• Solilóquios em Transe II é o resultado de um processo de criação intensivo e prolongado, que durou dois anos. Este período foi marcado por inúmeras noites em claro, que se estendiam até o amanhecer, momento em que as ideias começavam a tomar forma e a surgir com o nascer do dia. O processo de escrita era como um monólogo introspectivo, realizado à luz de uma vela, com o silêncio das pedras do lado de fora servindo como um escudo para evitar distrações e manter o foco na contemplação do universo. O título do livro é bastante sugestivo e reflete a natureza da obra. É um transe literário que estabelece um diálogo profundo com o leitor, alcançando as profundezas de sua alma. Este diálogo é intensificado pelo som dos atabaques que ecoam ao fundo, e pelas sombras que dançam sobre os corpos adormecidos, criando uma atmosfera mística e envolvente. A busca pelo sentido da vida é o tema central da obra. Através de uma abordagem mística, o livro convida o leitor a embarcar em uma jornada de autoconhecimento e reflexão sobre a existência.
  • O autor, um poeta, romancista e pensador, é conhecido por sua inovação na escrita e na criatividade. Seus livros publicados são um testemunho de sua habilidade única de combinar um senso de humor aguçado com um rigor textual meticuloso. Além disso, ele possui uma consciência profunda da realidade, que se reflete em suas obras. Nas entrelinhas de seus textos, o autor envolve o leitor com um olhar peculiar, característico de quem ama a vida e enaltece os valores humanos. Ele tem a capacidade de capturar a atenção do leitor, envolvendo-o em uma narrativa que celebra a vida e a humanidade. A dimensão crítica é uma parte integral da construção de seus textos. Os contos, em particular, são a expressão viva da liberdade, demonstrando a habilidade do autor de explorar temas complexos de maneira envolvente e acessível. Vale a pena conhecer o autor e desfrutar da riqueza de um olhar que vai ao encontro do leitor. Ele valoriza o tempo e a memória, que são as bases das vivências de cada um de nós. Através de suas obras, ele nos convida a refletir sobre nossas próprias experiências e a apreciar a beleza e a complexidade da vida.
  • Felizes as criaturas De cuja dádiva divina Erigem seu arcabouço No segredo da vida e do amor Hoje me sinto ser feliz Destemido de fúteis fraquezas Somente pela minha existência A vida já é um sabor eterno Sinto ânsia de querer Desejo de amar infinitamente Todos meus seres irmãos Na correnteza de um só rio de sangue. Do poeta e escritor ADIK MAGALNIK
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    “Solilóquios em Transe” nasceu de um parto tormentoso que durou dois anos. Foram madrugadas intermináveis que culminavam nos crepúsculos matutinos para sua fecundação e assomarem nas alvas dos dias nascendo. Um monólogo com a alma à luz de vela e silêncio das pedras lá fora para não dispersar o olhar de Deus sobre o universo. Como o próprio nome diz, o livro é um transe que dialoga com você até as profundezas da alma e o arrebata ao som dos atabaques rufando e as sombras dançando sobre seus vultos adormecidos. Uma mística que busca pelo sentido da vida.
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    “Quem ama Oliver” é um romance seminal que arranca das profundezas da alma um grito de liberdade. Despojado de moralismos e preconceitos, busca a genuína identidade de alguém que nasceu para ser quem é, da estirpe do seu povo, não para ser julgado por critérios excludentes que guiam o establishment religioso e não atentam a algo mais profundo: a alma das pessoas, de onde emana a verdadeira fé e a identidade intrínseca. Oliver é um emblema do que ocorre com muita gente abandonada ao ostracismo, à própria sorte, senão aos delírios dos arautos da religião. O romance se embrenha em questões controversas da história que deixaram cicatrizes profundas até hoje na humanidade.
  • Esse livro é uma pequena Ilíada e Odisseia, em que Orlanu ajuda a libertar o planeta Hesbôer do jugo de Ôrev, assim libertando o povo de Svatim, que está à frente da causa da luta pela liberdade. Na verdade, Orlanu sai da realidade do planeta Terra onde está confinado, em busca do sentido da vida. Isso, num lapso de tempo. Sai do seu quarto e retorna ao seu mundo, já transformado através da memória e da imaginação, como Ulisses de volta à Ítaca, após a guerra de Troia. Nestes tempos conturbados das redes sociais em que identidades são sequestradas em favor dos novos tubarões do capitalismo, Elmos de Almas é um hino que oculta as identificações de um povo através dos elmos, arma utilizada para se libertar do jugo dos que os escravizam sempre com as melhores intenções. É atual e mostra como cada um de nós, como Orlanu, pode contribuir para romper as cadeias e melhorar o mundo ao nosso redor.