• Abi não sabia por onde pegar o violino, tinha receio com suas unhas salientes de arranhá-lo, que pudesse machucá-lo, como ele próprio que estava machucado. Então pegou o violino como se pega um recém-nascido, da forma mais delicada possível, e tentou encaixá-lo entre o ombro e o queixo. Tentou várias vezes, mas Abi quase que não tinha mais ombro nem queixo. Novamente tentou, que era uma questão de vida para ele que não sabia se conseguiria pegar um outro violino em sua vida, que estava se exaurindo a passos largos. Enfim, o encaixou, mesmo com dor, e com o arco, tentou uma estocada. Outra estocada, e o violino gemeu. Não queria liberar o som, como se estivesse engasgado. Por isso, se desesperou. Abi arrancou uma nota, e o violino começou a chorar. Ele, chorando junto, sem largar do violino, e uma sonata nascia sem autoria de ninguém, mas do desespero da vida, irrigada com as lágrimas de Abi. E a Riva, após muito tempo, também chorava copiosamente, até que Abi, vagarosamente, foi estacionando a sua alma no lugar, dando o último tom silencioso do violino, como se fosse um velório. Desencaixou a relíquia do altar de sua angústia e o depositou de volta no estojo, no seu baú fúnebre, como se despedisse de um ente santo que nunca mais ia ver.
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    Sobre este livro, com sete anos, Ana Clara pediu para escrever do jeito dela, em letras maiúsculas para que crianças, desde o primeiro ano, pudessem ler. Também quis desenhar para os pequenos leitores pintarem. Este é o segundo de uma sequência de livros que encantaram nossa família e que há uma imensa vontade de que encante você e sua família também. O primeiro foi “Ana Clara em: meu dia com Joaquim”.
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    Sobre este livro, ainda com 7 aninhos, pediu para escrever e do jeito dela, todo em letras maiúsculas para que crianças do primeiro ano pudessem ler, e quis desenhar para os pequenos leitores pintarem e se identificarem. Um ler e colorir feito por criança e para criança. Além deste livro, para registrar tantos momentos assim, fizemos o canal no youtube: “dia de Ana Clara”. Inscrevam-se e curtam os vídeos, por gentileza, que foram feitos com carinho. Este é o primeiro de uma sequência de livros que encantaram nossa família e que há uma imensa vontade de que encante você e sua família também. Acompanhem nossas redes sociais e leiam os próximos trabalhos. Agradecemos por ler e colorir este livro. Muito obrigada!
  • Em meio às tempestades emocionais da vida, muitos enfrentam desafios silenciosos, como a ansiedade e a depressão. Este livro se torna um farol, iluminando o caminho para o autoconhecimento e a superação. Com uma abordagem prática, cada página traz estratégias cuidadosamente elaboradas para navegar por essa jornada turbulenta, que é a vida cotidiana. O leitor é convidado a refletir sobre suas próprias experiências, abraçando a vulnerabilidade como uma ferramenta de transformação. Histórias inspiradoras de pessoas comuns revelam que não estão sozinhas em suas lutas e que a esperança pode renascer mesmo nos momentos mais sombrios. A proposta é clara: não ser refém dos sentimentos, mas sim, aprender a gerenciá-los e a utilizá-los como impulsos para o crescimento pessoal. As técnicas apresentadas vêm do entendimento profundo de que o caminho para a saúde mental é uma jornada única e pessoal. Combinando insights práticos com reflexões profundas, cada capítulo é uma oportunidade para reescrever a narrativa da vida, ressignificando as experiências e construindo um futuro mais luminoso. Seja você alguém que busca estratégias imediatas ou que deseja mergulhar em um processo de autodescoberta, as páginas deste livro se abrem como um convite acolhedor. As ferramentas oferecidas não só visam reduzir a ansiedade e a depressão, mas também a criar um terreno fértil para um novo começo. Prepare-se para uma transformação significativa que vai além do alívio momentâneo, indo em direção a uma vida plena e realizada.
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    Esta não é a história de alguém que encontrou Deus. É a história de alguém que foi encontrado por Ele. Entre perdas profundas, conflitos familiares, ambição, vazio, dores emocionais e uma vida cada vez mais distante de tudo aquilo que realmente importava, Marcus percorreu caminhos que pareciam certos, mas que lentamente o levaram ao fundo do poço. A morte do pai, da mãe e de sua própria filha, crises pessoais, vícios silenciosos e o peso de uma vida construída longe de Cristo o conduziram a um lugar de desesperança, em que já não havia forças, respostas ou direção. Mas foi justamente ali, no ponto mais escuro da caminhada, que a graça de Deus se revelou - não por mérito, não por religiosidade, mas por um encontro verdadeiro com Jesus Cristo. Com uma narrativa sincera, intensa e profundamente humana, este livro apresenta uma jornada de redenção, restauração familiar, transformação espiritual e propósito. Mais do que um testemunho, esta obra é um convite àqueles que acreditam estar longe demais, quebrados demais ou perdidos demais para serem alcançados. Porque a verdade é simples: antes que nós O buscássemos, Ele já vinha à nossa direção.
