• No reino onde a lógica se curva e a razão se rende, ergue-se o castelo da fé. Este castelo é construído com muralhas de esperança e seus portões são trancados para aqueles que duvidam. Dentro de suas paredes, reside o segredo sussurrado pelos ventos: o impossível é apenas uma questão de fé. A história conta que um pequeno grão de areia, desafiado pela imensidão do deserto, ousou sonhar em se tornar uma montanha. A razão zombou e o vento debochou, mas o grão, nutrido pela fé, persistiu. A cada amanhecer, absorvia a luz do sol e a cada noite, abraçava o frio da lua. Lentamente, de forma quase imperceptível, outros grãos se juntaram a ele, atraídos por sua convicção. Dia após dia, o impossível se tornou realidade. Onde antes havia apenas areia, ergueu-se uma montanha majestosa, um mundo de esperança para todos os que ousam acreditar. A fé é a força que nos move, que nos sustenta e nos leva à vitória, transformando o impossível em possibilidades.
  • Os contos apresentados neste livro são reflexos vívidos de passagens da minha infância e adolescência. Eles são narrados com a autenticidade e a emoção com que foram vividos, tornando cada história uma janela para aqueles momentos. A participação dos amigos é um elemento crucial nestas narrativas, pois eles foram coautores dessas experiências e contribuíram para a riqueza e diversidade das histórias. Cada conto é um testemunho do nosso crescimento conjunto, das aventuras compartilhadas e das lições aprendidas. Muitos desses contos são carregados da irresponsabilidade infantil, uma característica inerente à infância. Eles retratam a inocência e a audácia de uma criança do interior, especificamente do interior de Minas Gerais. Essa perspectiva única adiciona uma camada extra de autenticidade e charme às histórias, tornando-as ainda mais memoráveis.
  • Este livro é uma rica tapeçaria de sentimentos, abrangendo a alegria, a tristeza, a dor, o desejo e a empatia. Ele explora como essas emoções se manifestam tanto no corpo quanto na alma, proporcionando uma experiência profundamente humana e universal. "Só Sentindo para Saber" é uma coleção de poesias e pensamentos que se transformam em uma narrativa poética. As palavras ganham textura, criando uma viagem sensorial que torna os sentimentos quase palpáveis. O livro não se limita a falar sobre a pele e o poder do toque, mas se concentra principalmente naquilo que alcança o coração. Com uma linguagem simples e honesta, o leitor encontrará pensamentos que nasceram de cicatrizes e sorrisos. Ele aborda momentos de perda e esperança, encontros inesperados e a luz que resiste à mais profunda escuridão. O amor é um tema central, uma emoção que só pode ser verdadeiramente compreendida através da experiência. Como o título sugere, é algo que só se pode entender... Só sentindo para saber.
  • A VELHICE - Cipião e Lélio solicitam a Catão que lhes desvende um mistério: como suportar o peso da velhice com tamanha tranquilidade? Para Catão, porém, não há mistério algum, pois nada é mais natural do que aceitar o que a natureza obriga. A mudança forçada dos hábitos, a privação de certos prazeres, a perda gradual das forças, a aproximação da morte... Se as soluções apontadas por Catão para esses dramas universais não nos satisfizerem plenamente, se não nos dispuserem a viajar alegres pela estrada que leva à velhice, uma coisa teremos de admitir: são no mínimo bastante engenhosas. Trata-se do primeiro volume da coleção “Diálogos de Cícero”. O texto é uma tradução direta do latim, posteriormente revista tendo em consideração uma consagrada edição anglo-americana e comparada com três das principais traduções brasileiras. Em notas de rodapé, há informações históricas complementares, registro de divergências entre tradutores e apontamentos sobre o conteúdo. Nossa intenção é captar as sutilezas argumentativas do discurso dos personagens, conciliando, dentro do possível, a qualidade técnica da tradução com o vigor da retórica do autor romano. Como um suplemento à edição, no Posfácio, há uma experiência que pretendemos desenvolver no transcorrer da publicação dos volumes: um diálogo informal entre três tradutores fictícios (Kent, Shelton e Winston) sobre aspectos biográficos, históricos e filosóficos pertinentes à obra.  
