• A homossexualidade tem se tornado cada vez mais presente em todo o mundo, como um vento tempestuoso. Este fenômeno tem causado preocupações significativas e provocado danos consideráveis em diversos aspectos da vida, incluindo a família, o trabalho e a espiritualidade. Além disso, tem levado a uma série de danos físicos e morais, bem como espirituais, em uma escala nunca antes vista. No entanto, o objetivo deste trabalho não é condenar as pessoas envolvidas nesta questão. Em vez disso, o foco é abordar o tema à luz da Palavra de Deus, a fim de buscar um entendimento espiritual sobre o assunto. O autor deseja que Deus conceda aos leitores discernimento espiritual e verdadeiro, para que possam compreender a real posição do Evangelho de Cristo, bem como a posição das Igrejas do Senhor Jesus. O autor deste trabalho é, acima de tudo, um servo de Deus. Ele espera que, através de sua escrita, possa trazer glória ao Senhor.
  • A obra em questão busca romper com a visão tradicionalmente reducionista que categoriza as coisas como "certas ou erradas" e "a favor ou contra". A intenção é ir além dessas simplificações e trazer à luz a ideia de que nada acontece sem o consentimento do Criador, ilustrado pela frase "não cai uma folha da árvore sem o consentimento do Criador". Além disso, o livro também se concentra no entendimento de que a realidade existe independentemente do observador. Isso significa que os fenômenos e as circunstâncias do mundo não dependem da percepção ou do julgamento humano para existir, mas são, em si mesmos, fatos concretos e inalteráveis. Consequentemente, a obra propõe que a homossexualidade deve ser entendida como uma Criação Divina. Isso significa que ela existe e é válida, independentemente de ser ou não compreendida pelas pessoas. A homossexualidade, portanto, não deve ser julgada ou categorizada, mas sim reconhecida e aceita como parte da diversidade da criação divina.
  • “A Hora é Agora” é a história real de uma mulher que, depois de enfrentar perdas profundas, solidão esmagadora e a vontade de simplesmente desaparecer, descobre a força inesperada que existe em recomeçar. Entre recordações da infância, o vínculo espiritual forte com o avô, o luto pela mãe e os desafios da vida adulta, a autora revela, com honestidade e sensibilidade, como transformou dor em coragem e queda em renascimento. Este livro é para quem já se sentiu perdido, para quem carrega cicatrizes silenciosas e para quem busca uma luz, mesmo que pequena, para seguir. Com uma escrita envolvente e visceral, “A Hora é Agora” mostra que sempre existe um caminho de volta para nós mesmos e que cada novo passo pode abrir portas para uma vida mais leve, verdadeira e cheia de significado. Um relato inspirador, tocante e profundamente humano – perfeito para quem acredita, ou precisa lembrar, que recomeçar é possível e necessário.
  • Em A Igreja Una, Santa e Apostólica, o autor apresenta uma defesa clara e fidedigna da identidade histórica da igreja fundada por Cristo. À luz das Sagradas Escrituras, dos padres da Igreja e da tradição cristã, a obra examina as quatro notas proclamadas no Credo Niceno-Constantinopolitano - una, santa, católica e apostólica -, demonstrando sua permanência ao longo dos séculos. Diante das divisões, relativizações doutrinárias e interpretações fragmentadas do cristianismo, o livro reafirma a continuidade histórica e a autoridade apostólica da Igreja, convidando o leitor a refletir sobre a unidade visível desejada por Cristo
  • A importância do brincar na vida adulta é o livro mais interessante já escrito pelo ser humano, visando este público específico e principalmente as mulheres. É no brincar que o ser humano realmente se sente humano. A brincadeira deve ter a graça, a alegria, o bom humor, a jovialidade e a leveza no falar e no agir, que tornam o convívio humano acolhedor, descontraído, agradável, divertido e feliz. O grande poder do brincar está no bom humor e se revela nas situações mais corriqueiras, especialmente naquelas que se mostrem realmente ricas e saudáveis como pular corda, jogar vôlei, brincar com uma criança, brincar de esconde e esconde, etc. Os animais brincam, tal como os homens. Podemos observar os cachorrinhos, os gatinhos, os leõezinhos, etc. Todos brincam, por que não a mulher? Um ser tão maravilhoso, sensível e que é parte integrante da nossa sociedade. Ela também pode e deve brincar.