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    Autobiografias podem amplificar os defeitos e as virtudes. Escancarar os sucessos e comprovar os fracassos. Multiplicar as qualidades e minimizar as falhas. Mostrar mentiras magníficas e esconder verdades vexatórias. O biografado também pode ser alguém ousado, corajoso, valente, desbravador, inovador, mas, quem sabe, prepotente, inclemente, covarde. Bendito e maldito. Herói e vilão. Leal e traidor. Qual história não transita por tudo isso? Somos seres em formação até morrer. Há quem, com sua vida, destrua outras. Há quem inspire. Há quem salve. Aos sessenta e cinco anos, vividos muitas vezes em contradições profundas e grandes conflitos, tendo muita certeza sobre todas as dúvidas, ora pintando ora escrevendo, quis correr o risco de apenas contar uma história: a minha.
  • O livro Antônia e seu Nome é uma obra baseada na história real vivenciada pelo professor Antônio Messias em sua experiência como educador do projeto de Alfabetização Solidária na comunidade de Genipapo, povoado do município de Jaguarari, na Bahia. Nesse período, ele se depara com a realidade de uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), cujas aulas iniciavam no mês de abril de 2004 com 15 alunos, mas, em dois meses, a turma se resumia a três. Até aí, tudo normal – considerada a situação de evasão escolar no país –, se não fosse pelo fato curioso de que um dos alunos, a senhora Antônia Maria dos Santos, que já estava na faixa etária dos cinquenta anos – também considerada normal frente à realidade da Educação de Jovens e Adultos –, ter um grande sonho de infância: aprender a escrever e a ler o seu nome. Ela se sentia como uma escrava, e para se libertar, este sonho precisava se tornar real.
  • Iniciei meu trabalho de escritora no tempo do isolamento da Covid. “Nesse tempo de pandemia, encontre alegria na música e na poesia”. Antônio Lopez e Maria Machado Nesse Romance Chegada de um imigrante em terras brasileiras. Estabelecer nas Minas Gerais era seu sonho. Chegar no Triângulo Mineiro. Enriquecer nas Minas do Ouro, criar animais, fazer plantações, formar família, fartar-se de peixe, caça... Pelos caminhos, surpresas, acontecimentos... Chega. Deslumbra... Encanta! Seus olhos brilham... Tudo natural! Viver ele queria. Rita, a índia, já do seu lado. “Não Ficar Parado, Ir Fazendo”. Foi fazendo. Fez. O Trypanosoma Cruzi (Chagas) e a Maleita vai dizimando vidas, principalmente os sertanejos. Gerações guardam momentos e fazem história...
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    O texto literário se condiz na forma de um conto vivido, inicialmente, no Bar da Esplanada do Castelo, local de convívio dos personagens principais: Lord Grovt, que vem a ter informações sobre o aparecimento de uma exponencial bruxinha no Bar, de nome não identificado durante toda a obra. Então, o velho indivíduo se esforça em localizar tal pessoa e vem a conseguir depois de muitos esforços. A interação entre os dois atores se reafirma na condução de suas personalidades bastante individualistas tanto nos sexos masculino e feminino, contudo o documento incorpora a razão psíquica da mútua sexualidade masculino-feminina intrínseca dos dois personagens. Assim, se desenrola uma trama de caráter na complexidade transdisciplinar, tão qual no âmbito das ciências humanas como nas naturais, exercendo uma série de pontos de vista conciliatórios e divergentes, pois tudo isso está calcado no desenvolvimento sociológico da população brasileira. Como o homem é subordinado ao manancial jurídico, enquanto a mulher está acima de quaisquer legislações editas, entretanto, ela emite uma variedade de conceitos sobre a edificação do mundo feminino detectando seus acertos e erros, analisando o conteúdo da constituição psíquico-filo-sociológica familiar da população brasileira no interior da América Latina. Em virtude de todos esses fatos, não há um término definitivo da peça, que deverá ter prosseguimento em outros capítulos. Formalizo, também, que esta obra literária não está assentada na nova revisão ortográfica, morfológica e de sintaxe da língua portuguesa brasileira, realizada em 2009, prevalecendo o estado ortográfico original instituído na linguagem brasileira antes dessa reforma.
  • É com muita alegria e gratidão que trago a você, leitor, mais uma obra da nossa querida irmã Míria Fátima de Faria Monteiro: Ao pé da cruz: mais quarenta dias de oração.

