musa e o poeta. Sob inspiração de Claudia, a musa, Alexandre, o poeta, sempre recebe a sublime revelação. Quando ele acha que viu, ela o deslumbra; quando ele acha que sabe, ela o ensina; quando ele acha que deu, ela o abençoa; quando ele acha que faz, ela o edifica; quando ele acha que caiu, ela o reergue; quando ele acha que é o fim, ela lhe mostra que é só o começo; quando ele acha ser para sempre, ela mostra que é além. Através de sua musa, Alexandre se tornou um escritor com extensa obra publicada, da qual este já é o nono livro! Mas, ainda que incompleto, ainda que imperfeito, ainda que talvez até inglório, precisa e deve cantar ao mundo, ao universo e ao pra lá do infinito que só a musa Claudia dá ao poeta Alexandre inspiração de sobra, com nosso amor que é palavra e obra. -
Sem estoque
O comunismo, o mais terrível inimigo da liberdade, tem vigorosas raízes na Grécia Antiga, com Platão, que identificava a liberdade como ausência de lei, a livre iniciativa com a licença e a igualdade com a desordem. Na sequência, Hegel ampliou as ideias platônicas e modulou a perene revolta contra a liberdade e a razão. É dessa conjunção de tirania e irracionalidade que Marx recolheu os postulados de suas teorias para produzir a doutrina marxista. Assim, o marxismo, que tem base na abstração, ensinou aos trabalhadores a guerra de classes, cujas teses são utópicas, centradas em superstições, falácias e insuperáveis contradições. Esta obra recorre à “alegoria das luzes” e percebe que, enquanto a Revolução Francesa de 1789 emitiu seus clarões libertários para o mundo, acendendo a esperança de um futuro radioso, de liberdade e desenvolvimento para a humanidade, a Revolução Russa de 1917 fez o percurso contrário: produziu a loucura socialista, que anula as liberdades individuais, trata a sociedade como “gado humano” e subordina a vida às decisões do Estado. -
Nesta incrível história de resiliência, o autor propõe ao leitor uma viagem por lugares, momentos, sentimentos e emoções. Antônio Tavares Filho nasceu no interior de Minas Gerais, sendo o filho caçula em uma família de sete irmãos. Com um vocabulário acessível a todos, ele descreve sua autobiografia. Nesta viagem, como bom técnico de futebol que foi, Antônio Tavares faz as vezes de narrador e narra a sua própria história. Ao longo do livro, observa-se que ele não é o único protagonista, uma vez que em seus capítulos outros personagens fazem parte do enredo para ratificar que o homem nunca está só e que uma história só é bem contada quando é vivida. Ao longo desta autobiografia, o leitor passará por caminhos que levam a sentimentos e emoções tão caros ao ser humano como amor, perdão, misericórdia, alegria, superação, milagre, encontros e despedidas, idas e vindas que fazem com que haja crescimento, superação e realização de sonhos. Te proponho a ler esta obra e descobrir algo que vai para além da vida do nobre autor e que o fará refletir sobre sua própria vida e se despir de alguns preconceitos que o impedem de prosseguir na busca de seus sonhos. -
Essa é a reunião de textos que escrevi durante anos, por diversos motivos. Coisas que internalizei e canalizei em palavras. Talvez você se identifique com algo. Talvez uma frase defina o que você sente. Esse livro é uma forma de expressão livre de julgamentos ou comparações. O entendimento é único para cada indivíduo. Você pode achar que nada disso faz sentido e tudo bem. Você pode achar que eu estou apenas delirando e tudo bem. Essas palavras são formas de expressão. São sentimentos em palavras. São sentimentos em forma de arte. É a arte que eu acreditei e tive a coragem para colocar no mundo. Espero que te faça feliz e que te dê coragem de fazer a mudança que você tanto quer na sua vida, seja ela qual for. -
Sem estoque