  • O Monumento às Bandeiras, na capital paulista, represen ta os bandeirantes e o esforço coletivo no desbravamento do país, evidenciando a diversidade étnica das expedições, com portugueses, negros, mamelucos e indígenas puxando uma canoa de monções. A obra simboliza a força, a união e a coragem desses exploradores. O monumento foi escolhido para encerrar este livro por representar o valor do trabalho e homenagear os bandeirantes e desbravadores paulistas dos séculos XVI a XVIII. São Paulo é historicamente reconhecido como um estado onde o trabalho sempre foi valorizado. Criado pelo escultor modernista Victor Brecheret e inaugurado em 1953, o monumento localiza-se na Praça Armando de Sales Oliveira, no Ibirapuera. Feito em granito rosa de Ubá, Minas Gerais, possui 50 metros de comprimento, 12 metros de altura e 16 metros de largura, consolidando-se como um importante símbolo cultural e turístico paulista.
  • Imagine você se casar com alguém que pensa ser o grande amor de sua vida, porém, no futuro, essa mesma pessoa venha a ser o autor da sua morte, e ainda assim, consiga obter vantagens financeiras sobre você. Pois é, caro leitor, atualmente, nossa legislação possibilita que o cônjuge sobrevivente, mesmo sendo autor da ação criminosa, tenha acesso à sua parte meeira, diante da escolha do regime de bens, sem sequer ter contribuído para aquisição desse patrimônio. Trata-se de uma falha na legislação brasileira, a qual precisa ser corrigida, tendo em vista que, infelizmente, essas ocorrências têm se tornado comum. Foi o famoso caso divulgado na mídia de Elize Matsunaga, que matou e esquartejou seu marido, o qual era herdeiro da grande indústria de alimentos Yoki, que inspirou essa pesquisa. Busca-se, portanto, findar que um(a) criminoso(a), que foi capaz de ceifar a vida por quem jurou amor eterno, tenha acesso a bens patrimoniais, dos quais não colaborou financeiramente para obtenção.
  • É como se fizesse menção ao fato de que a claridade não é permanente, nem entra sempre pelos maiores espaços, e o que vemos é dimensionado pelo nosso olhar, pelas lentes passionais e não por uma unanimidade de visões. Talvez o maior dos mistérios seja não perceber que estar vivo não deixa de ser uma hipnose em alguns momentos. A obra desse paraense, como a apreciamos no admirável A janela por onde entrava o sol, é das mais enraizadas no conceito de narrativa pura que hoje se produz no país. É um presente do autor para todos nós, no entendimento de que seus contos, quando transpostos ao papel, não pertencem mais ao escritor, mas sim a todo aquele que deles precise. Jorge A. M. Maia Poeta, jornalista, membro da Academia Barcarenense de Letras
  • Isaías 6:8 "Então ouvi a voz do Senhor, conclamando: ‘Quem enviarei? Quem irá por nós?’ E eu respondi: ‘Eis-me aqui, envia-me’." A Jornada de um Missionário nasceu do coração de Deus para todos vocês, leitores.
