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A obra abrange sete narrativas contadas em gênero de literatura de cordel, e cinco destas nos fazem retroceder aos anos cinquenta, época em que viviam personagens como Bonifácio Serra, um enfermeiro de mãos milagrosas; José de Anica, que usa um linguajar um tanto rústico, mas esclarecido, para negar a mão de sua filha ao jovem Daniel; Mané Bicho, um garoto sabido e muito levado da breca, em um dia de muito azar; também o Zé Horinha Certa, que, em um baile pré-carnavalesco, dançou com outro homem; por último, Joana, uma jovem vianense ludibriada por um vigarista. Para finalizar, duas histórias que retratam passado e presente no velho costume linguístico dos apelidos na cidade de Viana. -
Muitas vezes me critico pela maneira como meus olhos veem as coisas e a forma como meu cérebro as interpreta, tão diferente da maioria das pessoas. Eu vejo detalhes tão claros que, para muitos, não existem, porque a sensibilidade de meus olhos e da minha mente cria cenários, associa situações, produz tantas imagens e as torna muito reais. Antes dos 7 anos de idade, quando ainda não sabia ler ou escrever, eu brincava com a criatividade inventando cenários e histórias. Depois de alfabetizado os professores me olhavam diferente quando liam minhas redações e faziam questão que eu as lesse para toda a classe, algumas vezes ao ajudar colegas que estavam mal nessa disciplina eu fazia a tarefa de casa para eles escrevendo suas redações, mas, antes de a professora finalizar a leitura, ela sabia que eu as havia escrito, que aquelas histórias de prender a atenção por quem as liam eram minhas. Então, a verdade aparecia, e minha tentativa de ajudar os colegas ia toda por água abaixo. Os poemas que compõem esse livro foram escritos pela caneta, mas antes, criados por pensamentos inspirados, impulsionados por um coração que a cada batida se apaixona ainda mais pela vida e pela vontade de viver, coração esse que se encontra sempre saudável por buscar a Deus, por cultivar a verdadeira fé ensinada pelas Escrituras Sagradas. -
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Pensei em escrever, a criar este livro com objetivo de registrar e compartilhar experiências vividas durante a pandemia do coronavírus, registrar nossas memórias, mudanças, transformações, expectativas, nossa atual realidade física e emocional. Para que, ao passarmos por tudo isso, possamos avaliar a real dimensão do que poderá nos transformar. A minha intenção é, também, fazer você pensar, rever, se reconhecer e preencher o vazio que a pandemia nos trouxe, de uma maneira que com certeza irá somar na sua vida, de seus familiares e amigos, e que você possa escrever suas experiencias e as deixe registradas para a eternidade. Este livro será o SEU Livro, página por página. Você é o grande autor da sua história. Farei você refletir sobre questões importantes, algumas perdas, infelizmente, mas também sobre momentos alegres, oportunidades, gratidão e amor e principalmente fé. Que tal então agora você começar a me contar como tem vivido desde 2020... Um beijo carinhoso no seu coração, fé em Deus sempre! Agora pense em uma pessoa especial, que você gostaria que tivesse a oportunidade de deixar a história dela registrada. Presenteia. Divida com alguém, compartilhe essa experiência. -
Segundo os relatos, o celular e as redes se tornaram a companhia dos jovens, fazendo com que eles passem boa parte do tempo conectados. A influência tecnológica tem impacto significativo na vida dos jovens, implicando no ambiente familiar, onde, em alguns casos, há o comprometimento das relações familiares, interferindo inclusive nas relações afetivas, levando-nos a estarmos atentos de que forma a nova tecnologia interfere no espaço virtual e real dos adolescentes. É observado que o adolescente não consegue fazer contatos pessoais fora desse meio virtual. Se comunicam através de chats, mensagens instantâneas, blogs, jogos on-line e redes sociais, partilhando uma nova cultura, em que a interação só acontece por meios eletrônicos. Como esses contatos são “superficiais” e de “falsa intimidade”, acabam facilitando o afastamento social. Meu melhor amigo hoje é o meu celular. (Adolescente, sexo masculino cisgênero, 16 anos) A partir do programa “Dá pra atender! On-line”, realizado na Casa do Adolescente de Pinheiros – Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, através dos acolhimentos com adolescentes, buscamos auxiliá-los nos momentos de crise psicológica, entender os ganhos e as perdas com o uso das tecnologias digitais em sua vida. -
