• Existem histórias que permanecem não contadas, pois causam dor. Outras, invisíveis, pois são silenciosas. "Trem Fora do Trilho" é o desabafo sincero de uma mulher que enfrentou julgamentos, foi mal interpretada e teve que recolher os pedaços de sua vida sozinha. Karina Silva, a autora, decidiu expressar o que muitos têm vergonha de admitir: que nem sempre erramos por mal, mas ainda assim, carregamos o peso. Este livro também aborda a ideia de que nem sempre somos os vilões da história, mas ainda assim, nos tornamos alvos. Ele fala sobre a culpa sem intenção, sobre o amor que se transforma em dor e sobre o silêncio que grita quando ninguém está ouvindo. É uma obra que convida o leitor a olhar com mais empatia, a parar de apontar o dedo e a entender que cada um tem uma batalha que não é exibida nas redes sociais. A leitura é forte, verdadeira e cheia de sentimento. Apesar de todas as adversidades, o livro nos mostra que mesmo um trem fora do trilho ainda tem um destino. É uma metáfora poderosa para a vida, onde, apesar dos desvios e obstáculos, ainda há um caminho a seguir.
  • Ela está em choque! (foram as palavras da psiquiatra). Por 11 dias, não conseguia falar ou comer, perdida em algum lugar entre a alegria de ter mais um bebê e a possibilidade de morrer na mesa de cirurgia após sofrer um aborto retido. Não sei o que o levou, querido leitor, para o abismo da depressão, e talvez você também não saiba. Usei o último fôlego de vida para gritar por socorro, não conseguia achar o caminho de volta sozinha. Precisava encontrar Deus (ou ser encontrada por Ele). E assim, este livro nasceu! “Este livro nos leva a pensar o quão importante é pedir ajuda diante das dificuldades e dos momentos em que achamos não ter mais saída. A escritora relata, de uma forma tão sincera e tão dolorida, que não vale a pena desistir, mas sempre buscar ser feliz.” (A. C. L.) “A história é tão emocionante que, no decorrer da leitura, me coloco em seu lugar e penso: eu conseguiria passar por tudo isso?” (I. N.) “A leitura é tão cativante que não consigo parar de ler. É uma mistura de sentimentos, e ao mesmo tempo, anseio em descobrir o desfecho, mas não quero que acabe o livro.” (G. R. N.)
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    As noites eram quietas e entediantes em uma pequena casa em Bravesville, na Inglaterra, onde morava Tristan Avallon, um homem solitário  que vivia a sua vida de uma forma displicente e despreocupada, seus dias eram melancólicos e tristes, apenas na companhia de sua adorável cadela Luli, porém, não sabia que sua vida estava prestes a tomar um novo e inimaginável rumo!Ao encontrar um misterioso anel esverdeado, ele passou a viver uma incrível aventura, a acreditar em um amor impossível e em amizades das quais jamais sonhava em desfrutar em sua vida.Enquanto Tristan corria atras de seus sonhos, uma outra historia se desenrolava concomitantemente, quatro misteriosas criaturas portavam uma minuscula ampulheta. O que irá ocorrer quando a areia atingir completamente o outro lado?Tristan Avallon e O Mistério do Labirinto é um livro cheio de mistérios, uma história com reviravoltas impressionantes e um romance impossível. É  uma obra que reúne fantasia e suspense em um universo original criado pelo Autor.
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    Este livro ilustra experiências de vida nunca faladas pelo autor. Agora as grita ao mundo com tanta profundidade e intimidade que ecoará pelas cabeças de quem lê. O leitor será transportado a um mar de paixões, amores, decepções, desamores, críticas que, em algum momento, poderá se identificar com os sentimentos descritos. Sem preocupação com rimas, métricas ou regras, a leitura se torna leve e simples.
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    É a história de um jovem pobre e apaixonado que experimentou tudo em sua vida, que amou e era amado de verdade e, repentinamente, tornou-se uma das pessoas mais ricas do país. Mas toda essa fortuna que ganhou fez com que perdesse o foco e tudo o que lhe era importante, inclusive levando-o a ser preso e cumprir pena injustamente por duas vezes em outro país, mesmo sendo um milionário. Após cair em si e ver que ele próprio causou a sua ruína, o protagonista decide abrir mão de toda a sua fortuna em prol de ajudar as pessoas e recomeçar do zero a sua vida, junto com sua filhinha que foi a joia que sobrou após os seus percalços amorosos e as suas batalhas interiores. E foi desta redenção, após este arrependimento de alma e coração, que ele enxergou seu passado no futuro. É a ideia de que a felicidade está dentro de cada um de nós e que só depende de você encontrá-la, enxergá-la e aceitá-la! Um livro que fala de paixão, traição, oportunidades, arrependimento, experiências de vida, crescimento interior e destino.Entre cada divisão de capítulos, o leitor poderá ler sobre histórias aleatórias de pessoas de sucesso, resumidas em apenas uma página, e desfrutar do simples conselho de vida destas pessoas, de seu ponto de vista sobre o que realmente faz sentido e o que diriam a seus filhos, netos e todas as pessoas do mundo se pudessem deixar um conselho para se tornarem seres humanos melhores. Um amor de virada é u ma história de amor comum com um final inusitado e surpreendente.