  • A obra trata de um período importante da história brasileira: o regime autoritário que se instaurou no país entre 1964/1985, sob o viés jurídico e histórico. Infelizmente, somente em 2014, quando completou cinquenta anos de sua instalação, mereceu aquela fase da vida da nação maior abordagem por parte dos diversos meios de comunicação. Entretanto, pouco se falou, ou se fala, sobre a legislação criada como forma de institucionalizar e legitimar o autoritarismo. E, como o sistema não era personificado, surgiu a necessidade de criar regras, muitas delas pelo próprio grupo detentor do poder e sem passar pelo Poder Legislativo originário, no caso, o Congresso Nacional. Na época, rasgou-se até mesmo a Constituição, lei maior do país, sempre se procurando garantir a troca de presidentes sem riscos de a oposição assumir o poder. Podemos, nesse sentido, dizer que a ditadura de 1964/1985 se caracterizou por certa hibridez, pois não deixamos de ter oposição, embora esta vivesse sob o império das regras estabelecidas e que na obra são analisadas. O tema está vinculado não só à formação escolar e acadêmica do autor, que vivenciou boa parte daquele período, como também profissional, já que se tornou jurista e historiador. Assim, se mostra relevante expor às novas gerações as estratégias utilizadas pelos grupos autoritários para legitimar e se manter no poder. Dentro dessas estratégias, está a de criar um arcabouço jurídico que resguarde o sistema contra-ataques dos opositores. É de destacar, no entanto, que, para melhor compreensão e contextualização, a obra não se limita à abordagem da legislação, mas da questão da tutela militar no Brasil, o contexto mundial e do país à época, bem como as causas do Golpe de 1964, sua instauração, fases e principais acontecimentos, para que melhor se entenda as razões que fizeram o regime se manter no poder por 21 anos. Obra endereçada não somente a juristas, historiadores e estudantes, mas também ao público em geral, para que melhor se entenda o processo de formação política advinda daquele período, já que seus reflexos nos atingem até os dias de hoje.
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    O comunismo, o mais terrível inimigo da liberdade, tem vigorosas raízes na Grécia Antiga, com Platão, que identificava a liberdade como ausência de lei, a livre iniciativa com a licença e a igualdade com a desordem. Na sequência, Hegel ampliou as ideias platônicas e modulou a perene revolta contra a liberdade e a razão. É dessa conjunção de tirania e irracionalidade que Marx recolheu os postulados de suas teorias para produzir a doutrina marxista. Assim, o marxismo, que tem base na abstração, ensinou aos trabalhadores a guerra de classes, cujas teses são utópicas, centradas em superstições, falácias e insuperáveis contradições. Esta obra recorre à “alegoria das luzes” e percebe que, enquanto a Revolução Francesa de 1789 emitiu seus clarões libertários para o mundo, acendendo a esperança de um futuro radioso, de liberdade e desenvolvimento para a humanidade, a Revolução Russa de 1917 fez o percurso contrário: produziu a loucura socialista, que anula as liberdades individuais, trata a sociedade como “gado humano” e subordina a vida às decisões do Estado.
  • Em nossa jornada, cruzamos inúmeros caminhos e gastamos incontáveis horas na busca de algo que parece distante de nossa realidade. Frequentemente, deixamos de perceber que tudo o que procuramos e de que necessitamos está mais próximo de nós do que imaginamos. Esta percepção muitas vezes só se torna clara quando uma nuvem escura se abate sobre alguma passagem de nossas vidas e nos deparamos com dificuldades que nos desafiam. Com fé e perseverança, seguimos firmes, conscientes de que em algum ponto do caminho, seja na curva da estrada ou na sombra de uma árvore, encontraremos reconforto. Este lugar nos fornecerá as energias necessárias para continuarmos nossa jornada. Eu vivenciei essa experiência em um momento particularmente difícil, quando parecia que tudo seria envolto em escuridão. No entanto, anjos aparecem em nossas vidas para nos mostrar que as adversidades de hoje podem se tornar a luz do amanhã. É essa luz que ilumina nosso caminho e nos dá esperança para enfrentar os desafios que surgem. Por isso, dedico esta obra às pessoas queridas que compõem minha família e aos amigos que me apoiaram ao longo do caminho. A eles, deixo aqui meus sentimentos de gratidão.