• A Bíblia, em Salmo 126:5-6, nos ensina uma lição valiosa: "Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos". Esta passagem nos lembra que, mesmo em meio à adversidade e ao sofrimento, há sempre a promessa de alegria e recompensa. Infelizmente, a sociedade atual não dá a devida importância à Palavra de Deus, que é a coisa mais linda que nós temos. É essencial lembrar que não devemos nos considerar derrotados, prejudicados ou perdendo. Ao contrário, devemos reconhecer que estamos conquistando um pouco a cada dia, mesmo que pareça insignificante. No entanto, é fácil perder de vista nossos objetivos e sair da vigilância. Isso geralmente acontece quando nos concentramos demais em algo e decidimos "jogar tudo para o alto" para atender às nossas necessidades imediatas, sem considerar as consequências ou o futuro. É crucial refletir sobre como nos sentiremos no dia seguinte, o que restará de nós mesmos na manhã seguinte. Porque, no fim das contas, seremos apenas nós mesmos.
  • O autor expõe uma coletânea de lembranças de vida, relatando fases que marcaram sua trajetória, além de fatos que mostram o poder de alcançar sonhos e objetivos. Espelhando-se nos bons exemplos, no futuro, podemos alcançar sucesso e respeito.
  • Você já se sentiu paralisada diante dos seus sonhos e, principalmente, do seu chamado perante o Senhor por medos, traumas, rejeições e diversos bloqueios? Já desistiu inúmeras vezes do que Deus escreveu para você como história única e de forma sobrenatural por falta de um posicionamento? Por muito tempo, implantaram em seu coração e na sua mente que você não seria capaz, ou que era tarde demais para vencer? Em “Mulheres Posicionadas Geram Milagres”, Adriana Lima compartilha uma jornada de dor, superação e fé. A partir de seu testemunho pessoal, a autora revela como a dor, a rejeição e os traumas podem nos paralisar frente àquilo que Deus tem como chamado ministerial, roubando, desta forma, o propósito do Senhor para com você, mulher. Contudo, nada é em vão, e em tudo, Deus tem um objetivo muito maior de nos impulsionar, através da dor, para um posicionamento que nos levará àquilo que Ele projetou em nós. Este livro traz não somente o caminho percorrido de momentos desafiadores em meio às circunstância difíceis, mas também convida a refletir sobre vivências mais profundas e a importância urgente de se reposicionar diante do Senhor, gerando milagres em sua vida. Com estratégias da Palavra de Deus e fé, Adriana Lima mostra que não é impossível sair de uma zona de sofrimentos para viver o sobrenatural de Deus, pois o fracasso da dor, e de tantos momentos difíceis, não impede uma mulher quando ela se posiciona para gerar milagres, seja qual área for de sua vida. Você almeja ser uma mulher posicionada e viver milagres? Vem comigo para esta descoberta e verá o que Deus ainda tem para entregar em suas mãos. Posicione-se, mulher!
  • O Judô é uma das maiores expressões do esporte Olímpico e Paralímpico no Brasil, praticado por crianças, jovens, adultos e idosos, com e sem deficiência, sem distinções. Presente no ambiente escolar, ele dialoga naturalmente com a leitura e a escrita, ampliando o aprendizado para além do tatame. Nesta nova edição de Judô: Praticando a Teoria, os autores renovam e ampliam a proposta pedagógica por meio de atividades lúdicas como palavras cruzadas, caça-palavras e jogos educativos, estimulando o vocabulário específico da modalidade e o conhecimento teórico que acompanha a progressão das faixas — da branca à preta. A obra também contempla o Nage-no-Kata adaptado para pessoas com deficiência, reforçando o compromisso com a inclusão. O livro reúne a sólida experiência acadêmica, técnica e inclusiva de seus autores: Eduardo Nascimento, Presidente da ABJI, escritor, mestre em Educação, 6º Dan e Árbitro Continental FIJ B, referência no Judô Inclusivo; Elizabeth Oratina dos Santos Nascimento, especialista em esporte inclusivo, 2º Dan e Árbitra Nacional B; e Edie Braga, engenheiro, artista plástico, 2º Dan e Coordenador Regional de Judô Inclusivo e idealizador de projetos inclusivos. Unindo conhecimento, experiência e sensibilidade artística, a obra transforma o estudo do judô em uma jornada acessível, formativa e inspiradora — para aprender, praticar e incluir.