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Em um mundo de trabalhos predominantemente masculinos, vemos uma mulher dirigindo um caminhão, ou no comando de uma embarcação, ou ainda carregando em seu ombro uma patente de oficial. Cada uma dessas mulheres traz em si marcas deixadas por histórias ocultas de renúncias, desafios e muita, muita determinação que as fizeram quebrar paradigmas e vencer grandes obstáculos, travando inúmeras lutas a fim de encontrar seu verdadeiro lugar ao sol. Conheça a história de mulheres brilhantes aqui chamadas de HEROÍNAS CONTEMPORÂNEAS e saiba quais foram suas lutas, seus adversários e suas estratégias diante das constantes batalhas que se apresentavam a cada dia. Venha se inspirar com exemplos de quem conseguiu subverter suas histórias protagonizando papéis importantes em que, antes, apenas os homens reinavam quase soberanos. Mergulhe nesse novo mundo que se abrirá diante dos seus olhos e prepare-se! Em alguma dessas jornadas, você poderá se encontrar também. Vamos juntos nessa! -
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Ainda à procura de seu espaço neste enorme, estúpido e brutal globo azul, Lia e seus pais tentam se manter satisfeitos com um governo não muito justo. O mais ou menos parecia ótimo, até que um menino de mochila amarela bate na porta de sua casa, diz que algo precisa mudar e a convence de que a França merece muito mais do que lhe é dada. Com um ou dois tropeços no meio do caminho, os dois e um garoto loiro e magricelo procuram lutar contra uma trindade de monarcas nada comum ou democrática: a Morte, o Tempo e o Amor. E enquanto um mistério decisivo assombra Versalhes, ironicamente, a esperança de toda a nação parece estar posta sobre três crianças assustadas que, no final das contas, só querem mesmo ser crianças. -
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O simbólico costuma levar o mineiro Sergio Porto a caminhos que podem ganhar forma de alegoria, como é o caso de A Arca das Sacristias de Minas, cuja narrativa é plena de parábolas. Durante a pandemia, quando se recolheu para se proteger de um vírus devastador, Sergio Porto deixou fluir o processo criativo na produção deste romance, dando voz ao discurso literário pelo qual sempre teve inclinação. Os romances A volta do Capitão Flozinha (1991) e Café Concerto (1992) já sinalizavam sua simpatia pela literatura. Mas A Arca das Sacristias de Minas se reveste de uma singularidade: a obra não se limita ao percurso inicialmente planejado. O destino da Arca pode encontrar novos rumos até mesmo em uma boa conversa, como afirma o autor: “Foi a partir de nossa conversa [uma entrevista] que a Arca resolveu tomar novo rumo”. E, assim, passam a integrar o percurso as belas praias de Japaratinga e Barra de São Miguel, em Alagoas; Morro de São Paulo e Porto Seguro, na Bahia; Tambaú e Ponta do Seixas, em João Pessoa. Afetuoso como é, Sergio Porto não excluiria da Arca qualquer viajante motivado a ir até o CineBaru, em Sagarana, no noroeste de Minas, destino final da travessia. Quem sabe, para viver novas e lúdicas aventuras humanas nas telas do cinema, trocando o medo da morte na pandemia por novas, belas e generosas criações. Ana Lúcia Medeiros Jornalista e pesquisadora, doutora em Comunicação (UnB/Université de Rennes 1 – França) -
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Poesias comovem, acolhem e despertam reações. Poesia é vida, é a arte de poder desabafar as dificuldades, admirações diárias e trabalhar com sabedoria as mais profundas emoções, na busca de nos conhecermos melhor, colaborando para aperfeiçoarmos atitudes, posturas e rever valores pessoais, diante de fatos ocorridos durante o nosso cotidiano. A poesia como instrumento terapêutico nos leva a refletir sobre vários aspectos da vida, tais como: medos, inseguranças, paradigmas e feridas que dilaceram a alma. Sabemos que o tempo não para, mas, de vez em quando, nos leva à estagnação diante de alguns entraves ocorridos na vida, e ficamos “presos” a um sentimento, momento ou omissão vivenciados. Embriões do Sentir é o resultado do trato desses obstáculos, a emersão das palavras descritas em poesias - fé, amor, perdão, escolhas - advindas de apontamentos, notas e escritos que narram um conto para dar ideia de contextualização, bem como os acalantos manifestos como agentes transformadores. -
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Este livro apresenta a questão de que existe uma visão arraigada no senso comum do que seria um revolucionário, geralmente visto como alguém poderoso fisicamente e no convencimento de suas palavras, empunhando uma arma imponente e pronto a matar pela sua ideia de revolução. Diante disso, muitos não associam, ou até negam, o aspecto revolucionário de Jesus. Observando os textos do Evangelho, verificamos que alguns interesseiros o seguiram com atenção e observação, mas, aos poucos, foram se decepcionando, ao ver que a revolução proposta por Jesus era, em suas maneiras de ver, pacíficas e amorosas demais para serem consideradas por eles como “revolucionárias”. Contudo, não percebiam que Jesus apresentava a regra mais revolucionária para um mundo onde predomina o desamor e a injustiça: o mandamento do amor. Esta é a única regra capaz de transformar o mundo e transformá-lo em