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O Direito Civil é um ramo que está sempre presente tanto na sistematização anglo-saxã quanto no próprio ordenamento romano-germânico, embora alguns estudiosos e operadores do direito brasileiro vejam as duas tradições de uma forma bem diferente da realidade. De minha parte e com meu isolado entendimento, o Direito romano era o Direito de uma determinada cidade que regia a vida dos cidadãos que eram independentes, abrangendo, para isso, todo o sistema jurídico vigente e especial em regras Penais, Administrativas e Processuais. O Direito romano era chamado por direito quiritário ou de ius civile, que teve uma grande importância e influência na construção do Código brasileiro quando permitiu que uma parte de seu conteúdo fosse elaborada por meio de um acordo celebrado com particulares, adaptando-se às que eram necessidades da área econômica da cidade. Sei que poucos advogados são os que conhecem o texto original do Corpus Iuris Civilis que influenciou muito na construção do Código Civil brasileiro. Portanto, é muito fácil imaginar a dificuldade para ser escrito este livro de Direito Civil – um passo além da história, atendendo ao meu desejo como projetado! -
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Mais do que mostrar as técnicas e o método para implementar o modelo de gestão denominado Manutenção Autônoma, este livro tem o propósito de derrubar alguns tabus e esclarecer os papéis e responsabilidades de todos os integrantes da cadeia de comando da empresa na obtenção dos resultados almejados com a implementação. Os conhecimentos expostos são fundamentados na experiência de trabalhos desenvolvidos pelo autor em muitas das melhoras empresas nacionais e multinacionais, não só em ambientes favoráveis, mas também superando barreiras de atitudes e limitações de tempo. As pessoas da linha de frente que realmente estão agregando valor aos produtos e/ou serviços esperam que as empresas e os gestores sejam capazes de oferecer as diretrizes e os meios para realizarem seus trabalhos com segurança e responsabilidade, proporcionando oportunidades de desenvolvimento e satisfação. O leitor encontrará nesta obra um excelente guia para enfrentar os desafios de implementar uma mudança não só das rotinas operacionais, mas também fundamentalmente da cultura de gestão. -
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Caro leitor(a),A minha resenha literária vista na obra Direito Civil – um passo além da história, neste Volume II – Guarda Validade –, é de minha autoria como um advogado idoso, grande defensor e propulsor da Teoria da Razão no campo do amplo Direito, em que, infelizmente, continuam a vigorar a mentira e a falsidade no lugar da realidade dos fatos. Portanto, busquei reconstruir a minha autocompreensão entre as pretensões normativas democrático-constitucionais e a facticidade de seu contexto social no mundo jurídico. Para tanto, tomei como ponto inicial os direitos que os cidadãos têm de atribuir uns aos outros o direito na linha correta como legalmente expresso no Diploma Civil, a fim de regular de forma legítima sua convivência com os meios do Direito Positivo, inferindo, pois, que esta é uma formulação que deixa transparecer a provável existência de uma tensão entre o fato e a validade que permeia o sistema dos direitos. Obrigado. -
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Allison Príncipe de princesa não tem nada. Muito pelo contrário, na verdade. Seus pais a veem como uma estranha, mas Allie pensa que talvez os verdadeiros esquisitões sejam eles. O drama na casa dos Príncipes só se intensifica quando a irmã de Allie volta para casa após quase três anos de ausência. Allie sente que precisa fugir por uns minutos, se não, vai acabar sufocando. Então, ela fecha os olhos e viaja para um mundo onde tudo é melhor e onde encontra refúgio para criar as memórias felizes que não consegue ao abrir os olhos. E enquanto a pomba e o cachorro não param de gritar dentro de casa, os moradores do resto da vizinhança daquela ruela pacata, começam a se revelar, mostrando que talvez Allie não seja a única a sonhar acordada. -