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    A intuição é uma forma de expressão de nossa inteligência. Nosso papel é manifestá-la e isso depende de cada um de nós.  Este livro propõe meios que tornam isso possível. Temas como: se intuições ocorrem apenas para uns e não para outros, o que é inteligência intuitiva, qual o melhor meio de usarmos as diferentes formas de inteligência e os três pilares de sustentação da intuição são alguns de vários temas do livro que constituem terreno fértil para intuirmos inovações e escolhas transformadoras em nossas vidas, as quais podem nos conduzir a outro patamar de vida no planeta. Vivências conduzidas pelo autor em mais de 20 anos de workshops, as quais ajudam a melhorar o dia a dia das pessoas são compartilhadas neste livro. Intuição: Para Viver uma Vida Melhor é um livro para pessoas que acreditam numa vida melhor. Seja bem-vinda, seja bem-vindo à sua leitura. “Intuição: Para Viver uma Vida Melhor” tem o propósito de conduzir seus leitores a um passeio pelo jardim da intuição, combinando praticidade e conhecimento de maneira objetiva e inspiradora, e proporcionando boas intuições durante sua leitura. Temas interessantes como: “a dinâmica governante da intuição”, os “três pilares da intuição”, “se existe uma chave para o despertar da intuição”, “se a intuição é mais frequente nas mulheres”, “se Einstein era intuitivo” e vários outros questionamentos inspiradores são visitados durante a leitura deste livro.
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    No Tratado das Paixões da Alma, Descartes, em sua busca da verdadeira felicidade, escreve que o controle das paixões e o uso racional da vontade em relação a estas tornam o homem virtuoso de tal maneira que sua consciência não o censure por ter exagerado, tanto para mais quanto para menos, na manifestação das paixões. O resultado é uma satisfação tão poderosa capaz de tornar o homem feliz, a tal ponto que os mais violentos esforços da paixão nunca são suficientes para perturbar a tranquilidade de sua alma. Este trabalho visa demostrar o caminho seguido por Descartes em direção à verdadeira felicidade a partir do exercício moral e do conhecimento verdadeiro de si, das paixões e de Deus. Uma vez tomada a atitude de uma ação moral, o homem passa a caminhar em direção ao bem. Essa atitude moral leva o homem a uma verdadeira condição de generosidade que é uma virtude que o encaminha em direção à verdadeira felicidade. Essa generosidade faz-se de forma que as pessoas se estimem por ter corretamente utilizado de suas faculdades que tornam os seres humanos mais próximos de Deus. As pessoas generosas possuem pleno controle de suas paixões porque sabem quais são suas paixões e se conhecem o suficiente para saber como e quando agir diante das decisões cotidianas. Para Descartes, uma pessoa generosa alcançou o mais alto grau da virtude no caminho da felicidade.
  • A coletânea de pequenos textos procura auxiliar no desenvolvimento do conhecimento racional, do lado afetivo e da moral, para a realização de escolhas adequadas para o acúmulo das boas lições da vida. Pela sequência de escolhas e consequências, o ser humano vai definindo seu destino, tal como verdadeiro arquiteto da própria vida. Com o devido preparo e boa vontade, é possível que o ser humano possa acumular lições preciosas neste mundo-escola, assim como atingir a posição de domínio próprio. É a possibilidade de se tornar “Gestor de Si Mesmo”, com autodomínio e autocontrole para alavancar sua posição e desenvolvimento, sem medo ou receio das mudanças e obstáculos do mundo. Pelo contrário, estes se tornam verdadeiras lições de aprendizado e progresso do ser. Pela constância no trabalho e na edificação do conhecimento, é possível angariar preciosos recursos do ser no mundo
  • As poesias contidas neste livro são fruto de estímulos pessoais, oriundos de momentos vividos e não vividos. São odes que têm como objetivo incentivar o leitor a se aprofundar no encanto das lendas e fábulas que permeiam nossos pensamentos. O propósito é encontrar a catarse emocional que tanto buscamos. Afinal, o que se busca é expor narrativas em forma de poesia, destinadas a proporcionar relaxamento emocional. Imersão em sentimentos para reviver momentos, reabrir o coração e viajar nas emoções é o que se propõe. Algumas das poesias prestam homenagem a cidades e locais pelos quais passei, que deixaram marcas profundas pela beleza e pelas experiências vividas. Conheci pessoas e lugares inesquecíveis, extraordinários e fascinantes, e ao retratar esses momentos, acredito que posso contribuir para que as pessoas desfrutem de uma leitura suave. Essa leitura suave tem o poder de lembrar que vale muito a pena reviver e registrar situações, inusitadas ou não, que marcaram nossa passagem por este mundo. Convido o nobre leitor a meditar nesses escritos fictícios que escondem verdades nunca ditas, passíveis de reflexões nunca antes vivenciadas. Portanto, a leitura é recomendada para a alma.