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    Numa trama leve e bem cuidada, o autor nos apresenta uma narrativa recheada de diálogos os quais deixam escapar algumas das mais nobres virtudes humanas. Num desenrolar de episódios curiosos, mas cotidianos de uma época, o autor chega mais perto do coração da gente, trazendo personagens coloridas ao mesmo tempo que discretas. Atira-se à arte de escrever ora tímido, ora ousado: escreve com lisura e limpidez, numa linguagem concisa, mas exageradamente simples. Dessa maneira nos apresenta o rio, a estrada, a fazenda, os pés de laranja, os pés de caju, o nascer e o pôr do sol, o time do coração...(dele e de algumas personagens), duas famílias de interior, ambas de fazendeiros, que tecem seu dia a dia em torno de vivências e valores a maior parte deles relativos ao amor, respeito, obediência, fidelidade, em contraponto, às vezes, com interesses e imposições. Profa. Abia Dias
  • Um Conto de Bruxas é uma obra envolvente que mescla aventura, mistério e elementos fantásticos. Situada em um ambiente rural, a narrativa acompanha Daniela, uma menina curiosa e destemida, cujo desejo por exploração e aventura a conduz a um encontro inesperado com o sobrenatural.

    A história se desenvolve a partir do desaparecimento da protagonista e da descoberta de um segredo oculto nas profundezas da mata, onde uma bruxa tenebrosa guarda um passado marcado por feitiçarias e prisioneiros.

    O encontro entre Daniela e a bruxa horrenda representa o ápice da trama, ressaltando a importância de não ignorar os ensinamentos vindos de adultos responsáveis.

  • Este livro mergulha no centro do furacão, explorando o que impede a mudança do atual cenário político eleitoral. Ele examina como a construção do cidadão, de sua persona e de seu papel de seguidor revela como as dinâmicas sociais e psicológicas moldam narrativas que nem sempre são fidedignas da realidade. Com uma linguagem envolvente e insights profundos, o autor desafia o leitor a refletir sobre sua própria jornada de autoafirmação, pertencimento e impacto na sociedade. A obra é uma leitura indispensável para quem busca compreender como fazer da política uma ferramenta de mudanças e transformações sociais. O autor, Arnaldo Castor, revela a dinâmica política que transforma identidades e desvia opções conscientes. O livro acompanha três camadas de uma mesma pessoa: o cidadão, a figura que ele assume na tela e o seguidor em que se revela, comentando e desafiando o leitor a mudar essa narrativa. A cada capítulo, ferramentas e evidências são demonstradas com propriedade e humor, tornando esta obra uma referência para todos que almejam construir uma sociedade mais justa e próspera. A realidade caótica do cenário político é pinçada com ironias afiadas e encontros desconcertantes, abrindo espaço para reflexões e reavaliações de conceitos. Este livro é uma verdadeira carta de alforria!
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    Este livro apresenta a questão de que existe uma visão arraigada no senso comum do que seria um revolucionário, geralmente visto como alguém poderoso fisicamente e no convencimento de suas palavras, empunhando uma arma imponente e pronto a matar pela sua ideia de revolução. Diante disso, muitos não associam, ou até negam, o aspecto revolucionário de Jesus. Observando os textos do Evangelho, verificamos que alguns interesseiros o seguiram com atenção e observação, mas, aos poucos, foram se decepcionando, ao ver que a revolução proposta por Jesus era, em suas maneiras de ver, pacíficas e amorosas demais para serem consideradas por eles como “revolucionárias”. Contudo, não percebiam que Jesus apresentava a regra mais revolucionária para um mundo onde predomina o desamor e a injustiça: o mandamento do amor. Esta é a única regra capaz de transformar o mundo e transformá-lo em algo bem melhor e bem mais próximo do paraíso. Este ideal revolucionário e tesouro incalculável foi percebido por seus seguidores: Pedro, o pescador e zelota, reconhecendo Jesus como o Filho de Deus vivo e o sentido revolucionário do seu mandamento do amor, abandonou tudo para segui-lo; Paulo, o fariseu e grande personalidade no judaísmo e no mundo greco-romano, militar combativo, poliglota, culto, mesmo tendo todos os atributos para postular até mesmo o posto de um novo César, abandonou tudo e abraçou, de forma heroica, a verdadeira revolução que é o mandamento do amor. Ambos compreenderam e deram a vida por esta revolução, bem como entenderam que o melhor antídoto contra a injustiça e o desamor é, exatamente, o amor. E esta revolução proposta por Jesus, se formos fiel a ela, é capaz de transformar, a partir da mudança de nosso coração, todas as estruturas humanas: a sociedade, a política, a economia, as religiões, a tecnologia, a relação do homem com o meio ambiente, ou seja, todas as estruturas humanas, tornando o nosso mundo, mesmo com as nossas limitações, mais parecido com o paraíso. E o amor é a única coisa que transpassa dessa vida para a vida plena e eterna, no paraíso verdadeiro, onde representa a única regra vigente. Portanto, se esperamos um dia experimentar essa realidade celestial, devemos aprender a viver, ainda que de forma imperfeita, o amor, ainda nesta Terra. Esse é o verdadeiro ato de aceitar Jesus, a verdadeira realidade salvífica. Somente abraçando essa regra, podemos transformar esse mundo em uma realidade melhor (o cêntuplo) e também convenceremos a Deus de que desejamos viver em um lugar onde o amor é a única regra, ou seja, no paraíso eterno.