    Míria, que é membro da IV Igreja Presbiteriana de Patos de Minas (MG), mais uma vez nos presenteia com um texto que é a expressão de sua vida devocional e sua profunda intimidade com Deus.

    Neste segundo livro, assim como no primeiro, sentimos a essência de seu amor pelo Senhor transbordar em cada página. O que você encontrará aqui não é apenas uma coleção de meditações, reflexões e orações, mas uma verdadeira jornada espiritual, cuidadosamente elaborada a partir das experiências e do coração de uma mulher que busca, acima de tudo, aproximar-se do Criador.

    Caro leitor, ao abrir este livro, você estará recebendo uma nova oportunidade de aquecer seu coração, iluminar sua mente e trazer paz à sua alma.

    Em tempos de incertezas e desafios, a palavra de Deus se torna um porto seguro, como diz o salmista em Salmo 119:50: “O que me consola na minha angústia é isso: que a tua palavra me vivifica”.

    Eu encorajo você a ler e a meditar com atenção. Deixe que as palavras e as orações aqui contidas ressoem em seu interior, permitindo que o Espírito Santo trabalhe em seu coração de maneira poderosa.

    Tenho plena convicção de que esta obra se tornará um instrumento de bênção em sua vida, assim como tem sido na vida de muitos outros. Que possamos todos nos aproximar mais do Senhor, buscando a Sua presença ao pé da cruz.

    Com afeto,
    Rev. Sidney Silva Ferreira
    Pastor da IV Igreja Presbiteriana de Patos de Minas (MG)
    23/08/2024

  • A palavra "Pai" é pequena, mas carrega consigo um significado profundo e um amor imensurável. Um pai tem a responsabilidade de educar seu filho, tanto moral quanto intelectualmente. Ele é um espelho de conduta, não apenas para si mesmo, mas também para o próximo, para os animais e para a natureza. A alegria de um pai é imensa quando vê seu filho trilhando um bom caminho. Isso ocorre porque o amor que ele tem por seu filho é incondicional. Ele se alegra quando o filho obedece e evita o mal. No entanto, quando o filho se entrega à rebeldia, o pai está disposto a dar sua própria vida para resgatá-lo. Para o pai, o mais importante é ver seu filho salvo. Nada entristece mais um pai do que ver seu filho distante e seguindo caminhos ruins. Quanto mais longe o filho está do pai, mais triste ele se torna, mais rebelde ele se torna, e mais caminhos ruins ele percorre. No entanto, quando o filho, cansado de sofrer, reconhece que precisa do pai e retorna para ele, o amor do pai o perdoa e o transforma. Este pai é Deus e o filho é você! O lugar do filho é sempre ao lado do pai. A mensagem central deste livro é que, independentemente do quão longe você possa ter se desviado, sempre há um caminho de volta para o amor e a aceitação de Deus.
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    QUAL É A FUNÇÃO DE UM MEDIADOR ENTRE O PACIENTE E DEUS? Um mediador entre o paciente e Deus, especialmente no contexto da prática médica ou espiritual, pode ser visto como alguém que facilita a conexão entre o indivíduo e o divino, ajudando o paciente a encontrar sentido, conforto e paz durante momentos de doença ou sofrimento. Essa função envolve uma abordagem holística, tratando o paciente não apenas como um corpo físico, mas também como um ser espiritual.