  • Muitas vezes me critico pela maneira como meus olhos veem as coisas e a forma como meu cérebro as interpreta, tão diferente da maioria das pessoas. Eu vejo detalhes tão claros que, para muitos, não existem, porque a sensibilidade de meus olhos e da minha mente cria cenários, associa situações, produz tantas imagens e as torna muito reais. Antes dos 7 anos de idade, quando ainda não sabia ler ou escrever, eu brincava com a criatividade inventando cenários e histórias. Depois de alfabetizado os professores me olhavam diferente quando liam minhas redações e faziam questão que eu as lesse para toda a classe, algumas vezes ao ajudar colegas que estavam mal nessa disciplina eu fazia a tarefa de casa para eles escrevendo suas redações, mas, antes de a professora finalizar a leitura, ela sabia que eu as havia escrito, que aquelas histórias de prender a atenção por quem as liam eram minhas. Então, a verdade aparecia, e minha tentativa de ajudar os colegas ia toda por água abaixo. Os poemas que compõem esse livro foram escritos pela caneta, mas antes, criados por pensamentos inspirados, impulsionados por um coração que a cada batida se apaixona ainda mais pela vida e pela vontade de viver, coração esse que se encontra sempre saudável por buscar a Deus, por cultivar a verdadeira fé ensinada pelas Escrituras Sagradas.
  • “Milagre na UTI” é baseado em fatos reais. Uma história de fé praticada por uma família simples. O intuito de escrevê-la foi para avivar a fé dos que perderam a esperança e para os que nunca usufruíram dela. Fé é ter certeza de coisas que desejamos e não temos, mas colocamos nossos pensamentos em prática até que aconteça. Deus não exclui ninguém da sua lista de milagre, Ele só precisa ver nossa fé em ação para realizar os nossos desejos, segundo a Sua vontade
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    Pintando os Sete Poeminhas” nasce com o desejo de inspirar e levantar crianças em diversas áreas da sociedade por meio da leitura. Em um tempo de tantas atividades e distrações, aproximar as crianças à leitura é desafiador, quanto mais inspirá-las à permanência. Conduzindo-as em um caminho divertido, recheado de maravilhosas ilustrações e rimas, aguçamos a imaginação e estimulamos a criatividade. Assim, levaremos nossos pequenos a “pintar os 7”.
  • Fernando Renard e Mair são dois homens completamente diferentes. O primeiro, um jovem jornalista premiado nacionalmente; o outro, um ancião simples e sem estudo. Em meio à elaboração de uma matéria especial, o repórter viaja até Sergipe para entrevistar o ex-cangaceiro, que faz revelações surpreendentes, envolvendo dois anti-heróis do século XX (Lampião e Macunaíma). Macunaíma foi um personagem fictício. O Herói sem Caráter deu título ao livro de Mário de Andrade. A publicação de 1928 é referência na literatura nacional. Seu sucesso deve-se muito à identificação com o povo brasileiro: sofrido desde que nasceu, lutou para vencer a miséria, valorizando mais a astúcia que o conhecimento acadêmico. Lampião teve seu auge nos anos 1930. Muitos o encaram como herói, enquanto outros o consideram um sanguinário bandido. Percorreu o sertão comandando um bando que roubava ricos, matava traidores e ajudava os necessitados. Em comum, ambos carregam a brasilidade de um país permeado desde sempre pela miséria que clama por justiça (muitas vezes confundida com vingança) e igualdade. Se o destino providenciasse que os caminhos desses dois vultos se cruzassem, certamente teriam muito a ensinar e a aprender um com o outro.