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    O esporte é apaixonante, desafiador e, algumas vezes, também pode nos frustrar. Vitórias, derrotas, conquistas e fracassos fazem parte da jornada de todo profissional do esporte. Trata-se de uma mistura de sentimentos que, se não forem bem geridos, podem causar problemas. Mas, independente do que vivemos no esporte, somente em Deus seremos verdadeiros campeões. Por isso, convido-o a embarcar nesta jornada que o levará a uma vida completa. São chaves diárias que vêm do Criador, fazendo com que você seja bem-sucedido e prospere em todas as áreas de sua vida. Portanto, abra o seu coração, pois, na intimidade com Deus, você se tornará mais que vencedor.
  • "Desassossego" conta a história de Regina Aires Ferraz, uma jovem que se vê diante do desafio de lidar com a falência da tecelagem da família. Este empreendimento, construído por seu avô, é agora sua responsabilidade, e ela é forçada a supervisionar seu declínio devido a circunstâncias adversas. Em meio a essa turbulência, Regina supera a desilusão de um amor destrutivo e encontra uma nova oportunidade para o amor. Paralelamente à sua jornada, a vida entrelaça os destinos de outras pessoas cujas histórias se cruzam com a dela. A trama se desenrola com a construção e o desmoronamento da família de Regina como pano de fundo, cujas raízes remontam ao interior do Brasil. A narrativa leva Regina de uma existência provinciana e rica, agora empobrecida, a uma profunda descoberta de si mesma e do mundo ao seu redor. Entre sucessos e fracassos, "Desassossego" explora os meandros das relações humanas e o impacto das escolhas na vida de seus personagens. A história é uma reflexão sobre a vida, o amor e as decisões que tomamos, e como elas moldam nosso destino.
  • "Reinventando-se aos 50", escrito por Maria Eugênio, também conhecida como Tukinha, é um guia inspirador voltado para mulheres que aspiram ao sucesso no empreendedorismo, sem que a idade seja um empecilho. A obra aborda temas fundamentais como o poder da mente, a paixão como motor de ação, a importância do planejamento estratégico e a relevância do networking. Tukinha, através de suas histórias pessoais e conselhos práticos, convida as leitoras a embarcarem em uma jornada de autodescoberta e empoderamento. Ela incentiva a celebração das conquistas, a superação de desafios e a crença no próprio potencial, elementos essenciais para o sucesso. O livro é um convite aberto a todas as mulheres que desejam se reinventar e que buscam felicidade, liberdade e realização profissional. Tukinha compartilha sua experiência, demonstrando que a idade não é um obstáculo para alcançar os sonhos e construir uma vida plena e bem-sucedida. A mensagem central é que nunca é tarde para buscar o sucesso e a realização pessoal e profissional.
  • A sinopse começa com o surgimento de uma luz misteriosa que desencadeia uma série de eventos catastróficos. A humanidade é devastada por uma epidemia e pela Terceira Grande Guerra. Em meio ao caos e ao colapso global, surge a NEXA. Esta organização ascende ao poder ao dar origem ao enigmático CORTEX-0, uma tecnologia criada a partir de um genocídio que nunca foi oficialmente reconhecido. Avançamos para o ano de 2070, onde o mundo agora vive sob um governo global. Este promete ordem e segurança absolutas, um aparente oásis de estabilidade em meio ao caos anterior. No entanto, fissuras começam a surgir na estrutura que sustenta essa dominação. A criação que prometia salvar a humanidade deu origem a um efeito colateral oculto. Este efeito é algo que escapou a qualquer cálculo e ameaça ultrapassar todas as tentativas de contenção. A história se desenrola em um cenário de tecnologia obscura, verdades enterradas e um mundo à beira da extinção. CORTEX-0 é uma distopia que explora temas de controle, sacrifício e o momento em que a humanidade decidiu que a promessa de perfeição valia mais do que a liberdade.