  • “Um Jaleco para Dois” se trata de uma partilha, sobre a vida acontecendo e as impressões que alguns dos acontecimentos deixaram na autora ao longo desses anos. É também um convite ao leitor para se debruçar no seu cotidiano, procurando se encontrar com a verdade. Cada capítulo conta uma história real, mudando-se apenas alguns nomes e dados para manter a privacidade dos participantes. A autora relata experiências e desafios vividos durante o curso de medicina e sua percepção de que cultivar um relacionamento com Deus foi essencial para sua formação humana e, consequentemente, médica. Ao final do curso de medicina, conquista-se um jaleco. Desejo que você também não escolha vesti-lo sozinha, mas o convide a vestir com você.
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    A obra conta a história de vida do autor, as dificuldades sociais e econômicas que comumente afastam as pessoas dos estudos, porém, enaltece o poder e a influência familiar como instrumento de transformação, contribuindo para demonstração da realidade brasileira, ao mesmo tempo em que serve de inspiração àqueles que almejam reescrever sua própria história. No campo do Direito, o livro pode ser caracterizado como manual prático do exercício da advocacia criminal, em especial, no plenário de julgamento perante o Tribunal Popular do Júri. Com respeito fiel e real dos casos criminais, detalha os sentimentos que tomam a alma do advogado antes de lhe ser conferida a palavra na tribuna da defesa e descreve, de forma singular, os elementos técnicos de formulação de quesitos aos jurados, revelando os embates práticos com a acusação e a presidência do julgamento, demonstrando – na prática – os resultados desse campo teórico pouco explorados pela doutrina jurídica. Ao final, o livro apresenta a influência da advocacia criminal do júri nas outras áreas de atuação do Direito, possibilitando ao leitor a análise e ponderação quanto à escolha da especialidade jurídica que seguirá em sua profissão, arrematando o texto com desfecho que exalta o orgulho profissional, aliado à herança profissional, cujo legado é sustentado pelos filhos do autor, permitindo a instituição da empresa de assessoria jurídica com atuação regional, e, claro, a publicação desta obra.
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    Este livro é uma antologia de canções de amor que somam mais de 400 versos de pura comoção e puro sentimento, adaptadas por mim, do francês e do inglês para o português, sob a batuta da minha professora de francês Sonia Gigeck e da minha professora de inglês Carla Machado, ao tempero da minha personalidade e do meu estilo, porém, evidentemente, sem fugir aos sentidos originais. Mas, sobretudo, um livro que, incapaz de olvidar ou ignorar a eterna e consagrada Edith Piaf, se intitula e se coloca um livro ao amor em nome de uma vida cor de rosa. Assim sendo, antologia é a definição precisa para este livro, já que designa o estudo das flores e a seleção ou a coleção das melhores flores. Ainda, é um livro de resistência, sobrevivência e perseverança, pois enquanto este mundo se acaba em obscenidade, promiscuidade, toxicidade e criminalidade, eu permaneci no meu apartamento de 36 metros quadrados, ora conectado com a professora Sonia, ora conectado com a professora Carla, que também permaneceram em seus modestos lares, lutando não apenas pela qualidade linguística deste livro, mas, sobretudo, pelo amor como língua universal. Eu sou entre os que pensam e entendem que uma obra é a prole e a alma eternizadora do autor, sendo assim, peço licença para proclamar às minhas amadas professoras Sonia e Carla: queridas professoras, não são as senhoras, damas dos livros, dos estudos e do conhecimento, que precisam que eu explique que entreguei em suas mãos a minha prole e a minha alma, o que nos une com uma intensidade e uma sublimidade extremamente singulares, existem cônjuges e parentes que não se entregam o que nós nos entregamos, por isso, peço que deem-me a graça de concluir que essa nossa união c’est l’amour e this is love. Nós três poderíamos estar escolhendo entre direita e esquerda, nós e eles, direito e justiça, céu e inferno e personificando uma tesoura a romper com tudo e todos, mas, se havemos de ser um instrumento, que seja a caneta do escritor, a gravar nos corações a rosa do amor.