algo bem melhor e bem mais próximo do paraíso. Este ideal revolucionário e tesouro incalculável foi percebido por seus seguidores: Pedro, o pescador e zelota, reconhecendo Jesus como o Filho de Deus vivo e o sentido revolucionário do seu mandamento do amor, abandonou tudo para segui-lo; Paulo, o fariseu e grande personalidade no judaísmo e no mundo greco-romano, militar combativo, poliglota, culto, mesmo tendo todos os atributos para postular até mesmo o posto de um novo César, abandonou tudo e abraçou, de forma heroica, a verdadeira revolução que é o mandamento do amor. Ambos compreenderam e deram a vida por esta revolução, bem como entenderam que o melhor antídoto contra a injustiça e o desamor é, exatamente, o amor. E esta revolução proposta por Jesus, se formos fiel a ela, é capaz de transformar, a partir da mudança de nosso coração, todas as estruturas humanas: a sociedade, a política, a economia, as religiões, a tecnologia, a relação do homem com o meio ambiente, ou seja, todas as estruturas humanas, tornando o nosso mundo, mesmo com as nossas limitações, mais parecido com o paraíso. E o amor é a única coisa que transpassa dessa vida para a vida plena e eterna, no paraíso verdadeiro, onde representa a única regra vigente. Portanto, se esperamos um dia experimentar essa realidade celestial, devemos aprender a viver, ainda que de forma imperfeita, o amor, ainda nesta Terra. Esse é o verdadeiro ato de aceitar Jesus, a verdadeira realidade salvífica. Somente abraçando essa regra, podemos transformar esse mundo em uma realidade melhor (o cêntuplo) e também convenceremos a Deus de que desejamos viver em um lugar onde o amor é a única regra, ou seja, no paraíso eterno. -
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Neste livreto, busca-se refletir sobre o testemunho e o modelo de cristão representado por Maria que, sendo uma simples pessoa humana, mudou o curso da humanidade com o seu “sim” a Deus, sendo ainda a pessoa que mais intensamente dividiu o seu coração com Jesus, e a única, dos Evangelhos, presente no seu nascimento, na sua infância, na sua adolescência, na sua circuncisão, na sua apresentação ao templo, em sua vida pública, em sua paixão e morte, em sua ressurreição, em sua ascensão, em Pentecostes e em toda a sua própria vida, mediante a concretização dos ensinamentos de Jesus nos atos mais simples e cotidianos. Este “sim” de Maria a Deus se materializou, de forma cristalina, no contínuo testemunho de amor e solidariedade ao próximo, essência do cristianismo. Desta maneira, pode-se assumir que, com exceção de Jesus, que é a figura central das Escrituras, sendo o Verbo encarnado que habitou entre nós, portanto, tendo também sua natureza divina, Maria, como pessoa puramente humana, pode ser considerada a pessoa mais importante das Escrituras, plena de maternidade cristã, uma nova Eva e uma nova Abraão. A fidelidade ao mandamento do amor nas pequenas coisas da vida era uma característica de Maria e seria isso que eu gostaria de apresentar neste livro: um modelo de vida concretizado no cotidiano e nas realidades que a vida pode nos apresentar e um incentivo à nossa fidelidade ao mandamento do amor, proposto por Jesus. Aquilo que pode transformar nossas vidas e a nossa realidade humana e social em algo muito melhor e bem mais próximo do paraíso. -
Este livro trata da epístola aos Hebreus, uma joia literária para deleite espiritual do povo de Deus. Apesar de anônima, ela traz em seu conteúdo todos os demais pensamentos divinos inseridos nas Escrituras de ambos os testamentos. De igual modo, as palavras do apóstolo Paulo encontradas em Atos e nas suas treze epístolas que trazem o seu nome como autor são encontradas também aqui, o que torna Hebreus uma magnitude encantadora e esplendorosa. O pastor Bruno Gouvea comentou os 303 versículos da epístola aos Hebreus usando interpretações lógicas e espirituais, nelas, destacando a pessoa de Jesus como sendo a figura central em cada cena apresentada, seja ela histórica ou profética. Meus parabéns a ele e a nós por esta valiosa obra! Itapeva - SP - 2021. Pastor Jairo Marques Valadares Presidente da Assembleia de Deus – Ministério Belém – de Itapeva (SP). Leitor da EBO do Belenzinho em São Paulo. -
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Neste ano da graça de 2021, aos 73 anos, estou feliz por trazer a público meu primeiro livro, nele tento me apresentar e resumir, com humor, aventuras e causos vividos ou testemunhados, além de valorizar amizades e amigos que, junto com a família, foram os competentes membros da banda e dos bons momentos da minha vida. Experimentei ao escrever, a agradável sensação de ter o poder, todo meu, de ser o senhor da realidade e dos fatos, nas minhas narrativas sobre o universo da minha vida. Pretendo deixar a mensagem de que vale a pena viver, rir e amar, sem comedimentos, pois não deixei, que eu saiba, até o momento, nada por fazer ou tentar, pecados inclusos.