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A capoeira ainda não possui clareza, transparência e linguagem universal nos toques de berimbau. Pensando nessa necessidade, desenvolvi um método com embasamento de algumas pesquisas, oralidade ancestral e experiência no campo de trabalho. Criei essa metodologia e apliquei em um grupo de 24 pessoas, dentre elas, 25% não tinham conhecimento algum sobre o berimbau. O resultado foi incrível. Introduzi nesse livro tudo o que aprendi e que acredito ser necessário para um aprendizado significativo do praticante, com estratégias simples através das quais irá desenvolver a percepção de como tocar, interpretar, reproduzir, transcrever e escrever toques de berimbau. O berimbau é um patrimônio histórico e tradicional da capoeira, responsável por fazer o jogo acontecer, e é muito triste saber que apenas 30% dos praticantes sabem tocar com maestria. -
A minha história se desenvolve nas cidades brasileiras de São Vicente do Sul, Uruguaiana, São Luiz Gonzaga, Porto Alegre e Gravataí, no Estado do Rio Grande do Sul, num verdadeiro vai e vem de 1946 a 2021. Com muita habilidade e dedicação aos estudos compartilhados ao trabalho, cheguei à Gravataí, morando em casa própria depois de 26 anos de trabalho duro.A minha verdadeira intenção era ser arquiteto, cheguei a desenhar plantas de casas até dois pisos aprovadas pela secretaria de obras e aviação da prefeitura de Uruguaiana. Em 1965, sentei na praça na unidade do 4° Grupo de Artilharia de Campanha 75 milímetros, fiz o curso de cabo topógrafo, dando baixa com o certificado de primeira categoria no mês de março de 1966. Em 1970 voltei para formar o 2° Esquadrão Operacional de Fronteira Boina Verde do 8° Regimento de Cavalaria Mecanizada, onde fui aprovado no concurso para Sargento de armas em 1973, tirando o terceiro lugar. Desta unidade, saí para fazer o curso de terceiro sargento de cavalaria na qualificação militar de combatente no 12° Regimento de Cavalaria Mecanizada na Zona Sul de Porto Alegre. Depois de seis anos de intensas instruções de combates teóricas e práticas, fui promovido de soldado para terceiro sargento, e a minha madrinha de formatura – hoje, minha esposa –, Rita Elaine, colocou as divisas em meus braços no dia 12 de outubro de 1974. -
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Caro leitor, Neste livro, Volume II, você vai encontrar o prosseguimento do comentário sobre a legislação penal brasileira do Volume I, em que, ao simples exame em confronto com a realidade da violência urbana atual, percebe-se a sua grande fragilidade como meio de repressão à onda de criminalidade urbana que domina a sociedade no Brasil. Muito tem que ser alterado na legislação penal, diante dos crimes hediondos que ocorrem em todos os recantos brasileiros, contra crianças, mulheres e homens, o que leva a entender uma necessidade de ser instaurada a pena de morte em nosso sistema penal. Mas a Constituição Federal de 1988, ao conferir tratamento especial aos direitos e garantias fundamentais do cidadão, põe-se em harmonia com os direitos humanos, tanto de natureza individual como metaindividual, e com esse tratamento, na área penal, veda-se a aplicação da pena capital e da prisão perpétua, permitindo-se a primeira apenas no caso de guerra declarada. Neste livro O Crime – Volume II, não fiz análise da doutrina e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal cerca da criminalidade, do que provavelmente eu venha a cuidar no Volume III. Obrigado. Luis de Almeida -
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“Somos soldados do desenvolvimento”. Foi com essa afirmativa – praticamente, uma conclamação - que fui recebido ao ingressar no BNDES em 1984. Também se afirmava o papel do BNDES como “agente de mudanças”. E, desde então, o Brasil mudou. Em muitos aspectos, o país de fato se desenvolveu. Temos uma democracia consolidada. O processo inflacionário crônico deu lugar ao Real. Os instrumentos de política macroeconômica convergiram para padrões internacionais. A onipresença estatal no setor produtivo e na infraestrutura cedeu espaço ao setor privado, que adquiriu resiliência ao longo das crises. A economia extremamente fechada transformou-se numa economia mais integrada ao mundo. Houve mudanças positivas nos indicadores sociais. É grande a lista dos temas em que o país avançou. Porém, é consenso que o baixo crescimento ao longo dessas décadas foi frustrante. E a precária condição de vida de milhões de brasileiros é inaceitável. O Brasil esteve longe de aproveitar todo o seu potencial de desenvolvimento. Oportunidades foram perdidas. É disso que trata este livro: identificar caminhos para o país sair desta espécie de “labirinto” em que se encontra. Quais são os desafios para destravar o desenvolvimento brasileiro? Qual arcabouço macroeconômico parece melhor? Como melhorar a infraestrutura? Quais são as mudanças necessárias para galvanizar energias para o crescimento sustentável? Quais políticas o país deve adotar na saúde, na educação ou na segurança pública? São as respostas a essas questões que motivaram os autores - todos eles profissionais voltados ao desenvolvimento – a se engajar no projeto cujo resultado o leitor tem em mãos. Este livro expressa a voz de uma nova geração do BNDES, iluminando alternativas para o Brasil. Em momentos em que o país discute que rumos deve seguir, é uma contribuição muito bem-vinda. Guilherme Dias (ex-ministro de Planejamento, Orçamento e Gestão) -