  • Oportuna obra, mais um fruto de uma personalidade extremamente proativa e realizadora, que tem mostrado fibra em memoráveis batalhas contra as muitas adversidades que o destino lhe reservou, razão da admiração e respeito por parte dos que gozam do privilégio de sua amizade. João Alberto Manaus Corrêa Li o seu livro com a atenção que você merece. Desde o início do livro, você demonstra ser um narrador atento aos fatos que você viveu, descrevendo as minudências dos fatos acontecidos. Naturalmente, as lembranças dos nossos entes queridos nos levam a apreciar fatos e acontecimentos com sabor todo especial. Claudio “Toto” Garcia de Souza Se há uma palavra que resume o que sinto ao ler o livro de Mário, é criatividade, daquelas cheias de fé de que vale apostar na vida, porque mesmo sendo finita na aparência, é eterna pelas marcas deixadas em tudo que se pode construir em conjunto. Sonia Novinski
  • Este livro apresenta, de forma concisa, o início da maior empresa aeroviária do Brasil, a VARIG, incluindo a aquisição da Cruzeiro do Sul. A VARIG foi construída através do nosso trabalho e empenho, tornando-se um símbolo reluzente não apenas para os usuários, mas também para aqueles que nos conheciam socialmente. Além disso, a VARIG era reconhecida mundialmente, principalmente pelo atendimento prestado por todos nós. A empresa era não apenas preferida, mas também motivo de orgulho para nós, brasileiros. Durante 27 anos, servi como comissário de bordo, iniciando minha carreira na Cruzeiro do Sul, passando para a VARIG e, finalmente, encerrando na Gol Linhas Aéreas. O objetivo deste livro é compartilhar toda a história que vivemos e ainda estamos vivendo, antes mesmo de 2006. O relato se estende até a real falência da VARIG em 2010, um evento que marcou profundamente todos nós que dedicamos nossas vidas à empresa.
  • Vendelin Hreblay constatou que a questão da origem da polícia quase nunca se coloca porque a opinião pública, inconscientemente, admite que a sua existência está intimamente ligada à vida em sociedade e ao exercício do poder. Não obstante, a existência da polícia é um fato universal, incontornável e admitido em todas as sociedades, aceito por todos como último recurso face à arbitrariedade ainda mais insuportável que representaria a violência privada e a lei do mais forte. Esse livro tem exatamente o objetivo de explorar as origens históricas da mais antiga instituição de proteção social, daquela que, em conjunto com a justiça e o exército, é uma das mais antigas representações do poder público. Embarque nesse périplo desde os primórdios da humanidade até os dias atuais.
  • Desde o início deste século, a psicanálise passou por mudanças importantes. Um dos eixos mais representativos dessa mudança é o foco cada vez maior que as diversas escolas e associações de psicanálise colocam na dimensão social do ser humano. Podemos ver em todas as tendências atuais da psicanálise – de um modo diferenciado – o impacto dessa mudança radical. Isso significa que Freud deveria ser esquecido? De jeito nenhum, mas a própria clínica e o avanço das ciências nos empurram para considerar novas abordagens. A interdisciplinaridade – externa e interna – poderia ser um eixo norteador nessa direção. Pensamos na interdisciplinaridade externa com as outras áreas do saber: psicologia, neurociências, sociologia, estudos de gêneros, biologia, ecologia, filosofia, fenomenologia, etc. E também consideramos a interdisciplinaridade interna entre as múltiplas teorias e concepções psicanalíticas. No fim, a questão é ética: queremos colocar nossas certezas em dúvida? Conseguimos sair das nossas referências altamente personalizadas para trabalhar os assuntos da nossa clínica com as descobertas que outras áreas propõem? Este livro aborda essas questões e oferece algumas hipóteses de interdisciplinaridade com duas áreas ricas em descobertas: as neurociências e a psicologia do desenvolvimento. Depois apresentamos a psicanálise relacional como opção de interdisciplinaridade interna, considerando seu movimento original de crítica sobre seus próprios conceitos.