Em Umbuzeiro, coco de roda é vida. Objetivando dar visibilidade a essa trajetória de vida, o livro “Coco de Roda: relatos e registros da vivência do coco em Umbuzeiro – PB” apresenta a manifestação cultural do coco como algo sublime que proporciona aos brincantes momentos de lazer, prazer, muita diversão e conhecimento. Por meio deste livro, você conhecerá o coco de roda vivenciado em Umbuzeiro, na Paraíba, e identificará a relevância dos saberes, das tradições, dos costumes construídos e vivenciados pela população local para o desenvolvimento de uma identidade umbuzeirense através dos relatos orais de memória dos brincantes de coco. Tomando a vivência do coco de roda como objeto de análise, o livro discute o reconhecimento e a legitimação deste elemento da cultura popular para a história da cidade e busca sensibilizar os jovens umbuzeirenses da importância que a história local tem para a formação da identidade de um grupo social. Nesta perspectiva, estudar os elementos culturais que caracterizam a história do nosso município é relevante para nos percebermos enquanto sujeitos históricos. Assim sendo, convido você, caro leitor, a entrar nessa roda para conhecer o coco de roda umbuzeirense, Patrimônio Cultural Imaterial de Umbuzeiro, que anima e alegra a comunidade local, congregando experiências e construindo identidades. -
Um estudante, no seu ensino fundamental, é acusado de ser incapaz de escrever. No seu ensino médio, não é reconhecido por sua redação, somado à acusação de não condizer com a normalidade. E, pasmem, no ensino superior, não lhe resta outra escolha a não ser a transferência para o período noturno, por força do odioso bullying. Todavia, contraditoriamente, torna-se autor de 12 obras publicadas e galga o grau acadêmico de mestre. Desculpem-me, mas é isso mesmo que entenderam. É exatamente disso que este livro vai tratar, do Mestre, apesar da Escola. Sim! Apesar de uma escola enviesada, ideopata e anticientífica. Porque a ciência, quando muito bem feita, não tem lado, caminhos, dogmas, mas faz perguntas. Resumindo: não é impositiva, mas demonstrativa. Desculpem-me novamente se a vida escolar deste mestre não apontou caminhos, tampouco inspirou perguntas ou mesmo algumas demonstrações. Por isso e por tanto, este é o livro do “Mestre, apesar da Escola”. -
Isaac Newton provou cientificamente que o branco, enquanto cor, é a fusão de todas as outras cores que vemos. Albert Einstein disse que a ciência sem a religião é paralítica e a religião sem a ciência é cega. Portanto, desta reunião reluzente, eu faço o nosso presente! O vermelho do amor, o verde da esperança, o amarelo da prosperidade, o azul do céu e do mar, conjugados na candura da paz, em nome de um Natal Branco Branquinho, a ti, ao mundo todo, com carinho. Pode parecer coisa de sonhador, notadamente num tempo em que o Natal é reduzido a mais uma de tantas bandalheiras que já somos obrigados a testemunhar dia e noite. Pode aparentar delírio de poeta, mormente num tempo em que a homenagem devida a Jesus Cristo de Nazaré não pode contar com a oração, com a meditação, com a comunhão, com a compaixão, com a reverência, com a decência, com o clamor e, menos ainda, com o amor de uns para com os outros, modo maior de proceder em memória Dele. Pode assemelhar-se com falta de maturidade ou excesso de ingenuidade, principalmente num tempo em que a noite de Natal se contextualiza por crianças disputando brinquedos, no lugar de brincarem juntas; falação insuportável da vida alheia, como se a de quem fala fosse perfeita; elementos que vêm pela mesa farta e pela bebida boa e não pelo anfitrião, o que se prova quando o mesmo faz um brinde solene e escolhe uma música comovente, e os convidados, depois de rirem, caem de boca no que foi servido. Enfim, pode parecer um quixotesco sonho impossível, quando o Natal, no lugar da celebração máxima de virtudes que deveriam conduzir o dia a dia e a vida de todas as pessoas, é reduzido a um feriado qualquer em que todos estão ocupados demais para qualquer consciência. Ocorre que eu tenho a prova de que não pode e nem deve ser assim. A prova chama-se Claudia Cristina Ferrari Henriques, que, mais do que minha mulher amada, é minha musa inspiradora cuja motivação, cujo estímulo, cujo fortalecimento, cujo acalento são os ombros sobre os quais vejo mais longe e dos quais trago a revelação e o testemunho de que o Natal Branco Branquinho é possível e, até mais, é exigível. É devido a um mundo mais carinhoso, mais polido e mais bonito. Que este livrinho traga fundamentos suficientes para que todos os dias, semanas, meses, anos, Natais e toda nossa vida, sejam Brancos Branquinhos, a um mundo com mais carinho.