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A presente obra nos leva a conhecer a saga de Marcelo Mika, de origem humilde, porém de boa formação, envolvido em um casamento com família importante, inculta e abastada, levando a toda sorte de contradições e dificuldades, tanto sociais, profissionais, financeiras e até éticas, no desafio da competição permanente entre o poder econômico e o da inteligência e da cultura na solução de cada problema apresentado, envolvendo experiências de vida extremamente díspares. E o conflito entre esses valores pros-seguirá por toda a narrativa, mostrando, cada um a seu modo, a respectiva importância e valor na tomada de cada posição.Apesar de se tratar de um conto de total ficção, o leitor, certamente, poderá reconhecer fatos semelhantes, por todos conhecidos, muito comuns em nossa sociedade, como o adul-tério, o homossexualismo, o grave envolvimento com drogas e a desonestidade, de um modo geral, escondidos ou mesmo invisíveis, apesar de sensíveis, em oposição à iniciativa inteligen-te e produtiva, o preparo cultural verdadeiro, o bom senso e a importância da valorização do próximo no contexto da ascensão pessoal.Todavia não se trata de uma contenda entre o bem e o mal e sim como os personagens reagem para obtenção de respostas diante de cada obstáculo e até na busca da felicidade. -
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Nossa missão no CFA Institute é liderar globalmente a profissão de investimento, promovendo os mais elevados padrões de ética, educação e excelência profissional para o benefício final da sociedade. Atingimos um ponto de inflexão na indústria de investimento, no qual os investidores buscam uma abordagem com maior propósito e reconhecem a importância das finanças e investimentos em um contexto mais amplo, da sociedade como um todo. Nossa indústria desempenha uma função essencial quando se trata de prover capital para viabilizar o crescimento econômico e ajudar a alcançar a segurança financeira das pessoas. Atualmente, muitos investidores consideram o impacto como uma pauta necessária. -
Caro(a) Leitor(a), Ao escrever este livro O CRIME – e a legislação penal brasileira, não pensei em sistema mercadológico e muito menos em alcançar algum sucesso profissional; imaginei oferecer ao leitor e leitora uma pequena contribuição didática, principalmente aos que forem acadêmicos, e uma singela colaboração aos profissionais do Direito Penal. Escrevi com meu senso crítico de autor e profissional do direito, experiente na área penal, na medida em que transferia o meu conhecimento jurídico como advogado com a minha visão teórica sobre o tratamento penal punitivo. Os aspectos teóricos abordados e alguns adotados como autor escrevendo ao longo do livro se complementaram, encaixando-se perfeitamente ao modelo da sociedade brasileira em que vivemos. Este livro é, antes de ser uma obra científica, uma fonte de teoria e consulta, como um retrato do direito punitivo brasileiro aplicado. Ao formalizar a minha intenção em escrever, acredito ter reproduzido alguma matéria penal interessante e com a exatidão de conceito e conforme disposto no “rosto do direito penal”, com suas máscaras e fantasias. Obrigado Luis de Almeida -
A psicoterapia humanista é uma abordagem terapêutica que coloca o ser humano no centro do processo terapêutico e desenvolvimento pessoal. Diferente de outras abordagens que se concentram em sintomas e diagnósticos, ela busca compreender e valorizar a singularidade de cada indivíduo, promovendo a autenticidade, a autorrealização e o crescimento pessoal. Neste livro, exploraremos os fundamentos teóricos e práticos da psicoterapia humanista, fornecendo uma visão abrangente sobre essa abordagem terapêutica, com uma análise aprofundada dos conceitos-chave e orientações práticas para psicoterapeutas e estudantes de psicologia interessados em exercer a psicoterapia humanista como uma forma de intervenção eficaz e compassiva. A obra tem como objetivo apresentar a prática de intervenção da psicoterapia humanista, com base em suas principais técnicas e abordagens.